Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

A Direção do Sepe/RJ, por meio de sua Comissão Organizadora, informa que concluiu a análise dos currículos recebidos, referente à 1ª etapa do processo de seleção para contratação de um advogado para o Departamento Jurídico do sindicato.
Deste modo, em observância aos critérios orientadores estabelecidos no item 3.2 e no preâmbulo do Edital (excelência técnica e compromisso com a defesa da educação pública e organização autônoma da classe trabalhadora), os candidatos abaixo indicados foram selecionados para a 2ª Etapa (Prova Escrita):

ALESSANDRA FERREIRA MARQUES

CAROL BAPTISTA DA SILVA

DÉBORAH KELLY DA SILVA ANDRADE MARTINS

GABRIELA CÂMARA CANUTO

HAFID OMAR ABDEL MELEK DE CARVALHO

ISABEL CRISTINA SOARES TEBALDI GOMES

ISABELA BLANCO PAMPLONA

LEONARDO MOREIRA E SILVA

LUCAS DO NASCIMENTO DOS REIS

MARIANA RODRIGUES

OTÁVIO DUARTE DE MARINS ARAÚJO

RAFAEL CALAZANS NOGUEIRA

RENATA MIRANDA PORTO

ROBSON DE ARAÚJO JÚNIOR

SIMÃ CATARINA DE LIMA PINTO

TOMÁS AGRA CELINO DE MELO

VIVIANE MONTI DE CERQUEIRA

Orientações para a Prova Escrita:

  • Data e Horário: A prova será realizada no dia 18 de maio de 2026, das 14h às 16h.
  • Local: Sede do Sepe/RJ, situada à Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º e 8º andares, Centro, Rio de Janeiro/RJ.
  • Formato: A etapa consistirá na elaboração de uma peça jurídica com tema a ser sorteado no momento, conforme previsto no item 6.1 do Edital.

Aos demais candidatos, o SEPE/RJ agradece o envio dos currículos e o interesse demonstrado na vaga.

Rio de Janeiro, 14 de maio de 2026.

Direção Colegiada do SEPE/RJ

 

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No dia 27 de maio, a Educação estadual irá parar novamente, em uma greve de 24 horas pela recomposição salarial, pelo pagamento do piso na carreira e em defesa da aposentadoria. Os profissionais de Educação amargam perdas históricas – o índice de reajuste necessário supera os 60%. E boa parte da categoria, em especial funcionários, recebe um vencimento-base inferior ao valor do salário mínimo.
 
O ex-governador Cláudio Castro, que renunciou para não ser cassado e está sendo investigado por corrupção, foi responsável não apenas por atacar nosso poder de compra, mas por ameaçar a nossa aposentadoria e pensões, ao destinar quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência para o Banco Master.
 
No dia 27/5, pare e participe das atividades. Às 10h, teremos assembleia geral (em local a confirmar) e às 14h, teremos uma grande marcha até o Palácio Guanabara.
 
 
 
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Em audiência pública na Comissão de Servidores do Estado na ALERJ, realizada no dia 14/05, o secretário de Planejamento e Gestão do Estado, Rafael Ventura Abreu, reforçou que, por determinação do governador Ricardo Couto, a pasta está fazendo estudos reais de impacto orçamentário, visando à recomposição salarial de todos os servidores estaduais. Ele foi acompanhado pelo subsecretário de Gestão de Pessoas da Casa Civil do Estado, Alexandre Mendes Meyohas.

Dezenas de representantes sindicais falaram no plenário, destacando a reivindicação da recomposição salarial. A coordenadora geral do Sepe, professora Helenita Bezerra, falou em nome do sindicato e cobrou que o governo comunique, o mais breve possível, uma data para o pagamento da primeira parcela da recomposição.

PLENÁRIO LOTADO

Diante de um plenário lotado, com centenas de servidores, especialmente profissionais da educação, Rafael Ventura disse que o cenário atual apresenta sinais positivos, como o crescimento da arrecadação, o aumento das receitas provenientes dos royalties do petróleo e uma maior contenção de gastos públicos.

Entre as possibilidades de recomposição em análise, segundo o secretário, está a implementação de duas parcelas previstas em lei aprovada pela Alerj, totalizando 11,56%, segundo os cálculos do governo. A proposta estudada prevê o pagamento de uma parcela no meio do exercício financeiro e outra entre o meio e o fim do segundo semestre.

Segundo ele, a equipe econômica busca criar condições para que o governo possa conceder a recomposição salarial de forma “minimamente confortável”, do ponto de vista fiscal. O secretário também defendeu que, nos próximos exercícios financeiros, o estado enfrente as disparidades salariais existentes entre diferentes categorias do funcionalismo público.

Diante da reivindicação dos servidores pelo pagamento da recomposição, a Comissão de Servidores requisitou ao secretário uma audiência para analisar a situação com maior profundidade, visando à definição de uma data concreta para o pagamento da primeira parcela – o secretário se comprometeu a agendar essa reunião.

PERDAS SALARIAIS

No início da audiência pública da Comissão de Servidores, foi apresentado um relatório sobre a situação econômica do estado e os impactos da política salarial sobre o funcionalismo público estadual. O documento apontou um cenário de forte perda do poder de compra dos servidores ao longo da última década e propôs o pagamento da recomposição salarial de 13,05%, cobrindo as duas parcelas da Lei 9436/2021, aprovada pela ALERJ.

Segundo os dados apresentados pela comissão, desde janeiro de 2014, a inflação acumulada se aproximou de 100%, provocando perdas salariais superiores a 70% para os servidores estaduais, que tiveram no período um reajuste de apenas 19%. O relatório destacou que a situação resultou em achatamento salarial e empobrecimento do funcionalismo, que hoje tem um dos menores salários do país em diversas categorias.

A Comissão também apontou consequências sociais e econômicas desse cenário, como o aumento do adoecimento e do endividamento dos servidores. De acordo com os dados apresentados, o nível de endividamento do funcionalismo estadual supera a média nacional.

Outro ponto destacado durante a audiência foi a evolução do orçamento estadual desde 2017. Segundo o relatório, o percentual de gastos com pessoal vem caindo continuamente ao longo dos últimos anos, enquanto outras despesas do estado cresceram – de acordo com a Comissão, nenhum outro setor foi tão penalizado pela crise fiscal do governo quanto os servidores públicos.

Foi destacado, ainda, que, enquanto os gastos de custeio e as despesas dos demais poderes aumentaram nos últimos anos, o peso das despesas com pessoal no orçamento estadual continuou em queda.

PISO NACIONAL

Destaque-se que, durante a audiência, o governador entrou em contato com a Comissão de Servidores para informar que determinou a retirada do pedido da Procuradoria do Estado para atuar como amicus curiae no julgamento do piso nacional do magistério no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o informe, o governador disse que seu governo não é contrário à implementação do piso salarial dos profissionais da educação e reafirmou o compromisso, já apresentado anteriormente em reunião com o Sepe, de cumprir a decisão que vier a ser tomada pelo STF, que está julgando se o piso deve ser aplicado desde o nível inicial.

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O julgamento no STF da Tema 1218 – Adoção do piso nacional estipulado pela Lei federal 11.738/2008 como base para o vencimento inicial da carreira do magistério da Educação Básica estadual, com reflexos nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada – foi reiniciado hoje, dia 15 de maio e o ministro Dias Toffoli, que havia pedido vista no mês de dezembro, apresentou seu voto. Ele foi o segundo ministro a votar no plenário virtual. O primeiro havia sido o ministro Zanin.

O Departamento Jurídico do Sepe e a CNTE ainda estão analisando o voto de Toffoli, mas em princípio a avaliação é de que o parecer apresentado por ele é favorável à nossa reivindicação da aplicação do piso nacional do magistério com base no Plano de Carreira.

Lembrando que o julgamento se dá no plenário virtual. Ou seja, os ministros vão depositando os votos impressos sem um horário específico, na plataforma do STF na Internet.

Leia a seguir as conclusões do ministro Toffoli:

1. Os estados, o Distrito Federal e os municípios devem observar o valor atualizado do piso salarial nacional do magistério público da educação básica fixado por ato do Poder
Executivo Federal, em consonância com a previsão constitucional de seu caráter nacional (arts. 206, inciso VIII; e 212-A, inciso XII, da CRFB/88) e com o objetivo da República
Federativa do Brasil de reduzir as desigualdades regionais (art. 3º, inciso III, da CRFB/88);

2. Caso o estado, o Distrito Federal ou o município deixem de adequar o vencimento-base dos planos de carreira dos profissionais do magistério público da educação básica ao valor
atualizado do piso salarial nacional até o final do exercício financeiro em que publicada a norma federal de atualização, é legítima a determinação judicial de aplicação do valor
reajustado do piso nacional, independentemente da existência RE 1326541 / SP de lei sobre o assunto do respectivo ente federativo.

3. O piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, previsto pelos arts. 206, inciso VIII; e 212-A, inciso XII, da Constituição da República, refere-se ao vencimento-base, cabendo às leis dos respectivos entes federativos estabelecer os eventuais reflexos decorrentes do índice de reajuste do piso na estrutura remuneratória de suas carreiras, levando-se em conta a valorização dos profissionais da educação escolar (art. 206, inciso V, da CRFB/88).

A íntegra do voto de Toffoli pode ser lida aqui.

Acompanhe o julgamento (virtual, sem transmissão ao vivo) pelo site do STF pelo link abaixo:
https://portal.stf.jus.br/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=6174574&numeroProcesso=1326541&classeProcesso=RE&numeroTema=1218

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O Sepe e populares que se encontravam nas imediações da porta do Quartel-General da PM aproveitaram a ida do senador Flávio Bolsonaro ao local na manhã de hoje para realizar um protesto contra o parlamentar, candidato nas eleições presidenciais de outubro.

No protesto, os manifestantes lembraram do envolvimento de Bolsonaro no escândalo do Banco Master, revelados por uma reportagem do site Intercept na quarta-feira (13), quando gravações do celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostraram o senador pedindo a doação de mais de R$ 120 milhões.

O ex-governador Cláudio Castro, que hoje foi alvo de uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal, no âmbito da Operação que investiga o envolvimento de organizações criminosas com agentes públicos, também foi lembrado pelos manifestantes por causa dos investimentos milionários de recursos do Rioprevidência em operações do banco liquidado pelo Banco Central.



DEU NA IMPRENSA – REPORTAGEM DO UOL

 
 
 
 
 
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Uma operação da Polícia Federal contra supostas fraudes fiscais na Refit (antiga Refinaria de Manguinhos) teve como alvo o ex-governador Cláudio Castro, na manhã desta sexta-feira (15). A operação de busca e apreensão, intitulada “Operação Sem Refino”, aconteceu na residência de Castro, na Barra da Tijuca e tem o objetivo de apurar a suspeita de que a empresa usou sua estrutura para ocultação patrimonial. Segundo fontes da Polícia Federal, a investigação está ligada às apurações sobre supostos benefícios concedidos à empresa durante a gestão do ex-governador.

O grupo que dirige a Refit é considerado um dos maiores devedores de impostos do país e seu dono, oi empresário Ricardo Magro, que tem um mandado de prisão expedido contra ele foi colocado na lista dos mais procurados do mundo pela Interpol. As acusações envolvem a utilização da estrutura societária da empresa para ocultação patrimonial, e evasão de recursos para o exterior.

A ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da ADPF das Favelas, relacionada à atuação de organizações criminosas e suas conexões com agentes públicos no RJ.

A ação trata das regras para a atuação de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro. A ADPF é um instrumento jurídico usado para evitar ou reparar violações a preceitos fundamentais da Constituição por atos do poder público.

Ainda são alvos de busca nesta manhã o desembargador afastado Guaraci Vianna, o ex-secretário estadual de Fazenda Juliano Pasqual e o ex-procurador do estado Renan Saad.

No total, a operação visa o cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão. O ministro do STF ainda determinou 7 medidas de afastamento de função pública.
O Sepe acompanha as investigações envolvendo a figura do ex-governador, lembrando que o mesmo já foi alvo de uma série de investigações sobre desvio e malversação de verbas públicas, além de se auto intitular o mentor da operação criminosa que resultou na morte de mais de 120 pessoas no Complexo do Alemão no ano passado. É sempre bom lembrar, que ele também teve o nome envolvido no escândalo do Banco Master, por conta dos quase R$ 1 bilhão de recursos do Rioprevidência aplicados na instituição financeira. Esperamos que o ex-governador, um verdadeiro inimigo da educação pública e dos servidores em nosso estado venha a ser finalmente responsabilizado por seus atos.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) pautou para o dia 15 de maio, sexta-feira, o reinício do julgamento pelo plenário virtual do Tema 1218 (sobre a incidência do piso nacional do magistério nos planos de carreira dos profissionais de educação). 

O Sepe lembra que este julgamento foi iniciado no dia 12 de dezembro passado e, após o voto do relator, ministro Cristiano Zanin, foi suspenso no dia 16 de dezembro por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. Pelo regimento do STF, o ministro que pede vista tem prazo de até 90 dias para liberar o processo, prazo este que se esgota no dia 7 de maio.

Veja um histórico do julgamento:

O recurso extraordinário (RE) nº 1326541, que deu origem ao Tema 1218, é oriundo de uma ação no Estado de São Paulo, e ganhou repercussão geral, ou seja, terá validade para todo o país.

O Sepe defende que o piso nacional deve servir de referência mínima para os planos de carreira do magistério, com base no § 1º do art. 2º da norma que diz: “O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”

Lembramos também, que foi em razão deste processo no STF que ocorreu a suspensão da decisão do TJ/RJ de 2022, que deu ganho de causa na Ação Civil Pública do Sepe em 1ª e 2ª instâncias, determinando o cumprimento do piso para toda a categoria, com retroatividade ao ano de 2015. O Piso resulta de lei vigente há 17 anos, Lei nº 11.738/08 e foi considerado constitucional pelo STF na ADI 4167 há mais de 10 anos. Mas o governo do estado o descumpre desde 2015.

Veja um resumo do Tema 1218:

“Adoção do piso nacional estipulado pela Lei federal 11.738/2008 como base para o vencimento inicial da carreira do magistério da Educação básica estadual, com reflexos nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada. Descrição: Recurso extraordinário em que se discute, à luz dos artigos 2º, 18, 37, X e XIII, e 169, § 1º, I e II, da Constituição Federal, a constitucionalidade da decisão judicial que concedeu a equiparação do salário-base do professor da educação básica do Estado de São Paulo ao piso nacional da categoria, estabelecido pela Lei 11.738/2008, com incidência escalonada nas diversas faixas, níveis e classes”.

Categoria pode enviar mensagens para os ministros do STF

Como o julgamento será virtual, portanto, sem a divulgação na TV Justiça, uma forma de a categoria tentar sensibilizar os ministros em seus votos seria enviando mensagens para os emails dos Gabinetes, explicando a importância que a votação tem para a categoria da rede estadual de educação, que recebe um dos piores salários em nível nacional, já que o governo não cumpre o piso. A seguir, publicamos um texto modelo que o(a) professor(a) poderá usar, como referência, em sua mensagem aos ministros – atenção, usamos, como exemplo, a situação da rede estadual do Rio de Janeiro. Mas o texto modelo pode ser usado, citando outras redes municipais:

MODELO DO TEXTO:

Vossa Excelência, Senhor Ministro ____________,

“No contexto do julgamento do Tema 1218, que ocorrerá no Plenário Virtual a partir do dia 15 de maio, venho respeitosamente manifestar a extrema relevância desta decisão para o magistério brasileiro — em especial para nós, profissionais da rede estadual do Rio de Janeiro, submetidos a um dos piores salários do país devido ao reiterado descumprimento do piso nacional previsto na Lei 11.738/2008. Considerando que o piso foi reconhecido como constitucional por este próprio Supremo Tribunal Federal e deveria servir como vencimento inicial das carreiras, conforme determina o §1º do art. 2º da referida lei, solicito a Vossa Excelência atenção especial aos impactos sociais, profissionais e pedagógicos envolvidos.

Assim, rogo que o voto de Vossa Excelência reconheça a necessidade de que o piso nacional do magistério seja efetivamente observado como referência mínima nos planos de carreira, com os devidos reflexos nas faixas, níveis e classes, assegurando dignidade, valorização e respeito à legislação vigente. Tal decisão representará justiça para milhares de educadores que há anos lutam para que a lei seja cumprida.

Endereços dos(as) ministros(as)

GABINETE MINISTRO EDSON FACHIN (presidente)

gabineteedsonfachin@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES

audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA

gabcarmen@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO DIAS TOFFOLI

gabmtoffoli@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO LUIZ FUX

gabineteluizfux@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES

Email: gabmoraes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO NUNES MARQUES

gmnm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA

secretaria.gmalm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO CRISTIANO ZANIN

gabinete.mcz@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO FLÁVIO DINO

agenda.gmfd@stf.jus.br

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Durante audiência pública da Comissão de Servidores da ALERJ  que está sendo realizada nesta quinta-feira (14/05), o governador interino Ricardo Couto informou ao deputado estadual Flávio Serafini que determinou a retirada do pedido da Procuradoria do Estado para atuar como amicus curiae no julgamento do piso nacional do magistério no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o informe, o governador teria dito que seu governo não é contrário à implementação do piso salarial dos profissionais da educação e reafirmado o compromisso já apresentado anteriormente em reunião com o Sepe, de cumprir a decisão que vier a ser tomada pelo STF.

Ao mesmo tempo, o Sepe está enviando ofício ao governo do Estado, manifestando a preocupação com pedido anteriormente feito e solicitando que seja de fato retirado o pedido de habilitação como amicus curiae.

O julgamento sobre o piso do magistério será retomado nesta sexta-feira (15/05) pelo Supremo. De acordo com o governador, após a definição do Supremo, o governo realizará estudo de impacto financeiro para viabilizar a implantação do piso na rede estadual de ensino.

O Sepe está presente na audiência que está discutindo a recomposição salarial dos servidores do Estado, com a presença do secretário de planejamento e Gestão, Rafael Ventura Abreu, e do subsecretário de Gestão de Pessoas da Casa Civil, Alexandre Mendes Meyohas.

Acompanhe nas redes sociais e no site mais notícias sobre a audiência.




LEIA MAIS
Julgamento do Piso Nacional no STF está previsto para ter início na sexta-feira (15/5)

Sepe lança cartilha da campanha salarial da rede estadual, com tabelas salariais

 

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Publicamos a seguir uma nota de repúdio do Sepe/Campos contra a agressão que vitimou a diretora geral do Colégio Estadual José do Patrocínio, durante o exercício de suas funções, na última quarta-feira, dia 13 de maio. A profissional teve que ser encaminhada para atendimento médico e a agressão foi registrada na 134 Delegacia Policial, que apura o caso.

O Sepe RJ se une ao núcleo municipal do sindicato para expressar sua solidariedade para com a profissional de educação agredida e com a comunidade escolar em geral, lembrando que tais episódios de violência no interior do espaço escolar têm ocorrido com uma frequência inadmissível, vitimando não só a categoria como estudantes. Para o sindicato, é urgente que o poder público aja de maneira mais assertiva, dotando as unidades educacionais com investimentos para contratação de pessoal especializado nas áreas de saúde e assistência social como forma de prevenção e extinção de ações violentas no espaço escolar.

No entender do sindicato, a escola tem que ser um espaço de acolhimento e de entendimento onde o diálogo deve prevalecer antes de tudo.

Veja no PDF a nota de repúdio do Sepe/Campos contra a agressão sofrida pela diretora do CE José do Patrocínio:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota-de-repudio-C.E-JOSE-DO-PATROCINIO.pdf

 

 

 

 

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O Sepe publicou mais uma edição especial do seu boletim, dedicado aos funcionários da educação. A publicação dá destaque para a análise do Projeto de Lei 2531/2021, que cria o piso nacional para profissionais da educação básica pública que exercem funções de apoio administrativo, técnico ou operacional. O texto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e está no Senado. No entanto, a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), da qual o Sepe é filiado, aponta que seriam necessários ajustes no projeto, de modo a evitar questionamentos posteriores e disputas judiciais que adiariam ou até impediriam sua implementação. O Boletim do Sepe apresenta estas mudanças importantes, que precisariam ser feitas através de emendas ao PL 2531.

O boletim também traz uma página sobre a situação dos funcionários da Educação na rede estadual, onde a maioria recebe vencimentos abaixo do mínimo, e um resumo da audiência com o governador em exercício, Ricardo Couto, com a direção do Sepe. E traz também informes da luta na rede municipal do Rio de Janeiro.

Faça o download do boletim e fortaleça a luta pelo piso nacional de funcionários
Versão para redes (PDF – A4)
Versão para reprodução (PDF – A3)

TV SEPE especial PL 2531
Assista a TV Sepe, com representantes do Sepe, da CNTE e da assessoria jurídica do sindicato

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