Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

Os profissionais de Educação da rede municipal do Rio deliberaram, em assembleia realizada no dia 15 de agosto, um calendário de mobilização, que reforça a chamada para a participação no ato pelo enquadramento das docentes da Educação Infantil (Lei 15.326/2026), que será realizado no próximo domingo (23/8), na Praia de Copacabana (Posto 6), a partir das 10h.

Já no dia 27/08, às 14h, será realizado um abraço simbólico na Escola Municipal Orsina da Fonseca (R. São Francisco Xavier, nº 95, Tijuca), que foi palco de uma agressão contra um professor, na qual um aluno chegou a desferir facadas no profissional. Neste dia, ocorrerá o lançamento de uma campanha pela valorização, contra a precarização e o adoecimento dos profissionais de educação das escolas municipais.

Confira o calendário completo, aprovado na assembleia


PELA VALORIZAÇÃO DOS EDUCADORES

Pela recomposição salarial para cobrir as perdas: de 2019 a maio de 2026, as perdas são de 27,22% (DIEESE:); reajuste do vale alimentação (congelado há 14 anos em R$ 12); fortalecimento do PreviRio para garantir a saúde das nossas aposentadorias e pensões e atendimento digno aos servidores; resposta às demandas funcionais com as devidas correções nas carreiras dos profissionais da educação; e que nenhum funcionário receba vencimentos menores que o salário mínimo.

Contra a precarização do trabalho e o adoecimento da categoria: o sindicato denuncia a política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração.

Pelo fim da política das contratações temporárias: implementação da migração, convocação de concursados e realização de concurso público para todos os cargos da educação, valorizando o servidor estatutário.

Pelo cumprimento imediato da lei que descongela o tempo da pandemia; pelo correto pagamento do Piso Nacional do Magistério para os PAEIS; pelo Início imediato da convocação da migração dos Doc II; na luta pelo enquadramento em nível de especialização e doutorado e a extensão desse direito a todos os profissionais da Educação. 


Baixe o novo boletim da rede municipal RJ
 

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Em mais um caso de violência na rede municipal de educação do Rio de janeiro, uma professora contratada (contrato temporário, sem vínculo estatutário) pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ) relatou ao Sepe ter sido agredida, recentemente, por estudante dentro da sala de aula. Segundo o relato, a agressão ocorreu após a docente solicitar que um grupo de alunos interrompesse uma brincadeira em plena sala, que estava atrapalhando o transcorrer normal da aula. Com isso, ao tentar impedir a brincadeira, a professora recebeu socos no rosto, no peito e na mão da parte desse estudante.

Imediatamente após ser agredida, a docente contatou o diretor e a coordenadora da escola e aguardou o retorno funcional para o seu caso – infelizmente, não foi devidamente acolhida e orientada diante do trágico episódio: a docente permaneceu na unidade até o fim do expediente, dando aulas normalmente; somente após as aulas ela pôde registrar ocorrência policial e passou por atendimento no Instituto Médico Legal – a professora tem tudo devidamente documentado. Nos dias seguintes, ela continuou trabalhando na unidade, apesar de se sentir insegura e com medo de novas agressões.

A professora procurou a direção do Sepe, que a acompanhou à Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Lá, ela solicitou sua transferência para outra unidade escolar. Segundo ela, a direção da escola informou que abriria uma sindicância e que não seria possível realizar a troca de unidade por se tratar de uma profissional contratada. Além disso, ela sequer foi orientada a realizar o registro de ocorrência e procurar atendimento médico para possível abertura de processo de acidente de trabalho.

O Sepe acompanha o caso e cobra da SME-RJ providências para garantir a segurança e a integridade da profissional no ambiente escolar. Os casos de violência a profissionais de educação têm aumentado cada vez mais, sem uma política eficaz de garantia de proteção no ambiente escolar – leia aqui o caso de um professor esfaqueado na aula.

O sindicato também denuncia a situação de professoras(es) contratados(as), com vínculo de emprego precário, expostos a todo tipo de assédio, inclusive por parte da própria SME-RJ. Esse é mais um motivo pelo qual o sindicato defende o concurso público.

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Em mais um caso de violência dentro do espaço escolar, o Sepe está acompanhando a notícia sobre o ataque sofrido ontem, dia 10 de agosto, por um professor dentro da sala de aula no Colégio Estadual Orsina da Fonseca (Tijuca). No incidente, que ocorreu na noite de segunda-feira, um aluno feriu o docente a facadas e o caso só não teve piores consequências, porque o estudante foi detido pelos próprios colegas que o dominaram impedindo a continuação dos ataques.

Durante o tumulto, o professor e o aluno acabaram feridos e foram levados para um hospital e, posteriormente, encaminhados para a 18ª Delegacia Policial na Praça da Bandeira.

O Sepe lamenta a ocorrência de mais um episódio de violência dentro do espaço escolar e traz a público a preocupação da categoria com o aumento alarmante das notícias sobre agressões sofridas por profissionais de educação dentro do seu ambiente de trabalho. No momento em que a entidade se encontrava apurando uma denúncia de outro caso de agressão contra uma profissional fomos surpreendidos com a notícia nos veículos de comunicação sobre o ataque do aluno ao professor dentro de sala de aula.

O sindicato se solidariza com o profissional de educação ferido e faz um apelo para as autoridades estaduais e municipais para que o poder público entre de forma mais decisiva na busca de soluções para esta questão. A escola é um espaço para o diálogo e a democracia e a sociedade não pode normalizar a violência no seu interior.

No nosso entendimento cabe ao poder público valorizar a função dos profissionais de educação e dotar a escola de equipamentos e de pessoal, como inspetores e agentes de portaria, os quais poderiam ajudar a conter tais ocorrências no espaço escolar.

Acreditamos que o aumento da violência diária no cotidiano escolar não se restringe à cidade ou ao estado do Rio de Janeiro, nem às escolas públicas. Este é um problema que atinge também profissionais e estudantes nas escolas privadas e soluções urgentes precisam ser encontradas para debelar esse mal que impede o funcionamento normal e o convívio harmônico dentro das nossas unidades escolares.

CONFIRA A REPORTAGEM DO BOM DIA RJ

 

 
 
 
 
 
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A CNTE, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, está realizando uma pesquisa nacional com os professores(as) das etapas finais do ensino fundamental e ensino médio com objetivo de verificar o contexto social e político dentro das escolas públicas no Brasil.

O estudo visa verificar as relações destes profissionais junto com estudantes, familiares, gestores, ou seja, o dia a dia dentro da escola pública. O objetivo da pesquisa é a verificação destas relações dentro do espaço escolar para que se possa desenvolver não só diagnósticos, mas também políticas públicas que venham a melhorar o cotidiano de quem educa.

Em tempos conturbados, nos quais temos assistido o aumento dos conflitos dentro das famílias e nas salas de aula, além de ameaças à liberdade de cátedra dos professores, muitos destes profissionais reclamam da falta de espaço para promoverem uma educação pública, laica e democrática por causa do patrulhamento dentro do seu espaço de trabalho muitas vezes incentivado pelas redes de ódio.

O assédio, o controle excessivo e os ataques à nossa liberdade de docência viraram uma realidade pesada na sala de aula. Para combater isso de frente, a CNTE fechou uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e quer ouvir a categoria a respeito desta questão. O questionário visa compreender como o contexto social e político atual no Brasil tem afetado o trabalho na educação. As perguntas abordam a rotina do dia a dia e a relação com estudantes, responsáveis e gestores.

A enquete é totalmente anônima e os participantes terão o anonimato garantido

 

Responda a pesquisa neste link: https://mla.bs/3b6c3f91ff

 

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A entrada de policias armados na Creche Valdemira Macedo da Silva, da rede municipal de Saquarema, causou tensão entre os membros da comunidade escolar. Segundo os relatos de testemunhas, os policiais apareceram no local, enquanto profissionais e membros da comunidade escolar realizavam manifestação, cobrando transparência e investigação de denúncias e respeito à escolha feita pela comunidade da nova direção da unidade.

A creche, localizada no bairro Jardim Ipitangas, em Saquarema, vem passando por problemas e a entrada da polícia na unidade sem qualquer explicação aumentou ainda mais o clima de insegurança vivido por profissionais de educação, pais e responsáveis.  

De acordo com as testemunhas, a entrada dos policiais ocorreu em meio ao período de recesso escolar, surpreendendo professores, funcionários e demais pessoas que estavam na creche. A situação teria provocado apreensão entre os profissionais, que afirmam ter se sentido acuados, além de preocupação com o impacto emocional causado às crianças que frequentam a unidade.

A presença dos policiais ocorreu em um momento de forte instabilidade administrativa, após a exoneração da antiga gestora da creche e a nomeação de uma interventora para assumir a direção da unidade. O grupo afirma que a nova gestora seria desconhecida da comunidade escolar e que sua indicação teria ocorrido sem diálogo com professores, funcionários, pais e responsáveis.

No documento, a comunidade afirma que havia escolhido democraticamente uma professora da própria unidade para ocupar a direção. Segundo os organizadores do movimento, essa escolha foi respaldada por um abaixo-assinado que reuniu 512 assinaturas, demonstrando o apoio da comunidade à profissional.

Os manifestantes também sustentam que a decisão da Secretaria Municipal de Educação desconsiderou a vontade coletiva e serviu para agravar um ambiente que já vinha sendo marcado por conflitos internos. Eles classificam a nomeação como autoritária e alegam que a indicada não possuiria a qualificação necessária para assumir o posto.

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O Sepe manifesta sua solidariedade à professora Michele Ramos, da rede municipal de ensino de São José dos Campos (SP), vítima de um grave e chocante episódio de violência no ambiente escolar. Estudantes de uma turma do 8º ano em que ela lecionava colocaram vidro quebrado em um copo de água e, em seguida, ofereceram a bebida à docente. A tragédia só foi evitada porque um dos alunos a alertou a tempo sobre o que havia acontecido.

Logo após o incidente, ela se dirigiu ao hospital e foi medicada com um colapso nervoso; em seguida, fez o boletim de ocorrência e abriu uma CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho). A docente pediu afastamento temporário para decidir se continuará na mesma escola. O caso está sendo investigado pela delegacia local.

O Sepe repudia toda e qualquer forma de violência no ambiente escolar e alerta para o crescente contexto de desvalorização da profissão docente em nossa sociedade. Esse cenário é agravado pelo descaso do poder público, que deixa de implementar políticas efetivas de valorização dos profissionais da educação e de ampliar os investimentos necessários para garantir uma educação pública de qualidade. Valorizar quem educa é um compromisso essencial para a construção de escolas mais seguras, acolhedoras e capazes de cumprir seu papel social.

Seguiremos defendendo políticas e ações voltadas à prevenção da violência nas unidades escolares e à proteção de todos os trabalhadores da educação, lado com toda a comunidade escolar, incluindo, alunos, pais e responsáveis.

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Os profissionais do Ginásio Educacional Tecnológico (GET) Lins de Vasconcelos (Zona Norte) protestaram na manhã de hoje (30) contra as agressões sofridas por uma professora da unidade ocorridas no dia 19 de junho. Responsáveis também participaram do ato. Segundo testemunhas, a professora vítima das agressões foi atacada pela mãe de uma estudante por causa de questões disciplinares envolvendo esta última. O Jornal O Dia fez uma reportagem sobre a manifestação em sua edição eletrônica.

A professora solicitou que a estudante fosse a direção, mas esta se negou e sua responsável foi convocada à escola. A Regional 3 do Sepe, que acompanha o caso, foi ao local e apurou, com base em depoimentos de inúmeras testemunhas, que a aluna mentiu para a mãe e disse que a professora a teria agredido durante a sua condução à direção da unidade. A responsável então, teria agredido a profissional, sem ouvi-la, desferindo um soco na professora na frente da diretora da escola.

A Regional 3 buscou uma solução junto à 3ª CRE, mas o órgão não apresentou uma definição para o caso. A professora segue de licença médica por causa das agressões. O caso está sendo investigado pela 26ª DP (Todos os Santos).

O Sepe lamenta a ocorrência de mais um caso de violência dentro de um espaço escolar e condena a demora da 3ª CRE e da SME em apresentar uma resposta imediata para a situação. Para o sindicato, é inadmissível que o espaço escolar, que deveria ser um local diálogo e de troca pedagógica, cada vez mais se transforme numa arena de conflitos que colocam em risco a saúde e a integridade dos membros da comunidade escolar.

Veja reportagem do Jornal O Dia sobre o assunto pelo link: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2026/06/7271287-ato-pede-paz-e-seguranca-apos-agressao-contra-professora-na-zona-norte.html

 

 

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A comunidade escolar da Escola Municipal Lins de Vasconcelos realizará nesta terça-feira (30), às 7h30, uma manifestação de repúdio à violência sofrida por uma professora da unidade, que foi agredida fisicamente por uma mãe dentro da escola. Em razão das agressões e do abalo emocional provocado pelo episódio, a docente encontra-se licenciada.

O ato, com o apoio do Sepe, tem como objetivo prestar solidariedade à professora e reafirmar que o ambiente escolar deve ser um espaço de respeito, diálogo e segurança para profissionais, estudantes e familiares.
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Há mais de uma semana, os moradores da região do Rio das Pedras e das demais áreas do entorno desta favela em Jacarepaguá vivem sobressaltados com os sucessivos confrontos diários entre quadrilhas de traficantes e de milicianos pelo controle de uma das maiores favelas da cidade. O confronto desnuda toda a incompetência da prefeitura do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Educação para garantir a segurança das comunidades escolares e as pressões sofridas pelas direções das escolas para manterem suas unidades abertas mesmo com risco de vida real para professores funcionários e crianças.

A Regional VI do Sepe tem recebido uma série de denúncias e apelos desesperados de profissionais de educação e de membros de comunidades escolares da região, relatando que as crianças não conseguem chegar às escolas por causa das ameaças de tiroteio entre os bandos e das operações policiais enviadas para tentar, em vão, conter os conflitos.

Os profissionais de educação reclamam da falta de um protocolo mais específico da Secretaria Municipal de Educação (SME RJ) a respeito do fechamento das unidades escolares em caso de ocorrência de confrontos entre bandidos ou de operações policiais que envolvam tiroteios.

O clima de terror faz com que moradores, profissionais e alunos das escolas vivam sem saber quando vai acontecer o próximo confronto, seja com traficantes e milicianos ou das operações policiais numa vã tentativa de controlar a situação.

Com isso, o prejuízo pedagógico para os alunos não conseguem chegar nas escolas e, quando chegam, têm o dia a dia prejudicado pelos tiroteios e constantes ameaças de invasão. Os profissionais destas unidades localizadas nestes locais ficam sem saber o que fazer em meio às ordens desencontradas partidas da prefeitura, SME ou das CREs, que não definem o protocolo de fechamento por causa dos riscos e, pior ainda, ficam pressionando as direções a manterem as portas abertas utilizando a vida da categoria e das crianças de forma política e eleitoreira.

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As polícias Civil e Militar entraram no Complexo da Maré desde o início desta madrugada, em mais uma operação contra facções locais que comandam o tráfico de drogas. A polícia visa cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão e, desde cedo, os moradores foram acordados com tiros e barulho de helicópteros sobrevoando o local.

Por conta desta ação policial, cerca de 41 escolas municipais e estaduais permanecem fechadas e unidades de saúde e outros serviços públicos também permanecem fechado.

O Sepe lamenta que, mais uma vez, os moradores destas áreas consideradas de risco sejam prejudicados em seu cotidianos e impedidos de trabalhar e de estudar por conta destas verdadeiras operações de guerra movidas pelas autoridades de segurança que, apesar do aparato bélico e do número de agentes empregados, não conseguem resolver a situação de insegurança de centenas de milhares de moradores que residem em favelas e bairros da periferia.

O sindicato expressa toda a solidariedade da categoria aos profissionais de educação e demais membros destas comunidades escolares submetidas à violência e ao confrontos entre as autoridades que deveriam protegê-los e os membros das facções criminosas que, ano após ano, mantém o domínio em várias áreas da cidade do Rio de Janeiro.

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