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Sepe defende que o Piso nacional seja implementado em sua totalidade, com piso no nível inicial da carreira

Atualizado às 16h40:

Diante do anúncio do governador em exercício, Ricardo Couto, sobre a correção do complemento que é pago aos professores e professoras da rede estadual dos níveis do plano de carreira que recebem vencimento-base inferior ao valor do piso nacional do magistério vigente, o Sepe reafirma que:

– O pagamento do complemento remuneratório é uma medida imposta pelo ex-governador Cláudio Castro em 2023, diante da pressão e das vitórias judiciais do Sepe e da categoria.

– O Sepe não defende o complemento remuneratório, pois este quebra o nosso plano de carreira. A reivindicação do sindicato, apresentada seguidamente nas pautas de negociação entregues aos governos, é que o piso nacional do magistério seja aplicado no nível inicial do plano de carreira, atingindo, em cascata, todos os demais níveis da carreira, respeitando as diferenças salariais entre o primeiro e o último nível da carreira. Isto evitaria que o piso vire teto.

– O que o decreto anunciado pelo governador em exercício estabelece é a correção do valor do piso nacional como base para o complemento, de R$ 4.867,77, de 40h (valor de 2025) para o piso nacional de 2026, que já é de R$ 5.130,63, considerando este valor para a jornada de 40 horas semanais, com o pagamento proporcional para as demais faixas.

– O ex-governador Cláudio Castro (PL) além de não pagar o piso na carreira e nem o acordo de recomposição, sequer atualizou o valor do complemento que ele mesmo criou, em 2023.

Uma nova reunião com Ricardo Couto ficou agendada para o dia 9 de julho, às 16h, na qual o Sepe reforçará o pedido pelo piso na carreira, independentemente do julgamento do tema no STF.

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