Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O Sepe convoca todos os professores e funcionários da rede municipal de educação do Rio de Janeiro, filiados ou não ao Sindicato, a participarem da Assembleia Extraordinária on-line, no dia 28 de julho de 2025 (segunda-feira), às 18 horas, em primeira convocação, e às 18h30, em segunda e última convocação, com qualquer número de presentes, para discussão e deliberação sobre a seguinte ordem do dia:

– Eleição dos representantes do SEPE, sendo um titular e um suplente, para os cargos relativos a representantes de entidades representativas de trabalhadores da Educação do Conselho Municipal de Educação do Município do Rio de Janeiro, para o biênio 2025-2027.

Para participar da assembleia, o profissional de educação deverá acessar o seguinte link de inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf6sDCjoAb6EPMBCNGtQwVA2spjfBYuhcLTFLloEMh_qhJ-nw/viewform

Ao acessar o link, o profissional deverá responder a um cadastramento. 

Leia o edital de convocação no site do Sepe.

Leia o edital de convocação publicado no jornal Extra.

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Em relação ao desmentido da SME-RJ sobre a denúncia do Sepe de que merendeiras concursadas de uma escola da 2ª CRE seriam obrigadas a trabalhar no recesso de julho de forma compulsória e sem remuneração extra, o sindicato reafirma a veracidade das informações divulgadas.

Conforme destacado em nossa nota publicada em 18/07, a Comissão de Merendeiras do sindicato recebeu a informação diretamente da coordenação da 2ª CRE.

Diante da pressão do Sepe e das funcionárias da escola em questão, a SME recuou, e as merendeiras não serão mais obrigadas a trabalhar durante o recesso, sendo substituídas pelas APAS (agentes de preparo de alimentos).

Nossa reivindicação é firme e histórica: as merendeiras e demais funcionários(as) administrativos(as) da rede municipal do Rio de Janeiro têm direitos que precisam ser respeitados pela prefeitura.

O Sepe somos nós, nossa força e nossa voz!

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Nesta quinta-feira (17), a coluna “Servidor Público” do jornal Extra, assinada pelo jornalista Gustavo Silva, repercutiu os atrasos de até dez meses na efetivação de professores(as) que já cumpriram o estágio probatório na rede municipal do Rio.

A professora Magaly Peres, uma das afetadas, relatou ao jornal as consequências da demora: “Sem a confirmação no cargo, o servidor não recebe benefícios como o adicional por mestrado. Ficamos num limbo, sem previsão concreta de publicação no Diário Oficial”.

Em uma reunião na Escola de Formação Paulo Freire, no final de junho, Magaly questionou o secretário municipal sobre o atraso em sua efetivação e foi destratada por ele – cena que viralisou em um vídeo nas redes.

O Sepe produziu um depoimento completo da professora, disponível em nossas plataforma – clique aqui para ver o vídeo em nosso facebook.

A direção do sindicato também foi ouvida pelo Extra. Clique aqui para ler a matéria completa. 

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Nesta terça-feira (15/07), a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ) decidiu implementar o projeto “Escola de Férias, oferecendo aos(às) professores(as) a possibilidade de se inscreverem, voluntariamente, a trabalhar no recesso de julho, nessa espécie de colônia de férias, com uma remuneração de R$ 900 por cinco dias de trabalho em uma unidade escolar da rede.

Contudo, de forma arbitrária, as merendeiras concursadas desta mesma unidade serão obrigadas a trabalhar, de forma compulsória, e sem receber remuneração, ao contrário do corpo docente.

Já nesta quinta-feira, dia 17, em reunião com a direção do Sepe e Comissão de Merendeiras, a coordenação da 2ª CRE da SME-RJ informou que as “merendeiras são obrigadas a trabalhar, senão receberão falta”.

No entendimento do Sepe, as merendeiras concursadas deveriam ter sido avisadas com antecedência e com o direito a optarem ou não em trabalhar, com a garantia de uma remuneração, como ocorreu com os(as) professores(as).

A CRE informou também que esse projeto de férias irá ocorrer em outras unidades que têm merendeiras terceirizadas.

O Sindicato está analisando a situação, inclusive juridicamente, para exigir os mesmos direitos às merendeiras. Não é possível que tal discriminação ocorra! As merendeiras são, historicamente, um setor da educação extremamente discriminado, mal remunerado e que trabalha em péssimas condições. Não aceitaremos isso!
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O Sepe RJ repudia a fala do secretário municipal de Educação RJ, Renan Ferreinha, que incomodado com a repercussão negativa de um vídeo nas redes sociais onde ataca uma professora durante uma reunião com profissionais aprovados no período de estágio probatório, acusou o sindicato de ter editado o vídeo do encontro, “retirando sua fala de contexto”. O sindicato refuta tais acusações e reafirma sua posição contrária à atitude do secretário de atacar uma profissional de educação.

A professora, de 58 anos, convocada junto com outros profissionais para o encontro com a Secretaria Municipal de Educação (SME), queria simplesmente saber o motivo do atraso da publicação em Diário Oficial dos nomes dos aprovados no estágio probatório após 10 meses do final do mesmo. Incomodado, Renan Ferreirinha tratou a profissional com ironia e arrogância e disse que a mesma poderia se retirar da reunião ou, até mesmo “do magistério”. O vídeo com a fala do secretário se espalhou rapidamente nas redes sociais e gerou revolta entre os profissionais, que condenaram a falta de respeito e pediram a saída de Ferreirinha do comando da SME.

O sindicato contesta as acusações do secretário e reafirma que a entidade cumpriu seu papel como legítima representante da categoria de denunciar qualquer ataque de autoridades contra a categoria. A ironia e o desrespeito do secretário se encontram expostos no vídeo para quem quiser ver, sem precisar de qualquer truque de edição. Não podemos aceitar que o responsável pela pasta da Educação de uma cidade como o Rio de Janeiro, que possui a maior rede de escolas da América Latina, não saiba como se comportar diante de uma simples pergunta de uma profissional.

Entendemos que ao tentar jogar sobre o Sepe a consequência do que o seu destempero e falta de tato acabou produzindo e o vulto e repercussão tomados nas redes, Renan Ferreirinha tenta inutilmente arranjar uma desculpa para os milhares de profissionais que estão acessando em massa as mídias sociais para expressar em alto e bom som: “A Educação fica! Ferreirinha – o secretário de Educação que não respeita o educador – sai!”

Há uma enorme insatisfação da categoria que pede a saída do secretário. Por isso, a campanha que o Sepe instituiu: “Fora Ferreirinha, vá com Paes”.

O Sepe-RJ está acompanhando a professora que sofreu a agressão.

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A juíza titular da 3ª Vara de Fazenda Pública da capital, Mirela Erbisti, julgou procedente a Ação Civil Pública do Sepe que pede que a prefeitura do Rio de Janeiro faça o pagamento da gratificação de desempenho aos secretários escolares da SMERJ aprovados no curso de capacitação realizado em 2020, sob pena de multa.

A ação ajuizada pelo Sepe visa o imediato e efetivo cumprimento da Lei Municipal nº 5335/2011 e do Decreto Municipal nº 44.679/2018, no sentido da realização de cursos de capacitação aos secretários escolares não contemplados em cursos anteriores, bem como o pagamento da gratificação de desempenho aos secretários escolares aprovados nos referidos cursos de capacitação inicial e intermediário.

A presente decisão, datada de 28/06, é uma vitória da luta do sindicato e da categoria na defesa dos direitos dos secretários escolares.

Em síntese, eis a decisão da juíza:

– Condenar o réu a implementar no contracheque dos servidores aprovados nos cursos de capacitação em dezembro de 2020, a gratificação de desempenho no prazo de trinta dias, sob pena de multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por cada contracheque em desacordo;

– Condenar o réu a pagar aos servidores aprovados no curso de capacitação de 2020 os valores retroativos a 1º de janeiro de 2021, com os devidos acréscimos legais em 30 dias, sob pena de multa mensal total de R$ 100.000,00 (mil reais);

– Condenar o réu a oferecer e finalizar os cursos de capacitação aos servidores por ventura ainda não contemplados, no prazo de seis meses e a consequente implementação dos pagamentos a partir do dia 1º do mês subsequente à aprovação no curso sob pena de multa mensal de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por cada servidor não contemplado.

A decisão pode ser lida neste link.

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No dia 20/2, a direção do SEPERJ reuniu-se com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SMERJ) para tratar da pauta dos profissionais de educação da rede municipal RJ – o resultado da audiência com a SME foi levado à assembleia da categoria, no sábado. Veja o que foi discutido na audiência:

. Migração e Convocação de concursados;

. 1/3 de planejamento na EI e na EE

. Pagamento do auxílio transporte;

. Programa Caminhando;

. Eleição dos conselheiros escolares

. Pagamento das DRs;

. Eleição para diretor na EM Senador Correa (2ª CRE).

A pauta econômica de reajuste salarial e aumento do vale refeição não é de competência exclusiva da SME e deve ser debatida com o prefeito Eduardo Paes e a Secretaria de Fazenda. Por isso, não foi debatida na audiência, embora o sepe tenha manifestado a indignação da categoria sobre a falta de reajuste em 2023, apesar da promessa do prefeito – segundo o Dieese, seria necessário um reajuste de mais de 24% para cobrir as perdas da categoria nos últimos anos.


Migração e Convocações

A respeito da migração e da convocação dos concursados, o assessor do secretário de educação, Willmann Costa, afirmou que a Secretaria de Fazenda não liberou nenhuma das duas solicitações, restando apenas a possibilidade de contrato. Solicitamos que em uma próxima reunião haja um represente da Fazenda, para que esse argumento, que é exaustivamente repetido, possa ser debatido a partir dos dados técnicos que possuímos. O Sepe afirmou que há incoerência em realizar contratos ao invés de chamar o banco de concursados e migração, visto os gastos semelhantes com salários e que concursados contribuem para a Previdência, além de ofertar maior dignidade a quem educa e aos estudantes. Vários contratos encerrarão no meio do ano letivo.

Garantia de 1/3 extraclasse

A respeito do 1/3 de planejamento extraclasse na Educação Infantil e na Educação especial, a gestão da SME reconhece que ainda faltam profissionais diversificados para atuar nas escolas de modo a garantir o planejamento estabelecido em lei. O SEPE, então, solicitou um mapeamento com percentuais da realidade por CRE a respeito do cumprimento da lei. Reafirmamos que nas unidades escolares não existe estrutura adequada com equipamentos, espaços e bibliotecas para que os docentes realizem o planejamento com qualidade, o que torna absurda a obrigatoriedade de cumprir a maior parte desta carga horária na escola.

Ressaltamos que no site e nas redes sociais do sindicato há um formulário para coletarmos denúncias de não cumprimento do 1/3 extraclasse para fundamentar a denúncia que o SEPE fez ao MP. Pedimos que os profissionais participem – clique aqui para acessar.

Programa Caminhando

Em relação ao Programa “Caminhando”, Willman afirmou ser um projeto piloto que atinge menos de 500 alunos da rede, cujo objetivo é oferecer aulas de reforço aos sábados, para evitar a evasão escolar. Indicou que um dos aspectos considerados foi ingresso precoce de adolescentes na Educação de Jovens e Adultos. O sepe questionou que tal projeto resgata a aprovação automática, que vem junto com a política de 14º salário, com base em aprovações e a necessidade de melhorar índices de avaliações externas.

Ainda assim, os diretores do SEPE foram enfáticos na crítica à falta de autonomia pedagógica, à falta de democratização das ações da SME, que no desenvolvimento do projeto não envolveram o Conselho Municipal de Educação, nem a Comissão de Educação da Câmara, nem o Fórum Municipal de Educação, tampouco o próprio Sindicato que representa os profissionais de Educação. Este debate precisa ser feito no chão da escola com os profissionais de educação.

Retorno do Auxílio Transporte

Diante da mobilização da categoria e do Sepe, Willmann afirmou na reunião que o auxílio será pago com o retroativo e nova nomenclatura, já na folha de fevereiro, com pagamento em março. Estamos de olho!

Eleição de Conselheiras(os)

De acordo com o assessor de Renan Ferreirinha, o informe do secretário Hugo tem a ver com a eleição de representantes nos polos, por CRE, junto à SME, e não com as representações nos conselhos. O Sepe chamou a atenção sobre o método de comunicação não oficial do subsecretário, e que informações oficiais são feitas através de email com documentos oficiais, em se tratando de servidores públicos.

Dupla Regência

Afirmou, por fim, Willmann Costa que há grande esforço para o pagamento das DRs feitas em fevereiro em folha suplementar, já no mês de março.

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O Sepe realizou dia 19/04 uma plenária on-line com os secretários escolares da rede municipal RJ de educação, com a participação de cerca de 80 profissionais. Leia os encaminhamentos decididos:

1) Formar uma comissão de secretários escolares para estreitar a ponte entre o SEPE, em especial a nossa Secretaria de Assuntos Jurídicos, e a base da categoria e encaminhar as propostas. Fazer Juntada de documentos e fazer uma lista dos documentos necessários e interessantes para a comissão entregar aos advogados do sindicato.

2) Fechar uma representação por CRE (titular/suplente); convidar também o grupo dos 64 funcionários que não recebem a GD inicial; definir a comissão na próxima plenária de secretários escolares dia 08/05/21, 10h.

3) Realizar plenárias periódicas quinzenais e com o comunicado constantemente divulgado para a categoria.

4) Discutir o ato simbólico na próxima plenária dia 08/05.

5) Indicar para a Secretária de Funcionários do Sepe a realização de uma plenária de funcionários da rede municipal RJ.

6) Abaixo-assinado sobre a causa específica dos secretários escolares. Decidir na plenária do dia 08/05/21;

7) Vídeos denunciando as condições de trabalho dos secretários escolares na rede municipal RJ (dia 08/05/21).

8) Realização na TV SEPE de debate sobre a pauta dos secretários escolares.

9) Além dos encaminhamentos já definidos no campo judicial, os secretários reafirmaram a inclusão da questão do danos morais e no processo único fazer pedido de tutela antecipada para o curso inicial.

10) Nota sobre as condições de escola. Texto base será feito pela Comissão escolhida na plenária.

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Devido à audiência a ser realizada com o secretário de Educação municipal RJ, Renan Ferreirinha, na próxima quarta-feira (30/06), a direção do Sepe decidiu remarcar a assembleia dos profissionais municipais de educação para a próxima quinta-feira, dia 1º de julho, às 17h; quem já fez a inscrição não precisa se inscrever de novo. A audiência com o secretário foi confirmada nessa sexta-feira (25).

A seguir, veja como se inscrever para a assembleia (Zoom) que discutirá os rumos da greve em defesa da saúde e da vida:

a) A INSCRIÇÃO será feita por meio do seguinte LINK: http://rio.seperj.info/ – ou clique aqui para acessar a inscrição.

b) Caso não esteja ainda cadastrado o profissional será encaminhado para preencher o formulário de cadastramento (será solicitado envio de contracheque digitalizado da rede em questão);

c) No prazo de até 24 horas será informada a aprovação (ou não) de seu cadastro;

d) Após a aprovação do cadastro o profissional receberá uma mensagem de e-mail com a confirmação da inscrição e link para ativação de sua senha (confira nas Caixas de Spam ou de Promoções);

e) No dia da assembleia o profissional devidamente cadastrado e com a senha ativada receberá por e-mail links de acesso a plataforma Zoom e para votação de propostas.
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