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No dia 23 de Junho, o Sepe Paraíba do Sul esteve em Brasília a convite do prefeito Júlio Canelinha (PSD) para participar de uma reunião no Ministério da Educação e Cultura (MEC). A reunião teve como pauta o reconhecimento da Lei 15326/2026, que garante o enquadramento dos monitores efetivos com formação em magistério ou Pedagogia como professores da educação infantil municipal. A coordenadora geral do Sepe RJ, Rose Silveira participou do  encontro, acompanhando o diretor do Núcleo do Sepe Paraíba do Sul, Giovani da Silva e Souza e a dirigente do movimento “Somos todas Professoras”, Gegê Ferreira.

Na oportunidade, o prefeito Júlio Canelinha e os representantes do seu Administrativo e da Procuradoria Geral do Município foram buscar o diálogo com o MEC para abrir caminho ao reconhecimento da Lei que determina o enquadramento destas profissionais da Educação Infantil como integrantes da carreira do magistério. Embora Canelinha tenha apresentado o interesse da prefeitura de efetivar o enquadramento no seu município, ele explicou que o tesouro municipal não possui recursos financeiros para executar o disposto na lei, enquadrando as educadoras infantis na carreira do magistério. Daí a sua iniciativa de buscar ajuda do governo federal.

O Sepe, que sempre esteve presente na Luta pelo Movimento Somos Todas Professoras(es), desde que a Lei foi aprovada, vem incorporando as reinvindicações e mesas de negociação em vários municípios para que a lei seja implementada.

O sindicato reconhece que a lei gera impactos financeiros nos municípios. Mas deixamos claro que esse ponto não pode servir como desculpa para não implantação das legislações municipais para efetivação do enquadramento. Por isso, a importância da organização dos municípios para que a Lei seja cumprida. 

Para o Sepe, é dever do Poder Executivo Municipal adotar medidas legislativas e administrativas para, além de buscar recursos de outros entes governamentais, readequar seus orçamentos e tomar medidas internas para, assim,  garantir a legalidade  do direito das trabalhadoras(es) da Educação Infantil.

A luta é árdua, mas seguiremos no movimento, cobrando e apoiando os gestores dos municípios para que o enquadramento se torne uma realidade.

 

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O núcleo do Sepe Paraíba do Sul conquistou um acordo judicial que garante o pagamento das diferenças do 13º salário de 2024 a mais de 500 profissionais da educação da rede municipal, entre servidores da ativa e aposentados – a ação foi ajuizada pelo sindicato em dezembro de 2024.

Em decisão liminar favorável, a Justiça determinou que a prefeitura de Paraíba do Sul e o Prevsul efetuassem os pagamentos. Contudo, no caso dos servidores da ativa, os valores foram pagos de forma incompleta. Dessa forma, diante do descumprimento parcial da decisão, o Sepe cobrou judicialmente o correto pagamento das diferenças devidas.

Após nova determinação da Justiça, o sindicato e a prefeitura avançaram nas negociações e formalizaram um acordo para quitação dos valores remanescentes, com a devida atualização monetária.

O pagamento da primeira parcela começou a ser realizado no contracheque referente ao mês de maio, com a seguinte rubrica IND DIF 13° 2024.

Informações do Sepe Paraíba do Sul.

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O Departamento Jurídico do Sepe obteve uma vitória muito importante na 2ª Vara da Comarca de Paraíba do Sul. No dia 17 de dezembro, o Juiz substituto, José Francisco Buscacio Maron, deferiu uma liminar do sindicato e determinou que a prefeitura deste município pague a segunda parcela do 13º salário ao conjunto de servidores públicos da educação municipal, ativos e aposentados, até o dia 20 de dezembro, bem como oi pagamento dos vencimentos destes, referente ao mês de dezembro até o último dia útil do mês de dezembro, sob pena de bloqueio e aplicação de multa diária no valor de R$ 1 mil.

Na decisão, o juiz afirma que os servidores públicas da rede municipal de Paraíba do Sul têm o direito de receber, “como sempre receberam”, os seus vencimentos/proventos no último dia útil do mês (no caso de dezembro, dia 31), bem como possuem direito de receber a segunda parcela do 13º salário até o dia 20/12. Em seu arrazoado, o juiz ainda lembrou que é público o fato grave sobre o iminente atraso nestes dois pagamentos, em razão de “uma suposta falta de recursos” do Tesouro municipal. Mas o magistrado lembra que, se consumado o atraso, os servidores “terão que suportar um grave prejuízo à sua subsistência e de suas famílias.

Ele também lembrou, que parte dos educadores já se encontram aposentados e dependem dos seus proventos para a compra de medicamentos e itens básicos para suas vidas.

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Profissionais de educação e os núcleos do Sepe dos municípios de Paraíba do Sul, Petrópolis e Três Rios se concentraram nesta quarta-feira (20) em frente ao Colégio Estadual Monsenhor Francisco, em Paraíba do Sul, onde a secretária estadual de Educação, Roberta Barreto, realizava uma visita.

A atividade fez parte do Dia de Luta contra o Novo Ensino Médio, com debates e panfletagens nas escolas de todo o estado. Os educadores conseguiram conversar com a secretária e cobraram o retorno das disciplinas do currículo básico no Ensino Médio e defenderam a revogação do NEM.

Ela disse que aguardava exatamente o resultado da votação no Congresso do projeto que discute o tema e que, enquanto isso, não poderia deixar de aplicar o Novo Ensino Médio na rede. A categoria continuou a pressionar a secretária, argumentando que o governo pode alterar a grade, incluindo mais hora-aulas para as disciplinas do currículo base. O Sepe defende todas as disciplinas do currículo básico em todos os anos do Ensino Médio e o cumprimento do acordo de greve, com o mínimo de dois tempos de cada disciplina.

O projeto que modifica o ensino médio está em discussão na Câmara e pode ser votado a partir desta quarta-feira, com alterações prejudiciais à educação.

Baixe a cartilha do Sepe sobre o Novo Ensino Médio
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