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Depois da polêmica envolvendo uma postagem do secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, que utilizou trechos de uma fala do ministro da Propagando do governo nazista, Joseph Goebels, o governo federal resolveu exonerá-lo do Cargo. A informação está sendo veiculada por toda a imprensa e foi anunciada pela própria assessoria da Secretaria Especial de Cultura, no meio desta manhã.

A polêmica foi iniciada depois que o secretário, ao anunciar o lançamento de um prêmio ao lado de Bolsonaro, postou um vídeo, que apresentava um trecho de um discurso de Goebels proferido na década de 40, falando sobre o nacionalismo e a arte.

Desde sua indicação por Bolsonaro no ano passado, primeiro para a um cargo na direção da Funarte e, depois, para a Secretaria Especial de Cultura, Roberto Alvim ganhou destaque negativo por atos e declarações marcadas pelo autoritarismo e identificação com os ideais reacionários e conservadores que caracterizam o governo Bolsonaro. Ontem, o vídeo em que cita um trecho de uma fala do ministro nazista foi a gota d'água, que obrigou o governo federal a exonerá-lo. O presidente Jair Bolsonaro ainda não havia comentado a decisão, mas depois emitiu nota dizendo que a exoneração ocorreu por causa da fala "infeliz" do secretário, que ele havia considerado um aliado de primeira hora.  

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Depois da polêmica envolvendo uma postagem do secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, que utilizou trechos de uma fala do ministro da Propagando do governo nazista, Joseph Goebels, o governo federal resolveu exonerá-lo do Cargo. A informação está sendo veiculada por toda a imprensa e foi anunciada pela própria assessoria da Secretaria Especial de Cultura, no meio desta manhã.

A polêmica foi iniciada depois que o secretário, ao anunciar o lançamento de um prêmio ao lado de Bolsonaro, postou um vídeo, que apresentava um trecho de um discurso de Goebels proferido na década de 40, falando sobre o nacionalismo e a arte.

Desde sua indicação por Bolsonaro no ano passado, primeiro para a um cargo na direção da Funarte e, depois, para a Secretaria Especial de Cultura, Roberto Alvim ganhou destaque negativo por atos e declarações marcadas pelo autoritarismo e identificação com os ideais reacionários e conservadores que caracterizam o governo Bolsonaro. Ontem, o vídeo em que cita um trecho de uma fala do ministro nazista foi a gota d'água, que obrigou o governo federal a exonerá-lo. O presidente Jair Bolsonaro ainda não havia comentado a decisão, mas depois emitiu nota dizendo que a exoneração ocorreu por causa da fala "infeliz" do secretário, que ele havia considerado um aliado de primeira hora.  

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