Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O curso on-line “Juventudes na EJA (Educação de Jovens Adultos) – Formação Continuada de Educadores da Educação Básica” será lançado no dia 21 de outubro. O curso estará disponível gratuitamente no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVAMEC) do Ministério da Educação (MEC) – clique aqui para acessar o AVAMEC.

O curso é voltado para trabalhadores da educação básica, estudantes de pedagogia e licenciatura e jovens estudantes da EJA interessados na temática da Educação de Jovens e Adultos.

Desenvolvido no âmbito do Pacto Nacional pela superação do analfabetismo e qualificação da EJA, o curso foi produzido por pesquisadores e servidores da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI) do MEC.

O curso é composto por quatro módulos: Projeto Político Pedagógico, Relação com o saber e os jovens na EJA, Geração e Intergeracionalidade e Imagens e sons da EJA, a carga horária é de 60 horas e há emissão de certificado após conclusão do curso. 

Informações:


E-mail: ejovem.contato@gmail.com

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Facebook: E-jovem


Leia o release sobre o curso
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Três estudantes, um jornalista e o deputado federal Glauber Braga (PSOL/RJ) foram presos no início da tarde desta sexta-feira (20) pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar, na UERJ. A PM foi chamada pela Justiça, cumprindo pedido da Reitoria para a reintegração de posse do Campus Maracanã. O Choque usou bombas de efeito moral e até o “caveirão” na operação. A ocupação promovida pelos estudantes é um protesto contra os cortes promovidos pela reitoria em benefícios assistenciais aos alunos.


O Sepe, representante dos profissionais da educação das escolas públicas no Rio de Janeiro, reivindica a libertação imediata dos presos e o retorno às negociações por parte da reitora, Gulnar Azevedo Silva. É um absurdo o uso de força policial e violência na UERJ.

Desde julho, quando a reitoria alterou os critérios e valores para a concessão de benefícios, entre eles os auxílios transporte e alimentação e a bolsa de apoio à vulnerabilidade social, os estudantes reivindicam a suspensão dos cortes e a volta dos auxílios. Por conta da falta de disposição da reitora para o diálogo, os alunos não viram outra alternativa a não ser ocupar o prédio da reitoria para exigir o fim do Ato Executivo de Decisão Administrativa (AEDA). O ato impactou 1,4 mil alunos de baixa renda e continua sendo motivo que gerou o impasse entre alunos e reitoria.

O sindicato também apoia as reivindicações dos estudantes da revogação imediata do AEDA que acaba com os benefícios; da retirada das ações de desocupação do prédio e das ações na Justiça e em nível administrativo contra os estudantes, por meio de multas pecuniárias absurdas, que visam somente amedrontar e reprimir o livre direito à manifestação.

Com isso, repudiamos a postura autoritária da direção da universidade e do governo estadual, os quais, desde o início dos protestos dos estudantes, tentam usar a força em detrimento do diálogo para resolver a situação.

 

ATUALIZADA EM: 20/09, às 16h01

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