O Sepe publicou a edição nº 84 do seu boletim, para a rede municipal do Rio de Janeiro. O informativo convoca a categoria para a assembleia geral do dia 28 de novembro, em defesa de reajuste — as perdas acumuladas entre 2019 e maio de 2026 chegam a 27,22%, segundo o Dieese —, demais pautas econômicas e pedagógicas e contra as violências contra os educadores. A edição também cobra a retomada das negociações com a Secretaria Municipal de Educação.A publicação traz ainda notícia sobre a Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público para enfrentar a carência de professores na rede, que também questiona a Lei da Minutagem, e um resumo dos resultados do levantamento do Sepe sobre os impactos da medida. Mais de 2 mil docentes responderam ao formulário e 97,3% disseram que os profissionais de suas escolas estão mais adoecidos.
O boletim traz ainda informações sobre o procedimento aberto pelo MPRJ para apurar denúncia de possível assédio eleitoral na rede; o adiamento da abertura da janela de migração do Plano de Saúde do Servidor Municipal (PSSM); a plenária sobre o Plano Municipal de Educação; e o 45º Encontro Estadual de Aposentadas(os) do Sepe.
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REDE ESTADUAL FARÁ ATO EM FRENTE AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA NO DIA 1º DE SETEMBRO, ÀS 14H
NO DIA 8 DE AGOSTO TEM ASSEMBLEIA HÍBRIDA DA REDE ESTADUAL
O Jornal Valor Econômico/Globo publicou uma reportagem sobre as mudanças estruturais e novos mecanismos de transparência e gestão do Rioprevidência, o órgão responsável pelos pagamentos de mais de 245 mil servidores estaduais e aposentados do Rio de Janeiro envolvido no chamado escândalo do Banco Master. A matéria cita o Sepe RJ, que avaliou como positivo o decreto 50.376/20226, publicado pelo governador em exercício, Ricardo Couto, na última segunda-feira, dia 13 de julho, determinando as mudanças na gestão do nosso fundo de pensão. Para o sindicato, um dos pontos a destacar no texto do decreto é o fato de Couto ter nomeado servidores de carreira do próprio Rioprevidência para assumir a gestão da autarquia, o que fará com que servidores sejam responsáveis pela gestão dos próprios recursos previdenciários.