Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).
Estadual, Todas

ATUALIZAÇÃO: Leia a notícia com o relato da audiência com o governador

 

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, está em audiência com a coordenação-geral do Sepe. A reunião teve início por volta das 18h e também participa a secretária estadual de Educação, Luciana Calaça, que mais cedo reuniu-se com o governador.

Desde às 14h, profissionais da Educação estadual protestaram em frente ao Tribunal de Justiça, durante a paralisação de 24 horas nesta terça-feira, 05/5. O sindicato havia solicitado um encontro com Ricardo Couto para discutir a pauta de reivindicações da categoria e a assessoria dele entrou em contato com a direção no início da tarde, confirmando a audiência.

Em breve daremos mais informes sobre os resultados da reunião com o governador.

SAIBA MAIS

Rede estadual vai parar por 24h no dia 5 de maio, com assembleia às 10h no Clube de Engenharia seguida de ato às 14h no TJ

Baixe a cartilha da campanha salarial
0

destaque-home, Estadual, Todas

A rede estadual está realizando uma paralisação de 24 horas nesta terça feira, dia 5 de maio. Pela manhã, foi realizada uma assembleia geral, no auditório do Clube de Engenharia, na qual a categoria aprovou a continuidade do estado de mobilização e aprovou o seguinte calendário de luta:

1) Nova paralisação de 24 horas, no dia 27 de maio, com assembleia, às 10h, em local a confirmar e ato no Palácio Guanabara, a partir das 14h.

2) No dia 26 de maio, às 19h, será realizado um conselho Deliberativo da rede estadual no formato online.

Agora à tarde, os profissionais estão realizando um ato público na porta do Tribunal de Justiça, na rua Erasmo Braga.

SAIBA MAIS
Direção do Sepe está no TJ, em audiência com governador em exercício Ricardo Couto
Baixe a cartilha da campanha salarial 2026

 

 

0

O Sepe se reuniu nesta quarta-feira, dia 29/04, com a Superintendência de Administração da SEEDUC. O sindicato cobrou, logo no início, o cumprimento do compromisso da secretária de Educação, Luciana Calaça, de intermediar uma audiência com o governador interino, Ricardo Couto, para tratar da pauta da educação.

Na reunião, foram discutidos os seguintes temas:

– Foi informado que a SEEDUC já fez um estudo do impacto econômico sobre a implementação do Piso Nacional do Magistério, do aumento dos auxílios transporte e alimentação, e que este relatório já está na Casa Civil; sobre a audiência com o governador, a Secretaria informou que responderá em breve; também está sendo feito um estudo de impacto em relação ao Piso do Salário Mínimo dos Funcionários Administrativos e Animadores Culturais, que também será encaminhado o mais rápido possível à Casa Civil;

– A Casa Civil também está analisando os processos de licitação de verbas para as escolas realizarem reformas de emergência (prédios sem luz ou com necessidade de obras urgentes) – nesse caso, as escolas deverão abrir um processo para requisitarem essa verba de manutenção, em caráter emergencial. Atenção: não se trata da verba de manutenção normal. Atualmente, segundo a SEEDUC, existem 98 escolas estaduais sem luz já listadas para reparo;

– Em relação ao código 61 (greve), a Secretaria está analisando os documentos que o Sepe encaminhou sobre as greves e paralisações passadas; também foi discutida a necessidade de o código 61 não gerar desconto imediato daqui para frente. A SEEDUC informou que vai discutir esse tema em uma próxima reunião com o sindicato. Informamos que haverá assembleia da categoria no dia 05/05 e requisitamos que a resposta sobre o abono das greves passadas seja apresentada a tempo de o sindicato informar à categoria;

– A SEEDUC informou que, ainda no primeiro semestre, haverá a chamada de 684 inspetores aprovados em concursos – todo o banco de concursados será convocado. Informaram que, por conta do ano eleitoral, não será possível realizar concurso este ano para esse segmento, mas que já prepararão o edital para 2027;

– Em relação à migração dos Doc 2, a SEEDUC esclareceu que a migração será para 30 horas; dos 2.378 professores Doc 2 que estão na rede, 398 estão em sala de aula; haverá 500 vagas para a migração, e um dos critérios é a pontuação para quem está em sala de aula; outros critérios serão divulgados em breve e o prazo para a migração será até junho deste ano;

– Em relação aos 417 aposentados que não receberam os R$ 3 mil de gratificação do FUNDEB, ainda não há previsão de pagamento por conta da tratativa com o RioPrevidência;

– A devolução dos descontos do imposto de renda sobre o abono da progressão automática está em tratativa com a Procuradoria do Estado;

– Em relação à reestruturação da Corregedoria, a Secretaria ainda está analisando a situação;

– Sobre o ICMS Educacional, foi publicado nesta quarta-feira (29/04), no Diário Oficial do Estado, a criação de um Grupo de Trabalho para discutir os encaminhamentos necessários a fim de reduzir o prejuízo causado pela falta de legislação – a SEEDUC vem perdendo recursos do FUNDEB por não ter aprovado a regulamentação do ICMS Educacional;

– Em relação aos servidores ex-FAEP, o processo está tramitando na SEEDUC e inclui a equiparação dos salários desses servidores aos salários da FAETEC;

– A respeito do Abono de Permanência e do direito de “Pecúnia”, foi informado que o valor total da dívida a ser paga aos servidores é de R$ 22 milhões para o primeiro e de R$ 29 milhões para o segundo. A SEEDUC está verificando o orçamento da própria pasta para apresentar ao governador o mais breve possível, visando o pagamento;

– Em relação à Animação Cultural, a SEEDUC vai verificar o impacto do pagamento do INSS no âmbito dos trabalhos do GT da animação.

A próxima audiência está marcada para o dia 18 de maio, às 14h, tendo como pauta os temas pendentes da reunião do dia 29/04, com a presença da secretária Luciana Calaça.

 

REUNIÃO NO TJRJ

Após a reunião na Secretaria de Educação, a direção do Sepe foi até o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), onde se encontrou com um assessor da Presidência do Tribunal para discutir a melhor forma de requisitar uma audiência com o governador interino, o desembargador Ricardo Couto. A delegação foi informada de que, apesar da agenda cheia, ele demonstra disposição para receber os segmentos que solicitam audiência. Diante disso, está sendo reenviado um ofício com pedido de reunião, incluindo pauta e nomes dos participantes, reforçando a importância do Sepe, a maior base do funcionalismo público, e a urgência da solicitação.


CONFIRA VÍDEO COM RELATO DA REUNIÃO

0

O Sepe produziu uma cartilha, com 12 páginas, para fortalecer a mobilização nas escolas estaduais e a campanha salarial deste ano. A publicação mostra a situação econômica cruel que a categoria atravessa, depois de longos anos sem reajuste, sem o piso e a recomposição. Com tabelas produzidas pelo Sepe/Dieese, a cartilha compara a situação atual dos vencimentos-base do magistério com outros cenários, como com a reposição salarial acordada na Alerj, com a reposição completa da inflação ou ainda com o piso na carreira. A cartilha mostra ainda  situação de funcionários, com 9 de 12 cargos com vencimento-base abaixo do mínimo, e compara com a reposição da inflação, com a recomposição acordada e ainda como seria com a aplicação do piso de funcionários, em debate no Senado.

Também traz comparação atualizada de quantas cestas básicas do Dieese era possível comprar com o vencimento-base em 2014 e quantas conseguimos comprar hoje.

A publicação estará disponível nos próximos dias e será entregue também na paralisação do dia 05 de maio, na assembleia da rede estadual, às 10h, no Clube de Engenharia (Av. Rio Branco, 124 – Centro).

Baixe o seu exemplar da cartilha e compartilhe na sua escola

0

Capa do Boletim, com a manchete: Rede Estadual vai parar por 24 horas no dia 05 de maioO Sepe produziu nova edição do seu boletim, voltado para os profissionais da rede estadual. A edição traz a convocação da paralisação de 24 horas no dia 05 de maio e outras datas do calendário aprovado pela categoria.

Nas páginas centrais, o boletim apresenta as tabelas salariais, que simulam o valor do vencimento-base em diferentes cenários. Professores e funcionários podem comparar o seu vencimento atual com o valor de como estaria, por exemplo, caso a recomposição salarial acordada tivesse sido cumprida, caso as perdas com a inflação tivessem sido repostas ou ainda com o valor do piso nacional aplicado na carreira, tanto o do magistério como o de funcionários, em pauta no Senado.

O objetivo do material é fortalecer a mobilização nas próximas semanas, convocando uma forte paralisação no dia 05 de maio, para arrancar o reajuste e demais direitos negados pelo governo estadual. Participe da assembleia, às 10h, no Clube de Engenharia (Av. Rio Branco, 124 – Centro).

Baixe o PDF e compartilhe em sua escola:
Boletim do Sepe Edição 76 – Rede Estadual (Versão A4 para redes)
Boletim do Sepe Edição 76 – Rede estadual (versão A3 para reprodução)

0

O Sepe preparou nova edição do seu boletim (Edição 74), voltado para a rede estadual de ensino. A publicação convoca a paralisação do dia 09 de abril, com assembleia pela manhã no Clube de Engenharia e ato público às 14h na Alerj. O boletim traz ainda texto sobre a renúncia de Cláudio Castro e a disputa em torno do mandato tampão, artigo sobre audiências com a Seeduc e a cobertura do ato unificado do funcionalismo. Baixe o PDF e compartilhe com os grupos de escola>>

 

Baixe o PDF do boletim (versão para redes sociais)

Baixe o PDF do boletim (versão A3, para reprodução) 

0

O Sepe produziu nova edição de seu boletim, voltado aos profissionais da rede estadual. A edição 74 traz a cobertura do ato no dia 18/3 no Palácio Guanabara, em conjunto com o funcionalismo, e os próximos passos da luta da categoria, como a paralisação do dia 09/4. Leia e compartilhe nos grupos da escola.

Boletim do Sepe – Rede Estadual – versão redes
Boletim do Sepe – Rede Estadual – Versão reprodução (A3)

0

A Comissão dos Servidores Públicos Estaduais da ALERJ realizou audiência pública, nesta quinta-feira (12/03), sobre a implantação do Piso do Magistério e o financiamento da educação.

A diretoria do Sepe esteve presente na mesa de condução da reunião, assim como representantes da SEEDUC e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). Outros integrantes da diretoria do sindicato e dezenas de militantes da educação participaram do plenário. O deputado federal Tarcísio Motta (PSOL) também acompanhou a audiência.

Na audiência, foi deliberado que a Comissão dos Servidores, presidida pelo deputado estadual Flávio Serafini (PSOL), e as entidades da educação presentes reforçarão junto à SEEDUC a urgente necessidade de formação de uma mesa de negociação com o governo do Estado para discutir a questão salarial da educação, com foco na recomposição salarial – incluindo os aposentados -, além de outras pautas colocadas, entre elas: a migração dos funcionários da ex-FAEP para a FAETEC, a questão da Animação Cultural, entre outras.

A representante da SEEDUC, subsecretária Vivianne Ferreira Tavares, que representou a secretária Luciana Calaça na audiência, se comprometeu a articular, em até 10 dias, essa negociação com o governo.

Audiência mostrou dados sobre o desinvestimento na educação

Serafini abriu a audiência com uma análise dos números das receitas e despesas do estado para a educação estadual. Ele informou que de 2019 a 2025 (governos Witzel e Castro) deixaram de ser aplicados na educação R$ 16 bilhões referentes à participação especial dos royalties de petróleo. O deputado informou também que os deputados da oposição na ALERJ entraram com uma denúncia no MPRJ contra este rombo no orçamento.

Ou seja, se o governo cumprisse com a sua obrigação constitucional de aplicar as receitas obrigatórias na educação, não só o piso nacional do magistério e o piso para os funcionários das escolas poderiam já ter sido implementados, como também a estrutura física das unidades escolares estaria em condições bem melhores.

A seguir falou a representante do Sepe, diretora Maria da Conceição F. Nunes (Sãozinha). Ela disse que a nova gestão da Secretaria já adotou algumas medidas dentro do que o Sepe vem propondo, entre elas: revogação do diário online e a saída de policiais da corregedoria da Secretaria – inclusive foi informada na audiência a exoneração de um policial lotado naquele órgão.

A diretora do Sepe alertou que a política de abono não contenta os aposentados: “Precisamos avançar nessa recomposição”. Ela protestou contra o “assalto” ao RioPrevidência via Banco Master. Sãozinha lembrou que a ex-secretária afirmou que o governo pagaria o piso, mas ao final o governo implementou a lei do piso apenas nas primeiras faixas salariais, quebrando o Plano de Cargos e Salários – “piso não pode ser teto”. Ao final, ela disse esperar que outras ações concretas sejam tomadas pela nova gestão da Secretaria, em benefício da categoria.

Falou em seguida a diretora do Sepe e presidente do Conselho de Controle e Acompanhamento do Fundeb (Cacs-Fundeb), Beatriz Lugão. Ela explicou o histórico da criação do Fundeb – criado para ser um fundo de valorização salarial dos professores e professoras do ensino básico, visando à melhoria dos salários, com a implementação do piso nacional, cuja lei existe desde 2008. No entanto, segundo Lugão, essa função foi desvirtuada e a receita do Fundeb está sendo usada para pagar integralmente os salários dos servidores do estado do Rio e dos municípios, e quase nenhum desses entes cumpre com o piso do magistério.

Lugão denunciou a dificuldade para o o CACs-Fundeb obter informações, principalmente em relação aos contratos com empresas terceirizadas. Além disso, ela alertou que não há perspectiva de melhoria salarial, se for contar apenas com o Fundeb, já que o estado vem diminuindo a arrecadação do fundo, com a diminuição significativa do número de matrículas escolares.

As duas representantes do Sepe divulgaram o ato em frente ao Palácio Guanabara, no dia 18, com concentração no Largo do Machado, às 10h.

Fala da SEEDUC

A subsecretária Vivianne Ferreira Tavares falou em nome da SEEDUC. Ela disse que a Secretaria está aberta a uma discussão coletiva; disse que a SEEDUC precisa, nesse período curto de gestão que resta, de entender os pleitos e abrir essa negociação.

Ela afirmou que a Seeduc entende a crítica de que o Plano de Carreira está achatado; disse também que é possível construir um grupo de trabalho para discutir a questão dos gargalos no financiamento da educação.

Promotoras do MPRJ presentes

Agnes Mussliner, promotora de Justiça e Coordenadora do Grupo de Atuação Especializada em Educação (GAEDUC do MPRJ), presente à mesa, afirmou que a questão que mais vem acionando o GAEDUC é a do financiamento da educação pública. Ela informou que existe, no Supremo, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, a ADI 6227, que questiona a aplicação dos royalties do petróleo na educação, determinada, por sua vez, pela Lei Federal 12.858/2013.

Segundo a promotora, o ministro Luiz Fux está analisando essa ação e já determinou que os TCEs e MPs se abstenham de processar os governos estaduais que não estejam cumprindo a lei 12.858/2013. Ela pediu que o movimento social e sindical pressione o Tribunal para que o tema seja julgado o mais rápido possível. Sobre este ponto, o deputado Tarcísio disse que o seu mandato vai buscar agendar uma audiência com o ministro Fux, para discutir o trâmite dessa ADI com todas as instituições interessadas, incluindo o Sepe.  

Já Bianca Mota de Moraes, promotora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Educação do MPRJ, pediu que as representações presentes na audiência, além do legislativo, busquem investigar profundamente e divulgar os dados do que deve ser aplicado, por lei, na educação. A divulgação desses dados, para ela, é fundamental para a fiscalização e cobrança do governo. Afirmou também que, independentemente do julgamento no Supremo sobre a lei do piso (Tema 1218), o governo do estado sempre pode abrir uma mesa de negociação com o Sepe para a implementação do piso.

Falhas crônicas na contabilidade

Outro a falar foi o coordenador do Fórum Permanente de Acompanhamento do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério da Educação Básica, professor da UFRJ Fábio Souza. Ele disse que há um problema crônico na Seeduc com a produção do orçamento, com falhas nas receitas e despesas, segundo dados do TCE. Ele denunciou que o estado, pelo menos desde 2021, não vem aplicando o percentual mínimo de 25% do orçamento na educação, como manda a Constituição.

A professora Teresa Pimentel, presidente da Associação dos Diretores de Escolas Públicas do Estado do Rio de Janeiro (ADERJ), disse ser “muito doloroso que os aposentados vivam com os atuais salários, suficientes somente para sobreviver”.

Maria Teresa Avance de Oliveira, integrante do Comitê Diretivo da Iniciativa Nacional pelo Direito à Educação, defendeu a implementação do Piso Salarial e criticou a falta de transparência e de fiscalização do uso do dinheiro público do estado.

Falas do plenário

Em seguida, ocorreram as falas do plenário, incluindo de integrantes da diretoria do Sepe: as coordenadoras Helenita Beserra e Rosilene Almeida; além do diretor Mário Sérgio; da diretora Maria da Penha; do ex-diretor do sindicato Flavio Lopes e do funcionário ex-FAEP, Danilo. A direção do Sepe cobrou a resolução da grave questão da migração dos funcionários ex-FAEP para a FAETEC, que vem sendo postergada pelo governo, entre outros temas.

0

A Regional 1 do Sepe convoca a comunidade escolar do Ciep 303 Ayrton Senna (Rocinha) e membros das organizações sociais que atuam na favela para um novo ato de protesto contra os problemas de infraestrutura na unidade que, desde o início do ano letivo de 2026 vem prejudicando o seu funcionamento. O protesto será realizado na próxima quarta-feira (11), a partir das 9h. Desta vez, a comunidade escolar e representantes dos movimentos sociais da Rocinha estão sendo convidados para dar um abraço em defesa da escola, a única unidade de ensino médio que atende aos jovens da Rocinha.

Este já é o terceiro ato público desde o início do ano letivo para denunciar os problemas de estrutura como as instalações elétricas e hidráulicas, que fizeram a escola oferecer aulas no pátio da unidade para os alunos por causa do risco de incêndios provocados pela precariedade das instalações elétricas.

Os protestos anteriores, com ampla repercussão na imprensa tradicional e mídias da comunidade, ocorreram nos dias 26 de fevereiro e 03 de março e contaram com a participação de profissionais, alunos, responsáveis e representantes das organizações sociais que tem atuação na Rocinha. No último protesto, a comunidade escolar chegou a interditar parcialmente a Estrada da Gávea para denunciar a demora da SEEDUC para a resolução dos problemas que se acumularam desde o início das aulas, já que a falta de luz, além do risco de incêndio, também faz com que a unidade sofra com a falta de água.

Em audiência com a nova secretária de estado de Educação, Luciana Calaça, realizada no dia 06 de março, a direção do Sepe denunciou os problemas da escola e ela afirmou que seria apresentada uma solução em breve. Mas a Secretaria mandou uma equipe que realizou apenas uma pequena manutenção que não resolveu o problema de forma definitiva. Por isso, no protesto da próxima quarta-feira (dia 11), a comunidade escolar vai exigir que sejam realizadas obras estruturais no Ciep para que ele volte a funcionar de maneira integral e ofereça segurança para os profissionais de educação e demais integrantes da comunidade escolar.

 

 

 

 

0