Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).
O Sepe criou um formulário para receber informações dos profissionais docentes da rede municipal carioca sobre o impacto da Lei da Minutagem, implantada em 2025 e que ampliou a quantidade de aulas por docente e reduziu o tempo de planejamento.

Após a coleta, os dados serão sistematizados e disponibilizados publicamente. Também serão entregues, na forma de relatório, a órgãos e instituições competentes, como o Ministério Público do Rio de Janeiro, que analisa a situação da rede municipal e de seus profissionais após a aprovação da Lei Complementar nº 276/2024, enviada pelo então prefeito Eduardo Paes.
 
O Ministério Público estuda a abertura de uma ação civil pública sobre a minutagem. O tema foi tratado com o Sepe em audiência no dia 27 de julho com a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital.
 
O Sepe convida toda a categoria docente municipal do Rio de Janeiro a preencher o formulário, cujos dados serão tratados de forma sigilosa.

ParticipeLink para o formulário

A assembleia do dia 15/08 também aprovou que se faça pressão para a aprovação do Projeto de Lei 4332/2024, que limita os efeitos da minutagem e que está tramitando no Senado. Pedimos que a categoria envie mensagens para os senadores e para o presidente Lula – acesse aqui para contatar os senadores.


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O Sepe convoca seus filiados para participarem da assembleia estatutária neste sábado (15), às 13h, em modo presencial, no auditório do 9º andar da ABI (Rua Araújo Porto Alegre, nº 71). A assembleia terá como pauta: discutir e deliberar sobre a elaboração do Regimento Interno e a definição da composição da Comissão de Ética do SEPE-RJ.

O direito a voto será exclusivo aos profissionais de educação filiados ao Sepe, que deverão comprovar tal condição mediante apresentação de contracheque recente e documento oficial de identidade com foto.

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Os servidores concursados da Educação Municipal de Mesquita, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o professor Marcos Cesar de Souza Costa Junior e a merendeira Vivianne Alexandra da Silva Santos – também diretores do Sepe Mesquita – vivem um drama desde a pandemia, quando, de maneira ilegal, em 2020, sofreram Processos Administrativos Disciplinares (PADs) e foram sumariamente demitidos na gestão do então prefeito Jorge Miranda (PL).

As demissões foram posteriormente anuladas pela Justiça, em ações movidas pelo Departamento Jurídico do Sepe, que determinou a reintegração dos servidores. Em relação à situação de Marcos — cujo processo já transitou em julgado —, a gestão do atual prefeito Marotto Miranda (PL), apesar de oficialmente notificada em outubro de 2025, há oito meses, portanto, ainda não cumpriu a decisão judicial nem apresentou qualquer medida concreta para efetivar a sua reintegração.

Já em 13 de maio de 2026, foi proferida sentença pela Vara Cível de Mesquita, reconhecendo a ilegalidade da demissão do cargo de merendeira de Vivianne, determinando sua imediata reintegração ao cargo, além do pagamento de todas as remunerações que ela deixou de receber e indenização por dano moral.

Também em maio de 2026, a Comissão de Servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) enviou uma notificação à prefeitura sobre a situação do professor Marcos, com a “exigência de cumprimento de decisão judicial transitada em julgado (…) bem como a devida reintegração ao quadro funcional do município de Mesquita”.

No ofício, a ALERJ informa que a Prefeitura, ao não reintegrar o servidor, cometia “grave violação à coisa julgada, afronta direta à autoridade do Poder Judiciário e desrespeito aos princípios constitucionais da legalidade e da segurança jurídica, pilares do Estado Democrático de Direito”.

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Marcos, à época da demissão, integrava o CACS-Fundeb e o Conselho do Instituto MesquitaPrev. Vivianne, por sua vez, também integrava o Conselho do MesquitaPrev, tendo sido diretora e integrante do Conselho Municipal de Educação. Ambos também faziam parte da direção do Sepe Mesquita. Esses fatos evidenciam que a prefeitura agiu de forma truculenta contra a atuação sindical e a militância dos servidores públicos na defesa da educação pública e dos direitos da categoria, bem como na luta, à época, contra o fechamento de turmas e escolas na cidade.

O Sepe não tem dúvida de que as exonerações de Marcos e Vivianne foram resultado de perseguição política e sindical. Os servidores responderam aos PADs sem garantia plena do direito de defesa, culminando com suas demissões.

Não por coincidência, a partir daquele ano, a gestão municipal ampliou a perseguição aos servidores públicos, com a cassação de licenças sindicais, a abertura de centenas de PADs e novas demissões, desrespeitando inclusive entendimento do STF sobre a liberdade sindical e o direito de organização dos trabalhadores.

Com a perseguição política, Marcos Cesar ficou impedido, durante quase seis anos, de assumir novos cargos públicos em razão da exoneração. Também precisou interromper sua graduação em Matemática na UFRRJ e teve agravamento em seu quadro de saúde.

Com isso, o Sepe exige:

– Imediato cumprimento da decisão judicial, com as reintegrações de Marcos e Vivianne;

– Fim da perseguição contra educadores e sindicalistas;

– Respeito à democracia, à organização sindical e à liberdade de cátedra.

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O Sepe está participando, do XXVI Seminário Estadual dos Conselhos Municipais da Educação do Rio de Janeiro, que está sendo realizado no município Saquarema (Região dos Lagos, RJ) nos dias 20 e 21 de maio. O evento deste ano tem foco no fortalecimento e qualificação da atuação dos conselheiros municipais.

O XXVI Seminários dos Conselho Municipais da Educação RJ reúne representantes dos conselhos municipais e a sociedade civil para troca de experiências e formação, sendo fundamental para a articulação das instituições de ensino.


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A educação pública é o pilar de uma sociedade justa e desenvolvida. No entanto, em Curitiba, esse princípio vem sendo sistematicamente negligenciado. Os/as educadores/as de todo o Brasil manifestam a sua mais irrestrita solidariedade às professoras e professores da rede municipal de ensino que, nesse dia 08 de abril, iniciam um movimento legítimo de greve em defesa de seus direitos e da qualidade do ensino.

Expressamos nosso total apoio ao conjunto da categoria e ao seu sindicato representativo, o SISMMAC. A decisão de cruzar os braços nunca é fácil para um/a educador/a, mas torna-se o último recurso quando o diálogo é substituído pela intransigência. Reconhecemos a coragem daqueles/as que estão nas ruas para garantir que a educação não seja tratada como gasto, mas como investimento.

É lamentável que a gestão do prefeito Eduardo Pimentel (PSD) mantenha uma postura de fechamento e falta de valorização real frente aos/às profissionais que cuidam do futuro da capital paranaense. A atual administração municipal tem falhado em múltiplos aspectos na condução dessa negociação: ignorar as perdas salariais históricas que corroem o poder de compra dos/as docentes é a principal delas, já que desconsidera a premissa basilar de justiça. Manter condições precárias de trabalho que sobrecarregam os/as profissionais e prejudicam o aprendizado dos/as estudantes também não pode ser subestimado pela gestão de qualquer ente federado do nosso país. E, por fim, mas não menos trágico, apostar na divulgação de notícias falsas para tentar jogar a sociedade contra os/as educadores/as só mostra o desespero da atual gestão, que recorreu à judicialização do movimento legítimo dos/as profissionais de ensino da cidade.

Apoiamos integralmente a pauta de reivindicações do magistério, que inclui: reposição salarial imediata e pelo fim das perdas inflacionárias; plano de carreira justo, para que o crescimento profissional seja uma realidade, não apenas uma promessa no papel; melhores condições de saúde e trabalho, com menos sobrecarga e mais respeito à saúde mental dos/as professores/as; e, não menos importante, a defesa da escola pública, por mais recursos e infraestrutura nas unidades escolares de Curitiba.

A luta dos/as professores/as é, acima de tudo, uma luta em defesa das famílias curitibanas e do direito de nossas crianças a um ensino público, gratuito e de qualidade. Pelo cumprimento imediato da pauta dos/as profissionais do magistério de Curitiba e pela valorização de quem ensina!

Todo apoio ao SISMMAC e ao conjunto da categoria que, nas ruas, terão êxito nesse movimento justo e legítimo em defesa da educação pública e das crianças de Curitiba

Brasília, 08 de abril de 2026

Direção Executiva da CNTE

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O Sepe firmou acordo, no dia 10 de dezembro, com o governo do estado, por meio da Câmara Administrativa de Solução de Controvérsias da Procuradoria Geral do Estado (CASC-PGE/RJ), garantindo o pagamento direto em folha para filiados aposentados vinculados ao Rioprevidência, beneficiários da decisão judicial vitoriosa que reconheceu ser devido um dia de férias indevidamente reduzido em 2018.

O direito já havia sido restituído aos docentes ativos no calendário de 2021; agora, o acordo assegura o pagamento aos que se aposentaram entre 2018 e 2021 e não haviam sido contemplados. O documento do acordo será juntado ao processo para homologação judicial — etapa prevista para ocorrer após o recesso do Judiciário, a partir de 21 de janeiro de 2026.

Este acordo é mais um resultado de boas negociações entre o Sindicato e a CASC-PGE/RJ que busca solucionar de forma mais breve processos judiciais em fase final de execução. Acompanhem nas mídias sociais os próximos informes referentes ao caso.

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Os deputados estaduais aliados do governo Cláudio Castro aprovaram, na tarde desta quarta-feira (22/10), na ALERJ, o substitutivo ao Projeto de Lei nº 6.035/2025. A proposta autoriza o governo do estado a retirar do Rioprevidência os recursos provenientes de royalties e participações especiais do petróleo para o pagamento da dívida pública do estado com a União. Atualmente, esses recursos são destinados ao Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio. Estima-se que cerca de R$ 5 bilhões possam ser retirados do Rioprevidência. A oposição conseguiu aprovar uma emenda ao substitutivo, limitando a vigência da lei até 31 de dezembro de 2026.

Segundo o painel oficial de votação da Alerj para o Projeto de Lei nº 6.035/2025, em 22 de outubro, 69 deputados estavam presentes, sendo que 48 votaram “Sim” e 21 votaram “Não”.

Confira abaixo como foi o voto de cada parlamentar e o total por partido:


VOTARAM A FAVOR DO PL 6035


DEPUTADO(A)Partido
Alan LopesPL
Alexandre KnoplochPL
André CorrêaPP
Arthur MonteiroUNIÃO
BrazãoUNIÃO
Bruno BoarettoPL
Carlinhos BNHPP
Carlos MacedoREPUBLI
Chico MachadoSOLIDA
Chiquinho da MangueiraSOLIDA
Daniel MartinsUNIÃO
Danniel LibrelonREPUBLI
Delegado Carlos AugusPL
Dionísio LinsPP
Douglas GomesPL
Dr. DeodaltoPL
Dr. Pedro RicardoPP
Elton CristoPP
Fábio SilvaPL
Filipe SoaresUNIÃO
Filipe PoubelPL
Franciane MottaPODE
Fred PachecoPMN
Giovani RatinhoSOLIDA
Giselle MonteiroPL
Guilherme DelaroliPL
Índia ArmelauPL
Jorge Felippe NetoAVANTE
Júlio RochaAGIR
LucinhaPSD
Marcelo DinoUNIÃO
Márcio GualbertoPL
Munir NetoPSD
Rafael NobreUNIÃO
Rafael PiccianiMDB
Renan JordyPL
Renato MirandaPL
Rodrigo AmorimUNIÃO
Rodrigo BacellarUNIÃO
Rosenverg ReisMDB
Samuel MalafaiaPL
Sarah PoncioSOLIDA
Thiago GagliassoPL
Thiago RangelPMB
Tia JuREPUBLI
Val CeasaPRD
Valdecy da SaúdePL
Vinicius CozzolinoUNIÃO

VOTARAM CONTRA O PL 6035
NomePartido
Átila NunesPSD
Carla MachadoPT
Carlos MincPSB
Claudio CaiadoPSD
Dani BalbiPCdoB
Dani MonteiroPSOL
Élika TakimotoPT
Flavio SerafiniPSOL
Jari OliveiraPSB
Lilian BehringPCdoB
Luiz PauloPSD
Marina do MSTPT
Martha RochaPDT
Prof. JosemarPSOL
Renata SouzaPSOL
Renato MachadoPT
Sergio FernandesPSD
Verônica LimaPT
Vitor JuniorPDT
Yuri MouraPSOL
ZeidanPT


VOTAÇÃO POR PARTIDO

PartidoVotos SIMVotos NÃO
AGIR10
AVANTE10
MDB20
PCdoB02
PL170
PMB10
PMN10
PODE10
PP50
PRD10
PSB02
PSD24
PSOL05
PT06
PDT02
REPUBLI30
SOLIDA40
UNIÃO90

Saiba mais sobre o projeto aprovado e o ato dos servidores

Leia o conteúdo da lei aprovada no site da Alerj

 

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O Sepe iniciará em 1º de outubro uma campanha de mídia em defesa dos direitos dos profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro. A campanha foi elaborada com três eixos principais, representando três reivindicações da categoria para o prefeito Eduardo Paes: condições de trabalho e concurso público e reajuste dos salários, congelados há 18 meses e cujo reajuste o Sepe vem cobrando em vídeos, adesivos e cartazes. Cada um destes eixos se desdobra em outras questões, como o reajuste do vale alimentação, o fim da minutagem e do assédio que levam ao adoecimento, a defesa da convocação de concursados, o combate à terceirização e à contratação temporária e a denúncia das políticas de privatização, meritocracia e aprovação automática na rede.
 
O objetivo da campanha é mostrar para a população carioca que o prefeito Eduardo Paes e o secretário Renan Ferreirinha, ao contrário do que dizem em suas redes, não investem e não priorizam a educação, a começar pelo descaso e até crueldade com que tratam professores, professoras, funcionários e funcionárias administrativas das escolas.
 
No dia 01/10, a campanha estará nas redes sociais, com cards e vídeos e um selo para que os profissionais coloquem em seus perfis. Estará também nas escolas e nas ruas.
 
Neste mês, a principal atividade de rua será um grande ato na Quinta da Boa Vista, no sábado, 18 de outubro, na semana do Dia do Professor e da Professora. Este ato também contará com a participação dos profissionais da rede estadual, que estarão na rua para denunciar o governo Cláudio Castro para a população. A rede estadual também terá campanha semelhante, a ser lançada, cobrando o pagamento do piso nacional, a recomposição salarial e a defesa da aposentadoria.
 
Profissional de educação, leve a campanha para a sua unidade escolar! Use os adesivos, compartilhe os materiais nas redes e cobre do prefeito Eduardo Paes que respeite os profissionais de educação. Vamos com o Sepe conquistar a dignidade que os educadores merecem!
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destaque-home, Estadual, Sem categoria

Estudo do Sepe/Dieese mostra quantas cestas básicas um profissional da educação estadual, em início da carreira, conseguia comprar com seu vencimento-base em julho de 2014 e quantas consegue comprar em abril de 2025, onze anos depois. Compare e veja os salários de professores e funcionários foram corroídos por anos sem reajuste.
Para recuperar o poder de compra, os salários da rede estadual precisariam hoje de 53,5% de reajuste!
Cláudio Castro, devolva nossos salários e tire as mãos da Previdência. Pague o piso e a recomposição.

 

DOCENTES






 

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cartaz A3 cestasbasicas


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Na tarde desta quinta-feira (07/08), a Comissão de Servidores Públicos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), presidida pelo deputado estadual Flavio Serafini (PSOL), realizou uma audiência pública para debater a situação dos servidores da extinta FAEP (Fundação de Apoio à Escola Pública), que reivindicam a migração para a FAETEC (Fundação de Apoio à Escola Técnica) desde os anos 1990.

Durante o debate, o subsecretário executivo da SEEDUC, Windson Maciel, anunciou que, a partir de setembro, nenhum servidor ex-FAEP lotado na SEEDUC receberá menos que um salário mínimo. Além disso, informou que também no pagamento de setembro os valores dos triênios e gratificações serão atualizados conforme os vencimentos.

A SEEDUC também informou que criou uma nomenclatura específica para identificar esses servidores; no caso, a volta do nome “CIEP” à nomenclatura do cargo. Esse passo tem como objetivo uma futura adequação dos cargos ao plano de carreira da FAETEC e o alinhamento com o orçamento estadual de 2026 (Lei Orçamentária Anual – LOA).

Também foi destacado que o governo do estado terá que aderir ao PROPAG (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados), ajuste fiscal proposto pelo governo federal. Como o programa exige investimentos em educação técnica de nível médio, a migração dos servidores ex-FAEP pode ser incluída nesse processo.

A coordenadoras gerais do Sepe, Helenita Beserra e Rosilene Almeida da Silva, participaram da mesa da audiência e reafirmaram o apoio à histórica reivindicação dos servidores: a migração para a FAETEC, com garantia de isonomia salarial e inclusão no plano de carreira da fundação, incluindo a retroatividade dos pagamentos devidos.

A luta destes servidores é legítima e o atendimento da sua reivindicação pela migração (tanto dos ativos como dos aposentados) é uma questão de reparação de uma injustiça, que provocou ao longo desses anos todos um sério prejuízo para os servidores: ao entrar nos quadros da Fundação, eles recebiam em torno de 3,5 salários. Atualmente, os vencimentos deste segmento da categoria são menores do que o salário mínimo.

Presentes também à audiência, fazendo parte da mesa de condução da reunião, os deputados estaduais Luis Paulo (PSDB), vice-presidente da Comissão, e Josemar (PSOL), que inclusive foi servidor da FAEP; além de Alexandre Valle Cardoso, presidente da FAETEC, e Claudia Oliveira, servidora concursada da extinta FAEP.

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ENTENDA MAIS SOBRE A SITUAÇÃO

Os funcionários ativos e aposentados ex-FAEP ingressaram no órgão extinto através de concurso público realizado em 1993 e, por um erro da administração estadual, houve a transferência deles para a SEEDUC como se fossem funcionários da Secretaria Extraordinária de Programas Especiais.

Com a transferência em 1995, esses servidores tiveram seus salários reduzidos e igualados aos funcionários da SEEDUC. O nome “CIEP”, unidades para as quais eles prestaram concurso para trabalhar, foi retirado da nomenclatura do cargo, o que provocou a perda da identidade deles com o concurso prestado em 1993, desrespeitando o edital do processo seletivo em que foram aprovados e o artigo 37 da Constituição Federal de 1988, que garantem a legitimidade do concurso público.

Assim, após a extinção da FAEP e a reestruturação do órgão, que em 1997 passou a se chamar FAETEC, parte dos aprovados, cerca de 4 mil, foi incorporada de forma provisória pela SEEDUC, mas nunca teve cargos e salários devidamente regularizados e equiparados com os servidores da Faetec.

Quando a SEEDUC foi convocada para cumprir com suas obrigações e regulamentar a vida funcional dos ex-FAEP foi descoberto que, após mais de três décadas, eles não se encontram enquadrados no órgão e que, na prática, não estão nos quadros de nenhuma outra secretaria.

A FAETEC, por sua vez, está se negando a aceitar esses servidores de volta. Esquecendo que eles são os primeiros concursados da FAEP, o órgão que, mais tarde, foi extinto para vir a denominar-se FAETEC.

No final de 2022, a ALERJ aprovou o Projeto de Lei 6.141/2022 que abriu a opção dos servidores para migrarem para os quadros da FAETEC. O PL, no entanto, foi vetado pelo governador Cláudio Castro.

Após muita pressão do Sepe e dos servidores, em abril de 2023, a SEEDUC anunciou a criação do Grupo de Trabalho, com a participação do Sepe e dos principais órgãos estaduais envolvidos na situação, para elaborar um estudo técnico sobre a viabilidade e instrumentalização da migração desses servidores.

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