Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

A Secretaria de Gênero e Defesa dos Direitos LGBTQIAPN+, do Sepe vai selecionar  propostas artístico-culturais destinadas à criação de um mural artivista do mês do orgulho LGBTQIAPN+. Para tanto, a Secretaria está selecionando, através do edital 002/2026, as propostas de educadores(as) filiado(as) – concursados(as) ou contratados(as) das redes públicas ou privadas de ensino, além de profissionais da educação fora de rede, desde que estejam em dia com a contribuição sindical do Sepe.

O objetivo do Sepe é a escolha de um projeto de confecção de um mural artivista com menção ao Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ diretamente associado às pautas do movimento em defesa da diversidade sexual e de identidade de gênero no Brasil. Queremos valorizar projetos que dialoguem com as pautas do movimento e com o enfrentamento à violência de gênero em nosso país.

As inscrições serão realizadas entre os dias 15 e 30 de junho de 2026.

O projeto vencedor receberá subsídio para a execução do mural, que será instalado em local a ser definido pelo sindicato.

Todas as etapas do processo seletivo e os resultados serão divulgados no site e nas redes sociais oficiais do Sepe.

Veja todos os detalhes sobre a seleção do mural artivista do mês do orgulho LGBTQIAPN+, com detalhes sobre os projetos, premiação e demais informações, além da ficha de cadastramento e inscrição pelo link do PDF do edital de convocação abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Edital-Mural-Artivista-Mes-do-Orgulho-LGBTQIAPN-Sepe-RJ_051555.pdf

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Reportagem do jornalista Rubem Berta, no Jornal online Ururau, traz à tona ligações da prefeitura do Rio desde 2023 com o liquidado Banco Master. Segundo a matéria, o ex-prefeito e atual pré-candidato a governador Eduardo Paes pelo PSD, Eduardo Paes, foi o responsável pela assinatura de um decreto, em 16 de janeiro daquele ano, que disponibilizou aos servidores municipais a contratação de dois produtos do banco, entre outras instituições. Como sabemos, o Master foi liquidado em outubro do ano passado pelo Banco Central e seu dono, Daniel Vorcaro, se encontra preso por envolvimento num dos maiores escândalos financeiros da história do Brasil.

Segundo o repórter, o decreto de 2023 assinado por Paes abriu caminho para a oferta ao funcionalismo municipal de dois dos produtos mais lucrativos do Master: o cartão de crédito consignado e o cartão consignado de benefício. Para isso, o decreto retirou uma fatia de 10% de uma margem consignável total de 55%, estabelecida em lei no ano de 2021, para ser usada especificamente em cartões de consignado, como os do Banco Master.

Com o decreto, explica Berta, o servidor passou a poder usar no máximo 45% do salário para aderir à modalidade tradicional de consignado, que possui juros mais baixos e maior previsibilidade. Os 10% restantes ficaram de fora para acomodar o apetite do Master e outros tubarões do mercado financeiro especializados em sugar o parco salário dos trabalhadores municipais.

Por outro lado, os cartões de consignado – que ficaram com uma fatia mínima de 5% cada um pela norma publicada por Paes – têm sido alvo de constantes reclamações e ações judiciais em diversos Estados por conta de cobranças abusivas que levam ao superendividamento de servidores.

MASTER FOI UM DOS PRIMEIROS A ASSINAR CONTRATO

A reportagem aponta que o Master foi uma das duas primeiras instituições que assinaram um contrato com a prefeitura para oferecer os cartões após o decreto de Paes. Isso ocorreu em 25 de janeiro de 2023, menos de dez dias depois que a nova norma começou a valer. Na mesma data, a Comprev Sociedade de Crédito também foi autorizada a oferecer o serviço.

Segundo o Ururau, o Master lançou à época uma forte campanha de marketing junto aos servidores, principalmente para a aquisição do Credcesta, o cartão de benefícios que era operado pelo banco. Os dois cartões cobravam, pelo menos o dobro dos juros do que o faziam bancos tradicionais com o consignado.

Perguntado pelo repórter sobre a situação, a prefeitura respondeu que “só 4% dos consignados são do Master”; ressalta também “que o crédito consignado é uma modalidade financeira de livre escolha de cada servidor, sem alocação de dinheiro público”.

A reportagem denuncia que os servidores se encontram temerosos e confusos com a situação, e vem ilustrada com contracheques de servidores com as cobranças em nome do Master. Como afirma Berta: “ao contrário de um consignado tradicional, em que aparece o número da parcela paga e o total que precisa ser quitado, só fica a numeração 1/1”.

O Credcesta era um dos produtos mais atrativos do Master, tendo chamado a atenção de gigantes do mercado financeiro – o ativo nem pertence mais ao Master, mas ao Banco Pleno, que também foi liquidado em fevereiro deste ano; uma instituição que teve como controlador Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, que também foi alvo da Polícia Federal.

A reportagem lembra ainda que o ex-governador Claudio Castro (PL) favoreceu o Credcesta ao ampliar sua margem consignável para 20% e garantir exclusividade ao produto por quatro anos no estado do Rio de Janeiro.

Para o Sepe, o lucro de bancos advindo da exploração de milhares de servidores cariocas que se encontram em situação econômica desesperadora, muito por conta do arrocho salarial que vêm sofrendo, não pode ser considerada uma operação financeira “normal”. Por isso, a entidade informa que continuará acompanhando atentamente os desdobramentos do caso e cobrando esclarecimentos das autoridades responsáveis.

A reportagem pode ser lida aqui.

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O Diário Oficial do Estado publicou no dia 12 de junho (sexta-feira) a convocação de mais 2,2 mil professores considerados aptos no processo para migração de 30 horas na rede estadual. Com esta nova chamada, o total de professores convocados para mudança de carga horária de 18 para 30 horas já ultrapassa a marca de 4,5 mil docentes contemplando uma antiga reivindicação da categoria.

Em audiência com o Sepe, dia 10 de junho, a superintendente de Gestão de Recursos Humanos da Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC), Mônica Longobardo, afirmou que o órgão tem previsão de abrir novo processo para migração, com 1.838 vagas, sendo que 500 delas seriam destinadas aos professores DOC II. A migração destes docentes é um dos itens da pauta que está sendo negociada com o governo do estado, depois da abertura de negociações durante o mês de maio, quando foram realizadas duas audiências com o governador, com participação do secretariado.

A superintendente de Gestão de Pessoas explicou que o novo processo terá um impacto anual estimado em R$ 129,3 milhões e que o impacto específico da migração dos DOC II será encaminhado separadamente para discussão como governador em exercício, Ricardo Couto.  

Segundo informações da SEEDUC, até o momento, dos mais de 4,5 mil convocados (2,2 mil na última sexta-feira, dia 12/6), 2.144 professores já concluíram o processo de migração e passaram a atuar com carga horária de 30 horas semanais na rede estadual.

A Secretaria explica ainda que o processo não implica prejuízo à progressão na carreira. Os professores mantêm o nível e a referência em que se encontravam antes da migração, conforme prevê o Plano de Carreira do Magistério.

Os rendimentos desses profissionais serão atualizados de acordo com a tabela de vencimentos do Professor Docente I – 30 horas, assim que a folha de pagamento processar a alteração da jornada. A mudança de regime também poderá refletir, conforme cada caso, em benefícios incorporados à aposentadoria.

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No sábado, 13 de junho, o Sepe promoveu uma plenária conjunta dos coletivos de funcionários administrativos, da Capital e Estadual, no auditório do Sindsaúde, na Cinelândia. A reunião contou com representantes de coletivos de todas as regiões do estado, que em seguida participaram de um ato público nas escadarias da Câmara Municipal em defesa do piso nacional dos funcionários administrativos. Em seguida, utilizando a camisa produzida pelo Sepe em defesa da aprovação do piso, com as cores da seleção brasileira, os funcionários gravaram cenas para um vídeo da campanha.



A reunião ocorreu na parte da manhã, mesmo em dia de partida do Brasil – 19h, com Marrocos. A Secretaria de Funcionários do Sepe decidiu mantê-la em função do cancelamento da reunião de maio, evitando um intervalo muito grande entre as reuniões dos coletivos.

O debate iniciou com informes, como sobre o avanço da privatização e a situação das merendeiras na rede municipal do Rio de Janeiro; o andamento no Senado do PL 2531 (piso nacional); o ato promovido pelos funcionários ex-FAEP no dia 02 de junho, no qual foram recebidos pelo governador em exercício; a luta da Educação Infantil pelo enquadramento nas redes municipais, entre outros.

Ao final, a reunião aprovou resoluções importantes, como a campanha pelo piso nacional dos funcionários administrativos; medidas para garantir a insalubridade às merendeiras da rede municipal carioca (adicional já pago aos terceirizados); abertura de diálogo com o TCE-RJ buscando expor a importância das merendeiras e cozinheiras e demais funcionários administrativos para a educação e o desempenho da escola; a defesa da redução da jornada para 30 horas; medidas para apoiar a luta e a visibilidade da Educação Inclusiva e dos AAEEs, com uma TV Sepe, entre outras resoluções.

A próxima reunião dos coletivos será em julho, em data a ser divulgada, e deverá tratar do calendário do segundo semestre e debater o encontro estadual dos funcionários.

Confira a galeria de fotos da plenária

SOLIDARIEDADE
Um momento importante da plenária foi a homenagem ao companheiro Roberto de Paula, funcionário da rede municipal de Cabo Frio e militante histórico do Sepe e do Coletivo de Funcionários, que atravessa problemas de saúde, tendo sido submetido a uma cirurgia de urgência. O informe da situação de Roberto foi feito pela sua esposa, Creuza, da secretaria de Aposentadas do Núcleo de Barra do Piraí. Bastante emocionada, ela relatou o tratamento, falou da cirurgia de urgência e das campanhas financeiras que estão sendo realizadas para ajudar a pagar os altos custos do tratamento.

Ao final, todos os integrantes da reunião leram uma carta e gravaram um vídeo coletivo, com mensagens de apoio ao companheiro.

Doações podem ser feitas diretamente através do PIX: 24998451585 (Banco Inter / Sandra Maria de Melo Bertagnoni) e também pela rifa promovida pelo Sepe Lagos (R$ 20,00), disponível em sepelagos.org.br/rifa


CONFIRA A HOMENAGEM FEITA NA PLENÁRIA

 
 
 
 
 
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O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) se solidariza com a diretora da Regional 1 do Sepe, professora Mel Cardoso, agredida fisicamente no dia 9 de junho, dentro da Perícia Médica da prefeitura do Rio de Janeiro, enquanto exercia sua função de representação e defesa dos servidores municipais.

Segundo a dirigente sindical, a agressão ocorreu após ela buscar esclarecimentos sobre denúncias de maus-tratos e violência institucional sofridos por uma outra servidora durante atendimento no local. O caso da professora Mel Cardoso foi registrado em boletim de ocorrência, com realização de exame de corpo de delito – também existem registros audiovisuais do ocorrido.

Para o Sepe, o ocorrido é extremamente grave. É inadmissível que profissionais em situação de vulnerabilidade sejam recebidos com hostilidade e que representantes sindicais sejam alvo de violência ao exercerem seu papel de defesa dos direitos da categoria.

O Sepe exige a imediata apuração dos fatos e a adoção de medidas que garantam respeito e segurança a todos os servidores que necessitam dos serviços da perícia municipal.

O sindicato também reforça a importância de que todos os trabalhadores que tenham sofrido situações semelhantes registrem suas denúncias e procurem suas entidades representativas.

Há algum tempo, o sindicato vem recebendo uma série de denúncias a respeito de problemas de atendimento na Perícia Médica da Secretaria Municipal de Administração (SMA). O Sepe vem requerendo audiência com a secretaria de administração e com a coordenação da perícia Há cerca de dois meses e ainda não obteve uma resposta sobre o pedido de reunião.

Nesta semana, no dia 10 de junho, diretores da Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe estiveram na Perícia para protocolar um novo requerimento de audiência com a SMA e com a coordenação do órgão para discutir os problemas e encontrar uma solução para os profissionais de educação e demais servidores municipais que necessitam da garantia do direito a uma perícia médica comprometida com a dignidade dos funcionários públicos municipais.

 

 

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O Departamento Jurídico do Sepe convoca os servidores listados, que fizeram o recadastramento para o Processo Nova Escola Ativo 2002, ano passado (online ou presencial), para entrarem em contato urgente com o setor do Nova Escola.

O servidor pode ligar para o número 2195-0456 (das 10h às 17:30h) ou comparecer na sede do sindicato, e procurar Davi ou Matheus.

O prazo termina dia 23/06, terça feira. A fim de agilizar o trabalho, solicitamos que, apenas os mencionados na listagem que consta no PDF a seguir, entrem em contato nesse momento.

>> ACESSE AQUI O PDF COM A LISTAGEM: Lista nominal servidores

 

 

 

 

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Animadores resistem, recebendo salários abaixo do mínimo, sem direito à recomposição salarial, sem cargos na estrutura da SEEDUC e enfrentando dificuldades para se aposentar

1 – Animadores recebem menos do que o salário mínimo

O vencimento-base é de R$ 1.260,78. Fora isso, recebem somente uma gratificação de R$ 300, criada no fim dos anos 1990 e nunca reajustada — da mesma forma que o salário. Em 1994, os animadores culturais recebiam 80% do vencimento-base inicial do DOC II 40h, o que hoje alcançaria R$ 1.800,88.


2 – Não têm direito à recomposição salarial

Animadores não estão enquadrados na SEEDUC e nem possuem plano de carreira. Permanecem em cargos em comissão e, por isso, não têm acesso ao que determina a Lei da Recomposição Salarial (2017-2021). Eles não receberam a primeira parcela – 13,05% em 2022 – e, caso nada seja feito, ficarão sem as parcelas de agosto e novembro, de 5,62% cada. O Sepe negocia com o governo uma solução jurídica para que os animadores possam receber as parcelas da recomposição salarial.

3 – Sem cargo e carreira na SEEDUC, vivem ameaçados

Apesar de aprovados em uma seleção pública (com Análise de currículo, curso de formação de 680 horas na UERJ e prova final), os animadores permanecem desde 1994 em cargos em comissão, lotados na Seeduc. Por isso, em vários momentos, como em 2011 e 2023, o governo estadual tentou exonerá-los e o tema foi parar na Justiça. A mobilização dos animadores e do Sepe garantiu um acordo com o governo para manter os cerca de 300 profissionais em atividade. O acordo ainda precisa ser informado à Justiça.

4 – Muitas dificuldades para se aposentar

Cerca de 300 animadores atuam nas escolas da rede estadual, atendendo uma média de 1.800 alunos, especialmente nos CIEPs. No entanto, todos enfrentam dificuldades para comprovar o tempo trabalhado, com a contribuição prevideciária só tendo iniciado em 2005. Há contribuições também entre 1994 e 1998, para o ISERJ, mas não computadas. Desta forma, existe um “limbo” de cerca de uma década, que atrasa as aposentadorias.
Cerca de 180 animadores precisariam trabalhar mais 15 anos para se aposentar. Outros 60 animadores culturais precisarão esperar mais 10 anos.

5 – Grupo de Trabalho produziu relatório sobre a animação

Após muita luta, em setembro de 2024, a SEEDUC criou um Grupo de Trabalho com o Sepe e os animadores, através da Resolução 6286. O GT realizou dez reuniões, até novembro de 2025, que resultaram em um relatório com diagnóstico e propostas, como textos para um Decreto e um Projeto de Lei que criariam o cargo e corrigiriam os salários, retomando o patamar anterior e garantindo progressões, etc. O documento é fundamental e foi entregue aos deputados e pelo Sepe ao governador em exercício, Ricardo Couto, buscando uma solução.

Baixe o Relatório do Grupo de Trabalho (GT)
Relatorio_Final_GT_Animadores_VF

 

 
 
 
 
 
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Representantes do Sepe participaram de audiência com a Superintendência de Gestão de Pessoas (SUPGP) da SEEDUC-RJ, realizada em 10 de junho, para acompanhar a tramitação de processos e cobrar avanços em diversas reivindicações dos profissionais da educação da rede estadual. A superintendente Mônica Longobardi representou o governo. Leia a seguir os pontos discutidos:

1. Abono de paralisações e greves: a SEEDUC informou que a minuta referente ao abono das paralisações e greves já está pronta na Subsecretaria Executiva e Gestão Integrada (SUBEX) e aguarda assinatura da secretária de Educação para publicação. O processo é o de nº SEI-030001/112598/2025.

2. Não desconto do código 61 (código de greve): o sindicato cobrou informações sobre o andamento da reivindicação. Segundo a SEEDUC, a discussão ainda ocorre internamente e o tema não foi encaminhado à Casa Civil. O sindicato se comprometeu a enviar um ofício reforçando os argumentos em defesa da categoria.

3. Pecúnia: foi informado que o primeiro lote, no valor de R$ 1.465.587,39, já foi publicado no Diário Oficial e conta com recursos disponíveis, aguardando apenas liberação da Casa Civil. O segundo lote, no valor de R$ 1.345.377,00, foi assinado em 9 de junho e autorizado para publicação no DO.

4. Migração de Docentes I e II: o Sepe acompanhou a apresentação dos dados relativos à migração, que prevê um total de 1.838 vagas, sendo 502 destinadas aos Docentes II. O impacto anual estimado é de R$ 129,4 milhões. A SEEDUC informou que o impacto específico da migração dos Docentes II será encaminhado separadamente para discussão com o governador.

5. Correção do piso salarial dos funcionários administrativos: o sindicato também cobrou informações sobre a equiparação ao salário mínimo. Segundo os dados apresentados, o impacto anual é estimado em R$ 104 milhões sem progressão por formação e R$ 132 milhões com progressão. Os cálculos serão encaminhados à Casa Civil para debate em audiência com o governador.

6. Ex-FAEP: o Sepe acompanhou a situação do processo de regularização dos ex-FAEP (Processo nº 030029/004475/2023), que já se encontra na SEPLAG. A atual folha deste setor é de R$ 158 milhões ao ano e o impacto financeiro estimado para o período de julho a dezembro, com a regularização, é de R$ 92 milhões.

7. Animação Cultural: o processo de enquadramento dos Animadores Culturais (nº 030001/067323/2024) encontra-se na Casa Civil. A questão também deverá ser debatida em audiência com o governador. O impacto anual estimado é de R$ 6,8 milhões com enquadramento por formação e de R$ 1,8 milhão sem enquadramento.

8. Ajuste da GLP: o Sepe voltou a discutir o reajuste da Gratificação de Lotação Prioritária (GLP). A SEEDUC informou que o processo havia sido indeferido em razão do Regime de Recuperação Fiscal, mas foi reaberto em 31 de março deste ano. A expectativa da Seeduc é que, com a implantação do PROPAG, o pedido possa avançar e ser deferido.

9. Pagamento de um terço de férias: a administração confirmou que o pagamento do adicional de um terço das férias de meio de ano será realizado para docentes regentes e profissionais readaptados. O benefício passa a integrar a rotina anual de pagamentos.

10. Férias de meio de ano dos integrantes do Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado (NAPES): a reivindicação segue em análise na COOPAB e depende de avaliação da Casa Civil.

Ao final da reunião, foi definida uma nova audiência entre o Sepe e a SUBAD/SUPGP para o dia 8 de julho, às 14h. O sindicato seguirá acompanhando os processos e cobrando respostas concretas para as demandas da categoria e enviará , até o dia 5 de julho, a pauta da reunião.
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A grande mobilização nacional em torno da votação no Senado ontem (dia 10/6) do PL 5.122/23, que autoriza a utilização integral do Fundo Social do Pré-Sal para financiar pagamento de dívidas de produtores rurais, resultou na inclusão de um dispositivo que deixa claro a permanência da destinação de 50% dos royalties do petróleo para investimentos na Educação, conforme prevê a Lei 12.858/20213.

Centrais de trabalhadores, entidades sindicais e dos movimentos civil e estudantil se uniram em torno da luta para pressionar os senadores a garantirem a utilização dos recursos do Fundo Social do Pré-sal de acordo com a legislação vigente, num embate direto com o setor do agronegócio, que tentou usurpar os recursos da educação conquistados após anos de luta.

A Lei nº 12.858/2013 consolidou a destinação prioritária do Fundo Social do Pré-Sal para educação e saúde. Posteriormente, a Lei nº 15.164/2025 ampliou a vinculação desses recursos, fortalecendo áreas estratégicas como educação, ciência, tecnologia, cultura, habitação, assistência social e combate às desigualdades.

Além disso, o Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2026, garante os resultados de exploração petroleira como fonte de financiamento das metas estabelecidas na Lei, sobretudo no que tange o Programa Nacional de Infraestrutura Escolar (PNIE), criado pelo PNE.

Fontes: CNTE e Agência Senado

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A Secretaria Estadual de Funcionários do Sepe realiza, no próximo sábado (13/06), uma plenária conjunta dos Coletivos de Funcionários Estadual e da Capital. O encontro acontecerá às 9h, no auditório do Sindsaúde-RJ, localizado na Praça Floriano, 51, 18º andar, Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro.

A atividade será realizada exclusivamente de forma presencial. A direção do sindicato convoca os funcionários e as funcionárias da educação a participarem do debate sobre as pautas da categoria.

Após a plenária, os participantes realizarão um ato público nas escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, em defesa do Piso Nacional dos Funcionários Administrativos.

Link permanente para inscrição e participação no encontro: https://docs.google.com/forms/d/1vSWguekkTwdJzG87IIqo23d6bq0Q9F155cQHibO6oic/viewform?edit_requested=true

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