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Sepe defende que o piso nacional seja implementado em sua totalidade, abrangendo todos os níveis do plano de carreira
7 de julho de 2026
O Sepe esclarece, em relação ao anúncio do governador em exercício, Ricardo Couto, sobre a concessão de um complemento necessário aos professores da rede estadual para garantir o valor do piso nacional do magistério vigente, que a medida vai ser aplicada somente para os primeiros 3 níveis da carreira (nível I, II e III) e não abrange todos os 9 níveis do Plano de Carreira do Magistério estadual.
A reivindicação do sindicato, posta na pauta de negociação entregue ao governo, é que o piso nacional do magistério seja aplicado na totalidade dos níveis (nove níveis) do plano de carreira, abrangendo todos eles para não achatar as diferenças salariais entre o piso (nível I) e o teto da carreira (nível 9). Isto evitaria que o piso da carreira não vire teto. Por isso, o sindicato defende que o piso nacional seja aplicado em cima de cada um dos nove níveis, respeitando a progressão entre os mesmos e o tempo de serviço com o determina o plano de carreira da categoria.
O ex-governador Cláudio Castro (PL) não implementou a atualização do piso nacional do magistério nos dois últimos anos, mantendo o valor de 2024, de R$ 4.580,57, enquanto o piso nacional de 2026 já é de R$ 5.130,63, considerando a jornada de 40 horas semanais. A atualização do complemento representará o pagamento de uma diferença de até R$ 550,06 ou o aumento do valor considerado para fins de aposentadoria.
Uma nova reunião com Couto ficou agendada para o dia 9 de julho, às 16h.
