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Sepe se manifesta em defesa de professor esfaqueado em escola pública na Tijuca ontem à noite
11 de agosto de 2026
Em mais um caso de violência dentro do espaço escolar, o Sepe está acompanhando a notícia sobre o ataque sofrido ontem, dia 10 de agosto, por um professor dentro da sala de aula no Colégio Estadual Orsina da Fonseca (Tijuca). No incidente, que ocorreu na noite de segunda-feira, um aluno feriu o docente a facadas e o caso só não teve piores consequências, porque o estudante foi detido pelos próprios colegas que o dominaram impedindo a continuação dos ataques.
Durante o tumulto, o professor e o aluno acabaram feridos e foram levados para um hospital e, posteriormente, encaminhados para a 18ª Delegacia Policial na Praça da Bandeira.
O Sepe lamenta a ocorrência de mais um episódio de violência dentro do espaço escolar e traz a público a preocupação da categoria com o aumento alarmante das notícias sobre agressões sofridas por profissionais de educação dentro do seu ambiente de trabalho. No momento em que a entidade se encontrava apurando uma denúncia de outro caso de agressão contra uma profissional fomos surpreendidos com a notícia nos veículos de comunicação sobre o ataque do aluno ao professor dentro de sala de aula.
O sindicato se solidariza com o profissional de educação ferido e faz um apelo para as autoridades estaduais e municipais para que o poder público entre de forma mais decisiva na busca de soluções para esta questão. A escola é um espaço para o diálogo e a democracia e a sociedade não pode normalizar a violência no seu interior.
No nosso entendimento cabe ao poder público valorizar a função dos profissionais de educação e dotar a escola de equipamentos e de pessoal, como inspetores e agentes de portaria, os quais poderiam ajudar a conter tais ocorrências no espaço escolar.
Acreditamos que o aumento da violência diária no cotidiano escolar não se restringe à cidade ou ao estado do Rio de Janeiro, nem às escolas públicas. Este é um problema que atinge também profissionais e estudantes nas escolas privadas e soluções urgentes precisam ser encontradas para debelar esse mal que impede o funcionamento normal e o convívio harmônico dentro das nossas unidades escolares.
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