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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta terça-feira, dia 10 de março, o julgamento do governador Cláudio Castro (PL-RJ), por abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2022, com a contratação de milhares de funcionários temporários por fundações estaduais e pela UERJ.

O Sepe fará uma vigília na Cinelândia para acompanhar o julgamento, a partir das 18h – o sindicato irá instalar um telão para que todos possam ver o julgamento, que começará às 19h, com transmissão pelo canal do YouTube (@justicaleitoral) do Tribunal, pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=Jz7JZVwlHww.

ENTENDA O PROCESSO

Antes de deixar o tribunal, em novembro de 2025, a ministra Isabel Gallotti, relatora do caso, votou para cassar o mandato e tornar Castro inelegível. Após o voto de Gallotti, o ministro Antonio Carlos Ferreira pediu vista e suspendeu o julgamento por 60 dias.

A ação chegou ao TSE por meio de um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que absolveu Castro e aliados.

A acusação aponta irregularidades na contratação de mais de 27,6 mil funcionários temporários na UERJ e na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (CEPERJ), que teriam atuado como “cabos eleitorais” em prol da chapa e de aliados, segundo a denúncia.

Castro está sendo um desastre para o estado do Rio, e agora, no final de sua gestão – depois de quebrar as finanças do governo e o Rioprevidência, se envolver no escândalo do Banco Master e manter um arrocho salarial de três anos contra os servidores –, ele quer sair do cargo em abril para se candidatar ao Senado. Por isso, é importante que o julgamento ocorra de modo célere.

A educação estadual está em campanha salarial, junto aos demais servidores, reivindicando a recomposição das perdas salariais e a implementação do Piso do Magistério e do piso dos funcionários. A categoria vai paralisar por 24 horas no dia 18/03 para participar do ato com caminhada até o Palácio Guanabara.

Informações sobre o TSE do site JOTA.

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A Regional 1 do Sepe convoca a comunidade escolar do Ciep 303 Ayrton Senna (Rocinha) e membros das organizações sociais que atuam na favela para um novo ato de protesto contra os problemas de infraestrutura na unidade que, desde o início do ano letivo de 2026 vem prejudicando o seu funcionamento. O protesto será realizado na próxima quarta-feira (11), a partir das 9h. Desta vez, a comunidade escolar e representantes dos movimentos sociais da Rocinha estão sendo convidados para dar um abraço em defesa da escola, a única unidade de ensino médio que atende aos jovens da Rocinha.

Este já é o terceiro ato público desde o início do ano letivo para denunciar os problemas de estrutura como as instalações elétricas e hidráulicas, que fizeram a escola oferecer aulas no pátio da unidade para os alunos por causa do risco de incêndios provocados pela precariedade das instalações elétricas.

Os protestos anteriores, com ampla repercussão na imprensa tradicional e mídias da comunidade, ocorreram nos dias 26 de fevereiro e 03 de março e contaram com a participação de profissionais, alunos, responsáveis e representantes das organizações sociais que tem atuação na Rocinha. No último protesto, a comunidade escolar chegou a interditar parcialmente a Estrada da Gávea para denunciar a demora da SEEDUC para a resolução dos problemas que se acumularam desde o início das aulas, já que a falta de luz, além do risco de incêndio, também faz com que a unidade sofra com a falta de água.

Em audiência com a nova secretária de estado de Educação, Luciana Calaça, realizada no dia 06 de março, a direção do Sepe denunciou os problemas da escola e ela afirmou que seria apresentada uma solução em breve. Mas a Secretaria mandou uma equipe que realizou apenas uma pequena manutenção que não resolveu o problema de forma definitiva. Por isso, no protesto da próxima quarta-feira (dia 11), a comunidade escolar vai exigir que sejam realizadas obras estruturais no Ciep para que ele volte a funcionar de maneira integral e ofereça segurança para os profissionais de educação e demais integrantes da comunidade escolar.

 

 

 

 

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O Sepe RJ repudia a afirmação do governador Cláudio Castro em evento realizado na Região dos Lagos ontem (5), quando afirmou que não haverá recomposição salarial aos servidores estaduais neste momento. Segundo Castro, a concessão do reajuste para servidores neste ano é uma medida inviável diante da situação fiscal do estado. Mais uma vez, o governador admite publicamente que o servidor estadual e a nossa valorização profissional nunca foram uma prioridade da sua gestão desastrosa.

A  declaração foi dada durante a inauguração de uma base do Segurança Presente, em Iguaba Grande, na Região dos Lagos, confirmando a necessidade de mobilização do conjunto do funcionalismo estadual para obrigar o governador a repor as perdas inflacionárias dos últimos anos (há três anos, os servidores não têm qualquer reajuste) e a pagar as parcelas restantes da recomposição das perdas de 2017 a 2021, aprovada ne Alerj no final de 2021 e da qual foi paga somente a primeira parcela (13,05% de um total de 26%).

O governador alega que a razão para o arrocho dos servidores são as dívidas e a crise do Tesouro do estado. Segundo Castro, o déficit estimado é de cerca de R$ 19 bilhões, sendo que R$ 14 bilhões seriam ligados à renegociação da dívida com a União.

Mas a verdade é que Cláudio Castro mente ao alegar limitações na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para não conceder o reajuste. Segundo o deputado estadual Flávio Serafini (PSOL), o estado teria uma margem orçamentária no orçamento com pessoal de cerca de R$ 4 bilhões disponíveis neste ano de 2026 para a concessão da recomposição da inflação. O deputado afirma que o custo do calote da recomposição de 13,05% que deixou de ser paga nos anos de 2023 e 2024 em duas parcelas que restaram seria de menos de R$ 3 bilhões e que sobraria dinheiro até para a concessão de reajuste das perdas de 2025.

O deputado lembra que o estado do Rio de Janeiro já violou o Regime de Recuperação Fiscal 47 vezes desde 2022, uma prova irrefutável de que, quando o governador quer, o estado tem dinheiro para gastar, mas não para fazer justiça com o funcionalismo que, há anos, sofre com a falta de reajustes capazes de diminuir as perdas com a inflação.

O Sepe lembra, que na primeira audiência com a nova secretária de estado de Educação, Luciana Calaça, no dia 27 de fevereiro, apresentamos, entre outras questões,  as reivindicações da categoria sobre a pauta salarial e a secretária assumiu o compromisso de tentar agendar uma audiência com a Secretaria de Estado de Fazenda com o Sepe para discutir as perdas salariais e a questão do piso nacional do magistério.

Para o sindicato, a desculpa do governo do estado, que justifica a falta de recomposição salarial como uma questão de responsabilidade fiscal, não se sustenta. Haja vista as denúncias que marcaram a gestão de Cláudio Castro à frente do Palácio Guanabara sobre desvios de verbas e má gestão financeira na própria secretaria de Educação, com compras superfaturadas e sem licitação e utilização do Sistema Descentralizado de Pagamento para obras de fachada nas escolas estaduais ao custo de R$ 1 bilhão nos últimos dois anos. Lembramos também o escândalo envolvendo as aplicações do dinheiro do caixa do Rioprevidência para investimentos no liquidado Banco Master em foi utilizado quase R$ 1 bilhão para a compra de letras financeiras da instituição financeira investigada pelo Banco Central e pela Polícia Federal por irregularidades nas suas operações.  

Neste sábado, dia 7 de março, a rede estadual terá uma assembleia híbrida (parte presencial no auditório do Sinpro-RJ – Rua Pedro Lessa 35 – auditório Paulo Freire – 2º andar – Cinelândia), às 10h. Nesta primeira plenária do ano, iremos discutir a campanha salarial de 2026 e, também, esta negativa do governador de não conceder recomposição ou reajuste salarial. Participe e ajude na mobilização da categoria para obrigar Cláudio Castro a fazer justiça, pagando o restante da recomposição, dando reajuste e regularizando a situação do piso do magistério com a utilização do nosso plano de carreira.

Para os profissionais que irão participar online, deve ser utilizado o link abaixo:

http://redeestadual.seperj.info/

 

 

 

 

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A diretoria do Sepe teve audiência com a Secretaria de Estado de Educação do RJ (SEEDUC), na tarde desta quarta-feira, dia 04/03. A subsecretária de Gestão de Ensino, Daniela Pereira Vasques, representou a SEEDUC, que contou com outros integrantes de sua equipe.

A reunião foi iniciada com a diretoria do Sepe cobrando a respeito da pauta econômica – implementação do Piso Nacional do Magistério e do piso dos Funcionários e o pagamento da recomposição salarial. Foi lembrado inclusive que, na audiência anterior com o sindicato, realizada dia 27/02, a então recém empossada secretária de Estado de Educação, Luciana Calaça, se comprometeu a discutir com a Secretaria de Fazenda a pauta econômica reivindicada pelo sindicato. O sindicato também abordou o calendário da rede estadual.

Em seguida, foram discutidos os demais temas, em sua maioria, relativos às questões pedagógicas. A seguir, relatamos os pontos que foram discutidos:

  • Diário online: foi publicada no Diário Oficial do Estado, no dia 02/03, a revogação da resolução que criou o Diário Eletrônico da rede. A revogação havia sido anunciada pela nova secretária de Estado de Educação, Luciana Calaça, em audiência com o Sepe, na última sexta-feira (27/02). Já na reunião desta quarta-feira (04), a SEEDUC informou:

– O sistema do Diário Online será revisado pela TI da SEEDUC;

– Assim que a revisão estiver pronta, haverá um período de transição para os lançamentos obrigatórios;

– Serão implementadas melhorias no sistema em um período de testes.

– A obrigatoriedade do lançamento das notas só ocorrerá quando os problemas técnicos forem resolvidos;

– Haverá diálogo com a rede para sugestões de modificações;

  • Matriz Curricular 2027: haverá diálogo com a rede para construir a matriz curricular de 2027, com a realização de reuniões periódicas. A secretaria pretende apresentar um plano inicial para dar início à discussão.
  • Animação cultural: a SEEDUC fará uma reunião específica com a Animação Cultural; a SEEDUC irá aguardar orientações para regular as ações de animação cultural; o GT da Animação Cultural será reativado e será revisto tudo o que foi proposto anteriormente;
  • Inclusão: será feita uma revisão dos contratos do programa de inclusão; também será realizada uma reunião com a Superintendência da Educação Especial. Sobre os Cuidadores de Pessoas com Deficiência (PCD), será rescindido o contrato com a Positiva e todos os trabalhadores serão recontratados por outra empresa;
  • Saúde do professor da educação: a SEEDUC informou que está formando equipes para desenvolver um plano de trabalho com as demandas dos profissionais da educação.

Além disso, a SEEDUC falou sobre as demandas da rede e informou que apresentará estatísticas na próxima reunião.

Já está agendada uma nova audiência com a SEEDUC para o dia 8 de abril.

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O CIEP Otávio Malta, em Campo Grande, está com falta de energia elétrica e sem água desde o início das aulas, em fevereiro, devido ao furto de cabos. Desde então, a escola funciona parcialmente durante o dia e fecha à noite. O RJTV 1 da TV Globo fez matéria nesta quarta-feira, 04/03, sobre a situação e ouviu os protestos dos estudantes.

Na terça (03), a comunidade escolar do CIEP Ayrton Senna na Rocinha já havia contra a falta de energia que também atinge aquela unidade. O Sepe denunciou a situação à SEEDUC, que acionou a Ligth e a previsão é de que a energia elétrica fosse consertada ainda hoje.

O Sepe denunciou à SEEDUC a falta de estrutura elétrica e de climatização em outras escolas.

A matéria do RJTV sobre o CIEP de Campo Grande pode ser vista neste link, clique no vídeo com a edição completa do dia 04/03 e vá até o minuto 22:40.

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O Bom Dia Rio de hoje (03) apresentou reportagem, mostrando os alunos do Colégio Estadual São Bento, no bairro de Gramacho, Duque de Caxias, juntamente com responsáveis realizando um protesto na manhã desta terça-feira (03) para denunciar os constantes roubos e invasões na unidade escolar. A escola já foi vandalizada ou roubada sete vezes, com os ladrões levando cabos elétricos, aparelhos de ar condicionado, material hidráulico e, até mesmo, o motor de uma geladeira da cozinha da unidade.

Apesar das queixas dos membros da comunidade escolar a falta de policiamento no local continua e a SEEDUC até hoje não foi capaz de apresentar uma solução para resolver o problema.

Por causa da ameaça de violência e dos roubos, muitos dos alunos assistem as aulas de forma remota e, algumas turmas não tiveram o ano letivo iniciado até hoje.

Vaja a matéria pelo link do globoplay abaixo (matéria começa a partir do trecho  de 1h:40m do programa)

https://globoplay.globo.com/v/14395300/?s=01h38m37s

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O telejornal Bom Dia Rio (TV Globo) de hoje (03) repercutiu uma denúncia do Sepe sobre os problemas nas instalações elétricas do Ciep Ayrton Senna, na Rocinha. A falta de luz, desde o início do ano letivo, está fazendo com que a escola, por determinação da SEEDUC, esteja funcionando com aulas no pátio e em horário reduzido. O jornal fez imagens das aulas acontecendo no pátio em forma de rodízio de turmas.

No dia 26 de fevereiro, a Regional 1 do Sepe chegou a realizar uma manifestação na porta da escola para exigir do governo do estado uma solução para os problemas da unidade, a única escola de ensino médio que atende os moradores da Rocinha e de várias comunidades do entorno. Na véspera do protesto, a fiação de uma das salas de aula entrou em curto e chegou a causar um pequeno incêndio. A falta de obras de reparo expõe alunos e professores ao risco de um incêndio de grandes proporções com perigo de vida para todos que frequentam o espaço. 

Na audiência com a direção do sindicato, realizada no dia 27 de fevereiro, a nova secretária Estadual de Educação, Luciana Vilaça, se comprometeu dar uma solução para o problema do Ciep Ayrton Senna.

Veja matéria do Bom Dia Rio da TV Globo pelo link abaixo (a partir do trecho 2h07m):
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/bom-dia-rio/




 
 
 
 
 
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A representação do Sepe no Conselho de Controle e Acompanhamento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Cacs/Fundeb) do Estado do Rio de Janeiro divulgou um relatório para a categoria dos profissionais de educação sobre o exercício do ano de 2025.

No documento, há um informe sobre a prestação de contas do governo e as ressalvas colocadas pelos conselheiros, como o não pagamento do Piso Nacional do Magistério e do piso dos funcionários administrativos. Eles também informam as dificuldades em se obter informações importantes, como os valores de contratos com as terceirizadas, por exemplo.

Os representantes efetivos indicados pelo Sepe são: Maria Beatriz Lugão (Sepe) e Diogo Oliveira (CNTE); e os suplentes: Samuel Maia e José Ricardo.

A seguir, publicamos o relatório:

Fomos eleitos em 18 de fevereiro de 2025, com a responsabilidade de acompanhar e fiscalizar as contas do FUNDEB nos próximos quatro anos. Vale relembrar que o conselho do FUNDEB não é deliberativo.

Solicitamos o acompanhamento jurídico e contábil do Sepe. O dr. Ítalo Aguiar, do Departamento Jurídico do sindicato, nos ajudou na formulação das ressalvas sobre o não pagamento do Piso Nacional do Magistério e do Piso dos Funcionários. A subseção do DIEESE, por meio da técnica Carolina Gagliano, acompanhou todas as reuniões, analisando os documentos contábeis enviados a ela. A Subseção do DIEESE já está estabelecida como assessoria geral do Cacs/Fundeb, pela sua participação constante e contribuições para a transparência do processo.

Tivemos 10 reuniões em 2025, tendo como pauta a avaliação das contas de cada bimestre. Nas reuniões, trouxemos convidados como o professor Flávio, da UFRJ, e o deputado Flávio Serafini.

Quanto à parte contábil do Fundeb, esta está dentro dos parâmetros estabelecidos pelas normas do Fundo. No entanto, aprovamos as contas com as ressalvas pertinentes, a saber:

A) Não pagamento do Piso Nacional do Magistério, com o entendimento de que o abono realizado pelo governo do estado não cumpre a lei, achatando a carreira e prejudicando os aposentados. O objetivo da criação do Fundeb é justamente a valorização do profissional da educação; portanto, no nosso entendimento, o governo não cumpre esse objetivo.
B) Não pagamento do salário mínimo aos funcionários administrativos: a política de somar todas as vantagens para chegar ao salário mínimo não garante sequer a isonomia com os outros trabalhadores (terceirizados) que exercem a mesma atividade nas escolas.
C) Não pagamento do salário mínimo aos animadores culturais, nem o recolhimento correto das contribuições ao INSS.

Aprovamos as seguintes indicações para a SEEDUC:

D) Em caso de sobra, o pagamento dos pisos ou a divisão dos recursos com toda a categoria, sem critérios de produtividade ou meritocracia.
E) Acerto da situação dos animadores culturais, com pagamento de pelo menos o salário mínimo como piso e acerto das dívidas com o INSS.
F) Acerto do salário mínimo como piso para os funcionários administrativos.

Importante ressaltar que conseguimos unanimidade em todas as ressalvas e indicações para a SEEDUC.

Dificuldades:

  • . Não conseguimos informações precisas quanto aos valores de contratos com as terceirizadas, ao quantitativo de contratados por escola e função, aos valores de obras (a SEEDUC afirma que não há obras em escolas com dinheiro do FUNDEB) e ao valor preciso da folha de pagamento (os valores são agrupados).

. Um ofício no qual pedimos essas informações virou um processo de mais de 900 folhas. Anunciamos que iríamos oficiar o Ministério Público (MP) quanto à falta de transparência nas informações. Conseguimos agendar audiência para o dia 25 de fevereiro com a SEEDUC, para tratar das informações requeridas por nós. Mas a audiência foi suspensa por conta da saída da secretária Roberta Barreto.

. Em relação a uma anunciada sobra do FUNDEB:

. Há um saldo de R$ 119 milhões do exercício de 2025; no entanto, deste valor serão abatidas despesas da folha também de 2025. Dos R$ 119 milhões serão abatidos em torno de R$ 85 milhões (R$ 31 milhões de obrigações patronais + R$ 54 milhões de descontos), restando R$ 33 milhões, que compõem a sobra real de 2025.

Na semana que vem, poderemos disponibilizar o relatório técnico oficial do FUNDEB.

 

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O Sepe se reuniu em audiência, nesta sexta-feira (27/02), com a nova secretária de Estado de Educação do Rio de Janeiro, Luciana Calaça. Na reunião – em uma grande vitória de nossa luta! -, a secretária informou que irá revogar a resolução que criou o Diário Eletrônico da rede, que vem sendo bastante criticado pela categoria. Ela afirmou que a revogação será publicada na próxima semana.

Luciana se comprometeu, também, a discutir com a Fazenda a pauta econômica reivindicada pelo Sepe, incluindo a implementação do Piso Nacional do Magistério e o pagamento das parcelas de reajuste salarial acertadas com a ALERJ.

No dia 04/03, está agendada nova reunião, para o aprofundamento da discussão das pautas pedagógicas, como recesso, currículo, aprovação automática e estrutura das escolas. A secretária se comprometeu a atender o Sepe sempre que for solicitada.

A seguir, o resumo das principais questões levantadas na reunião:

Pauta econômica: a secretária terá uma reunião com a Fazenda na próxima semana e vai convocar o Sepe para a discussão sobre as perdas salariais e o debate do piso. A data ainda será confirmada o mais breve possível.

CIEP Ayrton Senna e Colégio Estadual José Leite Lopes (NAVE): as duas unidades estão com graves problemas estruturais elétricos e de climatização. A secretária disse que está ciente da situação e irá intervir para solucionar os problemas – inclusive comunicou que a inspeção às duas unidades pela SEEDUC já ocorrerá na próxima semana.

Diário Eletrônico: a Seeduc vai emitir uma resolução, na próxima semana, revogando o sistema do Diário Eletrônico. Assim que ele foi criado na gestão anterior de Roberta Barreto, no dia 11/02, o sindicato disponibilizou um formulário eletrônico para a categoria informar a experiência com o uso do Diário Eletrônico nas escolas. O formulário foi preenchido por mais de 200 professores(as) e, entre outras respostas, 85% disseram ter dificuldades para acessar a ferramenta devido à indisponibilidade do sistema – leia o relatório com os dados do formulário.

Corregedoria: já está sendo reestruturada, de acordo com a secretária. As situações de perseguição política e demissões, como a do professor e ex-diretor do Sepe João Paulo Cabrera, serão reavaliadas.

Animação cultural: a questão será estudada, e a Secretaria se dispôs a ajudar na resolução do problema que perdura desde os anos 90, quando essa categoria ainda não foi regularizada nos quadros da SEEDUC.

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O Departamento Jurídico do Sepe informa aos profissionais da rede estadual que se aposentaram nos últimos 5 anos e trabalharam em Regime Especial de Trabalho (RET) nos anos de 1994, 1995, 1996, 1997 e/ou 1998, que eles podem ter direito à incorporação da gratificação para quem atuou neste regime de carga horária nas suas aposentadorias.

O que o(a) profissional de educação deve fazer?

Siga o passo a passo listado a seguir:

1° passo: Verifique se seus contracheques de 1994 a 1998 possuem a rubrica RET ou Encargos RET. Se constar este tipo de lançamento nos contracheques, vá para o segundo passo.

2° Passo: Providencie os documentos abaixo:

– Comprovante de filiação ao SEPE/RJ;

– Identidade e CPF;

– Comprovante de residência;

– Diário Oficial da publicação da aposentadoria;

– Contracheques de 1994 a 1998;

– Três últimos contracheques para análise do pedido de gratuidade de justiça;

Se o profissional for portador de doença grave, deverá trazer um laudo médico correspondente recente.

3° Passo: Após providenciar a documentação entre em contato com o Departamento Jurídico do Sepe, no fone: (21) 2195-0457/2195-0458, e agende seu atendimento, de forma virtual, com a dra. Juliana que irá atender durante todo o mês de março, às quintas-feiras, das 10h às 17h.

 

 

 
 
 
 
 
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