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Servidores estaduais do Rio de Janeiro estão unidos contra o calote do governador Cláudio Castro! Na próxima quarta-feira, dia 18 de março, foi convocada uma paralisação geral de todo o funcionalismo público do estado em defesa da recomposição salarial, com ato no Palácio Guanabara – concentração no Largo do Machado, às 10h, e saída em passeata prevista para às 11h.

O Sepe convoca a educação estadual a paralisar por 24 horas no dia 18/03 e participar do ato no Palácio.

Todos nós, servidores da ativa e aposentados, devemos contribuir para garantir uma grande participação no ato público.

Castro afirmou, dia 05/03, que não concederá reposição para os servidores, que estão há três anos sem qualquer reajuste. Com isso, ele se recusa a pagar as parcelas restantes da recomposição das perdas salariais de 2017 a 2021, em lei acordada e aprovada na ALERJ e da qual foi paga somente a primeira parcela (13,05%, de um total de 26%) – acordo este feito com o próprio governador.

Leia mais: audiência na ALERJ cobra que o governo estadual abra negociações urgentes sobre a questão salarial da educação.

Cláudio Castro mente ao alegar limitações na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para não conceder o reajuste. Isso porque o estado tem uma margem orçamentária no orçamento com pessoal de cerca de R$ 4 bilhões disponíveis no orçamento de 2026 para a concessão da recomposição dos salários. O custo da recomposição de 13,05% que deixou de ser paga seria de menos de R$ 3 bilhões – sobraria dinheiro até para a concessão de reajuste das perdas de 2025.

Não podemos esquecer que o governador aplicou mais de 1 bilhão do Rioprevidência no banco Master, liquidado no final do ano passado pelo Banco Central por irregularidades nas aplicações, colocando em risco os salários dos aposentados e pensionistas e concedeu inúmeros incentivos fiscais aos amigos

Além disso, o governo do estado do Rio de Janeiro já violou o Regime de Recuperação Fiscal 47 vezes desde 2022, uma prova irrefutável de que, quando o governador quer, o estado tem dinheiro para gastar, mas não para fazer justiça com o funcionalismo.

Vamos fortalecer essa mobilização: compartilhe, convide e ajude a levar essa mensagem adiante! Quanto maior a participação, mais forte será a nossa voz.

Recomposição salarial já!

Baixe o boletim do Sepe convocando o dia 18/3

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O Sepe convoca os profissionais da rede estadual para a assembleia geral híbrida, que será realizada no sábado, dia 07 de março, às 10h, com a parte presencial na sede do SEPE-RJ (Evaristo da Veiga, 55, 7 andar – Auditório Marco Tulio Paolino). As inscrições para o formato online podem ser feitas pelo link abaixo:
https://redeestadual.seperj.info

A assembleia irá discutir a luta deste ano na rede estadual em defesa dos salários e da aposentadoria, após três anos sem nenhum tipo de reajuste e com perdas acumuladas que exigiriam 56,22% de reajuste nos salários para repor nosso poder de compra, corroído pela inflação, segundo o Sepe/Dieese.

O governador Cláudio Castro vai concluindo o mandato com congelamento de salários e muito sofrimento do funcionalismo e da educação estadual. Nem as duas parcelas restantes da recomposição salarial, fruto de um acordo com a ALERJ e que deveriam ter sido pagas em fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024 o governador pagou.

O piso do magistério também não é cumprido, fazendo com que recebamos um dos piores salários do País. Chegando ao ponto de parte da categoria – funcionários e professores – iniciarem 2026 recebendo vencimentos-base menores do que o salário mínimo.

Para piorar, na gestão de Castro, o Rioprevidência conseguiu aplicar quase R$ 1 bilhão no Banco Master, um banco falido, sendo o segundo estado do País com mais investimentos neste banco, o que já rendeu a prisão do ex-presidente do instituto. É preciso defender nossa aposentadoria, ameaçada por operações como esta e por saques aprovados pela Alerj.

No dia 7, participe da assembleia da rede estadual. Vamos à luta em defesa dos nossos salários e da aposentadoria.

Faça o download do boletim do Sepe para a rede estadual

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Centenas de servidores de todos os segmentos do funcionalismo estadual realizam ato na tarde de hoje na frente do prédio da ALERJ. A manifestação cobra dos deputados e do governador Cláudio Castro o cumprimento do acordo feito na Casa Legislativa, em 2021, de recomposição salarial dos servidores entre os anos de 2017 a 2021.

Agora em fevereiro, completam-se dois anos do calote de Cláudio Castro sobre os servidores. Ele só pagou a primeira parcela do acordo, em fevereiro de 2022 e deixou de pagar as parcelas restantes do acordo previstas para fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024. Durante a manifestação, a direção do FOSPERJ (Fórum Estadual dos Servidores Públicos Estaduais do Rio de Janeiro) e dirigentes das entidades representativas do funcionalismo pediram o apoio dos deputados para obrigar o governo do estado a pagar as duas parcelas restantes da recomposição.

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O governador Claudio Castro sancionou, no dia 04 de janeiro, o Projeto de Lei da recomposição salarial dos servidores estaduais, aprovado pelo plenário da Alerj no dia 21 de dezembro do ano passado. A agora Lei 9952/2023 (antes PL 6520/2022), foi sancionada nesta quarta-feira e publicada no Diário Oficial do Estado. O Sepe lamenta e repudia na sanção o veto de Castro contra a incidência do reajuste de 5,9% sobre as gratificações e demais benefícios dos servidores, fator que contribui para a manutenção das perdas acumuladas ao longo dos anos de congelamento dos salários das categorias do funcionalismo.

 

Com o veto do governador, diversas categorias deverão ter uma recomposição a menor, em especial aquelas que tem nas gratificações e demais parcelas remuneratórias a maior parte dos seus vencimentos. Fica claro mais uma vez a falta de compromisso do governo estadual para com o conjunto do funcionalismo.

 

Como se não bastasse, até o hoje o estado do Rio de Janeiro não paga o piso nacional do magistério para os profissionais da rede estadual e a categoria tem um dos pisos salariais mais baixos de todo o país. Ao mesmo tempo a Alerj estuda uma proposta de aumento de até 62% para o governador e seu secretariado, que já foi aprovada pela Comissão de Orçamento da Casa e não chegou a ser votada no dia de aprovação do PL da recomposição (21/12).

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O Sepe convocou os profissionais da rede estadual de educação RJ e realizou um ato público na porta da SEEDUC, na manhã desta sexta-feira (03/12), em protesto contra o salário congelado desde 2014, contra a prestação de contas para receber o auxílio tecnológico, para exigir que o governo aplique os mais de R$ 650 milhões disponíveis do FUNDEB nos salários da educação estadual e pelo cumprimento do 1/3 de planejamento extraclasse, entre outras reivindicações da categoria. Na manifestação, o Sepe reivindicou a realização de uma audiência imediata com o secretário estadual de Educação, Alexandre Valle, para discutir a pauta.

Infelizmente, a Seeduc não recebeu o sindicato, mesmo com a diretoria do Sepe tendo enviado ofícios, com antecedência; além disso, diretores foram até a Secretaria, durante a semana, pessoalmente, cobrar a realização da audiência ainda nesta sexta-feira para discutir, emergencialmente, a questão do auxílio tecnológico.


AUXÍLIO TECNOLÓGICO

Diretores do Sepe utilizaram o microfone para denunciar o fato de que o auxílio tecnológico não cobre as despesas que a categoria teve durante a pandemia para poder trabalhar com a educação à distância. Além disso, foi criticada a exigência de prazos e comprovações para que o profissional possa receber o auxílio, dificultando que os gastos dos profissionais durante a pandemia sejam realmente ressarcidos.

Durante a manifestação, o sindicato também alertou sobre a campanha salarial da rede estadual, tendo como eixo central o reajuste com base no valor atualizado do Piso Nacional da Educação (lei 11.738/2008) para os professores e de reajuste no valor atualizado do Piso Regional do Estado para funcionários.

Além disso, queremos discutir o acordo recentemente firmado entre o governo do estado e a Fecomércio-RJ, visando a compra de equipamentos tecnológicos para os profissionais de educação. Exigimos transparência nesse acordo.

O Sepe também denunciou o processo de precarização que a SEEDUC tem imposto para a rede estadual, prejudicando os profissionais e alunos, ocorrendo até o fechamento de turmas; também foi lembrado que o Estado do Rio de Janeiro ficou de fora da negociação envolvendo a aprovação da PEC dos Precatórios pelo Congresso, o que acarretou a perda de verbas importantes para a educação.

No nosso facebook disponibilizamos os vídeos com as falas da diretoria do sindicato – clique aqui para acessar o face do Sepe.


GOVERNO NÃO APLICA O SALDO DO FUNDEB NOS SALÁRIOS DOS PROFISSIONAIS

Na manifestação em frente à Seeduc, os diretores do Sepe denunciaram que o governo estadual e a Secretaria não utilizaram a totalidade dos recursos do FUNDEB dentro do exercício de 2021, tendo aplicado somente 72% do total dos recursos – assim, para chegar aos limites estabelecidos por lei, o governo do estado deveria investir, no mínimo, 90% do valor recebido dentro do exercício e 70% deste total têm que ser aplicados nos vencimentos dos profissionais de educação. Portanto, seria necessário, pelo o que manda a lei, aplicar ainda em 2021 cerca de R$ 757 milhões e, deste valor, R$ 654 milhões teriam que ser gastos com pagamentos para os profissionais de educação (valores que não incluem os recursos futuros de novembro e dezembro de 2021, que costumam ser mais elevados do que a média dos outros meses).

Não podemos esquecer que existem despesas que devem ser custeadas com os recursos fora do FUNDEB e, até o momento, o estado aplicou R$7.261.524.098,00, perfazendo apenas 21,72% do Fundo Manutenção de Desenvolvimento da Educação (MDE).

Ou seja, o governo estadual pode e deve usar os recursos do Fundeb para aplicar nos salários dos profissionais de ensino. Então por que não aplica? Essa é a grande questão que o Sepe colocou em frente à Seeduc hoje, exigindo que os gastos do Fundo sejam utilizados de forma transparente.


1/3 EXTRACLASSE E RECOMPOSIÇÃO DO PISO

Na manifestação, a diretoria do Sepe cobrou o cumprimento pelo estado da lei do 1/3 de planejamento extraclasse contida no Nacional do Magistério (Lei 11.738/2008). Já temos a nosso favor a sentença da Justiça do TJRJ, ajuizada em 2012 e com decisão definitiva, não cabendo mais recursos por parte do governo. Além da decisão definitiva e transitada em julgado na ação judicial movida pelo sindicato no TJRJ, o próprio Supremo Tribunal Federal já decidiu que é constitucional a Lei do Piso Nacional que reserva o 1/3 da carga horária dos professores da educação básica para dedicação às atividades extraclasse.

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