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Nesta sexta-feira, 03 de julho, o governador interino, Ricardo Couto, recebeu representantes dos sindicatos da Educação — Sepe, Asduerj, Sintuperj e Sindfaetec — para debater as pautas específicas das categorias. A reunião ocorreu no Tribunal de Justiça e teve início por volta das 18h, com o anúncio de uma medida imediata para rede estadual – a correção do valor do piso nacional, cujo complemento é pago aos níveis 3, 4 e 5 das tabelas docentes da rede.

Inicialmente, Couto anunciou a ampliação do prazo para que o governo estadual possa atender a demandas de caráter econômico sem ferir a legislação eleitoral, que passou do dia 04 para o dia 10 de julho. Também informou que está em estudo um ajuste no decreto da recomposição salarial, cuja primeira parcela será paga em agosto. Segundo ele, a medida permitiria que os 11,56% fossem aplicados sobre toda a remuneração (incluindo os triênios), e não apenas sobre o vencimento-base e algumas gratificações, como prevê o decreto atual.

Em relação à pauta apresentada pelo Sepe em audiências anteriores, Couto anunciou o atendimento de uma reivindicação importante, que terá impacto imediato para parte dos docentes da rede estadual que estão nos níveis iniciais da carreira e recebem abaixo do piso nacional. O governo publicará neste sábado, 4 de julho, um decreto com o complemento necessário para garantir o valor do piso nacional do magistério. 

O ex-governador Cláudio Castro (PL) não implementou a atualização do piso nacional do magistério nos dois últimos anos, mantendo o valor de 2024, de R$ 4.580,57, enquanto o piso nacional de 2026 já é de R$ 5.130,63, considerando a jornada de 40 horas semanais. A atualização do complemento representará o pagamento de uma diferença de até R$ 550,06 ou o aumento do valor considerado para fins de aposentadoria.

O governador afirmou ainda que está analisando outros pontos específicos da pauta da educação básica e demonstrou otimismo quanto à construção de uma solução para os profissionais que atualmente recebem vencimento-base inferior ao salário mínimo. Afirmou que a situação dos animadores culturais “já está sendo resolvida”. Segundo ele, os estudos sobre esses dois temas estão evoluindo, e a expectativa é apresentar propostas na próxima audiência, com base nas análises de impacto financeiro.

A audiência conjunta permitiu pouco tempo para o debate específico das pautas de cada categoria. Uma nova reunião com os sindicatos ficou agendada para o dia 9 de julho, às 16h. O Sepe considera necessário que haja mais tempo para o debate e solicitou audiências específicas por categoria, de modo a garantir a participação completa das representações sindicais e o aprofundamento dos debates.
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Professores da rede municipal do Rio de Janeiro realizaram, nesta quinta-feira (2/07), um ato público na frente da Prefeitura, para cobrar o enquadramento dos profissionais com títulos de Doutorado e especialização no plano de carreira. Os profissionais reivindicam a regulamentação de um dispositivo previsto na Lei do plano de carreira, aprovada em 2013, que reconhece esse direito.
Os educadores defendem a abertura de negociações para regulamentar o enquadramento em nível de doutorado e especialização; estender o direito aos professores com jornadas de 16h, 22h30 e 30h e revisar o percentual destinado ao enquadramento por doutorado. A categoria também reivindicou que o enquadramento de doutorado ocorra de forma automática.
Durante a manifestação, uma comissão formada por diretoras do sindicato e professores que participaram do ato foi recebida por um representante da Subsecretaria de Articulação e Integração da Rede (SUBAIR), da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ). Na reunião, a delegação do sindicato reafirmou as reivindicações da categoria. De acordo com o representante da SME-RJ, as demandas apresentadas dependem de uma decisão do prefeito, por envolverem questões de ordem financeira. Diante disso, a comissão solicitou uma reunião com a Secretaria de Coordenação Governamental, responsável por fazer a interlocução entre as secretarias municipais e o gabinete do prefeito. O representante da SUBAIR comprometeu-se a encaminhar o pedido.
O Sepe irá manter a mobilização em defesa do enquadramento. A categoria também reivindica que o enquadramento ocorra de forma automática e que seja estendido para os profissionais que ainda não o possuem.
O sindicato está na luta para que a prefeitura volte a negociar a pauta dos profissionais de Educação, que vai desde a reposição salarial — o reajuste necessário para cobrir as perdas salariais de 2019 a maio de 2026 seria de 27,22% —; o reajuste do vale alimentação, congelado há 14 anos em R$ 12; e várias outras pautas pedagógicas.
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No dia 2 de julho, o Sepe realizou uma plenária online das concursadas PAEIs. O encontro foi realizado com a participação de cerca de 30 professoras, que tiveram oportunidade de receber um informe do advogado do Departamento Jurídico, Ítalo Pires de Aguiar, sobre o parecer favorável do Ministério Público Estadual à convocação dos concursados e sobre a ação da Defensoria no mesmo sentido. Nesse caso, as duas ações serão julgadas em conjunto.

Após os esclarecimentos das dúvidas da categoria, o advogado explicou que irá reforçar os argumentos da ação do Sepe na Justiça com mais documentação.

Ao término da reunião, os participantes da plenária aprovaram a realização de novo encontro para organizar a luta no 2º  semestre.

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No dia 02 de julho, representantes do Sepe RJ,  do Movimento Somos Todas Professoras (MSTP) e o vereador Leonel de Esquerda participaram de reunião com o Procurador Geral da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rodrigo Lourega Menezes, para discutir a decisão judicial que ataca direitos das Professoras  da Educação Infantil reconhecidas pela lei 15.326/2026.

A prefeitura do Rio, além de se negar a reconhecer a lei federal e não negociar o enquadramento dessas docentes, também pretende retirar destas profissionais direitos concedidos pela lei aprovada em 2019.

Após conversas, o Procurador afirmou que a Procuradoria irá recorrer e questionar nas próximas semanas a decisão, visando preservar o direito da categoria.

O Sepe RJ reafirma assim a importância da mobilização para a conquista do reconhecimento integral das professoras. Conforme aprovado em plenária convocada em maio e na diretoria do sindicato, haverá um encontro entre a coordenação Sudeste do MSTP e Sepe para ajustar as agendas das manifestações.

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O Diário Oficial desta sexta-feira (dia 03 de julho) publicou a relação com 762 professores aprovados no processo seletivo interno da SEEDUC para migração da carga horária de 18 para 30 horas semanais. Com a chamada de hoje, já são 2.9098 migrações efetuadas em 2026, com ampliação de carga horária e remuneração proporcional ao aumento da jornada. Os profissionais que tiveram sua migração aprovada devem buscar o edital para terem acesso aos procedimentos de lotação e escolha das novas vagas.

A migração é uma reivindicação antiga da categoria e integra a pauta de negociações com o governo estadual. Agora, o Sepe busca conseguir a migração para os Docentes II da rede estadual nas negociações com a SEEDUC e o governador em exercício, Ricardo Couto.

Veja abaixo o PDF do Diário Oficial do Estado com a lista dos professores aprovados na migração:

https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Convocados-do-dia-3-de-julho.pdf
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A notícia com o título: “1/3 de Férias do recesso de julho na rede estadual”, publicada originalmente neste site e nas demais redes sociais do Sepe no dia 01/07/2026, continha um erro de informação.

A notícia original informava a SUBGEN (Subsecretaria de Gestão de Ensino) como fonte da informação sobre o 1/3 de férias. O setor correto é SUBAD (Subsecretaria Administrativa). O Sepe pede desculpas pelo erro.

A matéria original foi corrigida na data de 03/07/2026 pela Secretaria de Imprensa do Sepe e pode ser lida aqui.

Todas as demais postagens em nossas redes também foram corrigidas.

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