A Nota Técnica chama atenção para os possíveis efeitos sobre Valença, como ondas de calor, temperaturas acima da média, períodos de seca, tempestades, ventos fortes, alagamentos e queimadas, além dos impactos sobre a saúde e o funcionamento das unidades escolares e creches.
O que esperar nas escolas e creches?
A elevação das temperaturas pode provocar desidratação, insolação, problemas respiratórios, fadiga, irritabilidade e dificuldades de concentração e aprendizagem.
Por isso, o Sepe está cobrando que a prefeitura se antecipe aos problemas, realizando vistorias nas unidades, garantindo ventilação adequada, água potável e hidratação, manutenção de telhados e sistemas de drenagem, áreas de sombra e protocolos para situações de calor extremo, tempestades, alagamentos e outros eventos climáticos.
A Nota Técnica também aponta a necessidade de um Plano de Adaptação Climática para a rede municipal de ensino, com monitoramento, protocolos de alerta e articulação entre Educação, Saúde, Defesa Civil e demais órgãos públicos. O objetivo é contemplar a saúde de profissionais da educação e estudantes.
A secretária Renata Leite recebeu oficialmente o documento e assinou o protocolo de recebimento, o Sepe também protocolou junto ao prefeito. A nota traz como objetivo a prevenção de possíveis tragédias nas unidades.
Informações do Núcleo Sepe Valença.

O Sepe criou um
Apesar das denúncias que foram feitas pelo Sepe Petrópolis no início do recesso escolar, no começo de julho, os problemas com o abastecimento da merenda escolar na rede municipal continuam. Agora, foi o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de Petrópolis que divulgou uma nota de repúdio, denunciando problemas no abastecimento da merenda escolar. A denúncia foi publicada pelas redes do jornal Tribuna de Petrópolis nesta quarta-feira, dia 12 de agosto.
Roberto de Paula, funcionário da rede municipal de Cabo Frio e militante histórico do Sepe e do Coletivo de Funcionários, atravessa graves problemas de saúde, tendo sido submetido a uma cirurgia de urgência no começo de julho. Mesmo após a cirurgia, Roberto depende de uma série de medicamentos diários para combater a infecção em seu corpo. Além do impacto em sua saúde, o tratamento tem um custo alto, de cerca de R$ 1.400,00 por semana, valor muito além do que ele e sua família são capazes de arcar.