Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

No dia 8 de maio, o Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ (CBAE – UFRJ) sediará o lançamento do livro “Fazendo comuns na escola… construir um mundo outro”, resultado de anos de pesquisa dos projetos Combinação e Fazendo Comuns, ambos coordenados pela profª Lucia Rabello de Castro. Reunimos pesquisadores, colaboradores e crianças no debate acerca da importância do fazer político das crianças dentro e fora da escola na elaboração e defesa de suas demandas.

O evento contará com palestrantes de diversos segmentos envolvidos nas pautas da infância, visando apresentar a proposta do livro e discutir os tensionamentos que a demanda infantil produz na sociedade.

Data: 08/05/2026

Horário: 14h às 18h

Local: Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ (CBAE-UFRJ)

Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

Veja a programação do evento pelo link abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Flyer-evento.pdf

Para mais informações:

https://www.instagram.com/p/DXK5JVeiexA/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

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Cultura, Formação Sindical e Assuntos Educacionais, destaque-home, Saúde e Direitos Humanos, Todas

No sábado, dia 11 de abril, o Núcleo de Estudos de Educação Inclusiva (NEEDINC) realizou uma reunião, no auditório do Sinpro-Rio. O tema do encontro, que reuniu duas dezenas de profissionais de educação e convidados, foi a discussão sobre a política nacional de inclusão e a situação da inclusão na rede pública de ensino: Diagnóstico geral do Rio de Janeiro, onde as exigências e leis da inclusão não são cumpridas.

Durante o evento foram realizadas falas das seguintes participantes: Cládice Diniz (UNIRIO); Dani Leal (MOABE RJ); e Izabel Costa (CME RJ).

Ao final da reunião, foram tirados os seguintes encaminhamentos:

– Abrir grupo de WhatsApp do NEEDINC;

– Formação de Grupo de Trabalho (GT) em conjunto com a SAE para estudo específico e sistematização das discussões sobre: os cargos e a carreira dos profissionais da educação inclusiva; levantamento de experiências positivas existentes no país (BH, Goiânia, Angra nos anos 90 e CPII, CAP UERJ e ISERJ); diagnóstico das políticas de inclusão – PNE, Política Nacional, deliberações locais e da situação da rede pública; pesquisa sobre o censo escolar;

– GT: Carol Sepe; Fatima Lima Regional 1, Isabela AAEE Regional 3, Paula Falcão, Simone Regional 9.

– Realização de TV SEPE sobre o tema da inclusão;

– Reunião com a equipe da FIOCRUZ – grupo de pesquisa sobre a inclusão na rede municipal do Rio – indicação 04/05;

– O Sepe RJ deve solicitar dados da inclusão ao IHA;

– Sobre acidente de trabalho envolvendo agressões de crianças/ estudantes incluídos:  consulta ao jurídico sobre como proceder;

– Lutar pelo retorno do COC INTEGRAL e dos CENTROS DE ESTUDOS INTEGRAIS no calendário para discutir a inclusão;

– Representante do Sepe junto ao FUNDEB solicitar informações sobre o uso de mais 23% de recursos financeiros enviados pelo governo federal voltados para a inclusão;

– Discutir no Sepe a importância da criação de núcleo de estudos da educação inclusiva nas diversas redes municipais;

– Indicar a construção de um encontro estadual sobre a educação inclusiva nas redes públicas de ensino;

– Discutir propostas para a inclusão como: a constituição e/ou ampliação das equipes multidisciplinares; a ampliação das salas de recursos com pelo menos 1 em cada escola pública; discutir a carreira e a formação inicial mínima para os profissionais do atendimento educacional especializado: eles exercem função docente ou apoio técnico?; discussão sobre a redução do quantitativo de crianças/estudantes em cada agrupamento/turma nas escolas públicas.

Durante a reunião ainda foram tocadas as seguintes questões:

– Necessidade de discussão sobre a precarização e desvalorização dos profissionais do atendimento especializado e do profissional da educação em geral;

– Discutir as experiências de Niterói e São Gonçalo onde o atendimento especializado direcionado à criança/ estudante é realizado por profissional do Magistério concursado. Debater também a proposta de flexibilização com a criação de um profissional da educação voltado apenas para os cuidados, um cuidador;

– Discutir a necessidade de atendimento especializado aos estudantes com deficiência, pelo poder público, também após o horário da escola, muitas em turno parcial;

– Fazer a discussão conceitual da educação inclusiva a partir de concepções como da escola unitária de Gramsci e do Desenvolvimento universal de aprendizagem (DUA);

– Fazer a discussão sobre a inclusão a partir de outro modelo de sociedade, não pautada no neoliberalismo e conservadorismo;

– Utilizar o mapeamento da inclusão, por escola, realizado no mandato da ex-vereadora Luciana Boiteux;

– Indicar ao Sepe Central estudos e ações voltadas também para a rede estadual;

– Propostas de políticas públicas voltadas para famílias e/ou responsáveis de crianças e estudantes com deficiência;

– No setor público, lutar para que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente à educação pública;

– Discutir a importância da presença das escolas especiais;

– Destacar a importância do estudo da educação inclusiva nas licenciaturas e graduações;

Foram indicadas as seguintes ações a curto prazo:

. Solicitação oficial dos dados acerca da educação inclusiva no município do RJ para o IHA

. Construção de uma orientação em relação a acidentes relacionados a agressão sofridas a partir da intervenção na Educação especial/Inclusiva (abertura de NAT)

. Luta pela retomada pelo tempo integral do COC

. Retorno dos CEs com foco nos casos de inclusão, organizados a partir das unidades escolares, referenciado nas suas demandas

. Construção de diálogos junto a comunidade escolar a partir dos CECs, no sentido de fortalecer a unidade em torno dos direitos da família, da criança e dos profissionais de educação.

. Campanha pelo cumprimento da modulação (relação aluno/AAEE) previsto em lei e prometido pelo prefeito durante a campanha

. Campanha pela sala de recursos em cada escola.


 

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O Sepe, juntamente com uma série de outras entidades realizará, no dia 03 de dezembro, uma oficina sobre a Lei de Acesso à Informação e como utilizá-la para monitoramento de políticas educacionais no Rio de Janeiro. A oficina será ministrada pelo professor Fernando Cássio (USP / Rede Escola Pública e Universidade), com foco na utilização da Lei de Acesso à Informação (12.527/2011).

O minicurso irá ensinar como redigir um pedido de informação, quais são as instâncias às quais recorrer quando um pedido é negado e como redigir esses recursos. A solicitação de dados do poder público é um mecanismo central para investigar a atuação do Estado no desenho e na implementação de políticas públicas em todos os campos.

A oficina é gratuita e aberta a todas as pessoas interessadas no tema.

Inscrições em: https://forms.gle/PER3ZpVpu3kuaFqH9

Data: 3/12, (4ª feira)

Horário: 17h

Local: Sepe-RJ

Rua Evaristo da Veiga, 55 / 7° andar – Centro

Palestrante

Fernando Cássio é professor de políticas educacionais da Faculdade de Educação da USP, membro do comitê diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e da Rede Escola Pública e Universidade. Tem realizado suas pesquisas em financiamento da educação, direito à educação, desigualdades escolares, políticas de ensino médio e militarização escolar.

Organização

◼ Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS)

◼ Associação de Professoras e Professores de Filosofia do Rio de Janeiro (APROFIL)

◼ Comitê Rio da Campanha Nacional pelo Direito à Educação

◼ Fórum Estadual de Educação do Rio de Janeiro (FEERJ)

◼ Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/es (ONVE)

◼ Sepe-RJ

◼ Sepe RJ- Regional 3

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O Sepe enviou ofícios para a SEEDUC cobrando transparência e respeito à comunidade escolar na implementação do processo de Consulta Colaborativa para escolha da matriz curricular e sobre a implementação do chamado Programa “Segunda Chance”, regulamentado – também sem consulta à comunidade escolar – pela Portaria SEEDUC/SUGEN nº 1091/2025 e pela Resolução SEEDUC nº 6331/2025, que tratam da aplicação de exames de certificação para estudantes com idade superior à regular, matriculados nos ensinos fundamental e médio.

No caso da Consulta, o sindicato argumenta no documento enviado à Secretaria que a ausência de uma escuta efetiva das propostas apresentadas por fóruns de discussão da categoria, como o GT do Ensino Médio do Sepe e entidades representativas estudantis, fere o direito da população à educação de qualidade e compromete a justiça educacional no estado do Rio de Janeiro.

O Sepe denuncia também no ofício problemas na realização desta consulta, tais como: divulgação precária e prazos incompatíveis com a realidade escolar; discussão curricular descolada da estrutura de implementação; e o caráter colaboracionista e não democrático da consulta. O documento solicita que a SEEDUC explique quais os critérios e metodologia usados para sistematização das contribuições recebidas na consulta pública; o nome dos responsáveis pela análise das propostas recebidas; qual o cronograma de análise, devolutiva e nova apresentação da proposta curricular; quais os mecanismos adotados para garantir a participação qualificada de escolas, docentes e estudantes.

Por fim, perguntamos o porquê da proposta de matriz curricular elaborada pelo Sepe não foi incorporada ou apresentada entre as referências utilizadas e recomendamos a inclusão imediata da mesma na etapa de sistematização da consulta pública, além da divulgação integral de todos os documentos orientadores e ampliação dos prazos e canais de escuta qualificada, com reuniões presenciais nas escolas e escuta das representações coletivas, entre outras recomendações.

Veja o inteiro teor do ofício enviado pelo Sepe à SEEDUC sobre a Consulta Pública pelo link abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2025/04/ESCUTA-COLABORATIVA.docx

Ofício do Segunda Chance pede o cancelamento da prova e o fim do programa

No tocante ao exame de certificação Segunda Chance, o Sepe pediu informações e o cancelamento da aplicação da prova para os alunos das escolas estaduais. O ofício deixa clara a profunda preocupação dos profissionais de educação com os impactos negativos decorrentes da implantação do Segunda Chance que a nosso ver, se configura numa grave ameaça ao direito à educação como direito humano, integral, contínuo e permanente garantido pela Constituição e pela LDB.

O ofício chama atenção para o processo de desescolarização compulsória e violação da permanência escolar, com a substituição da formação contínua por exames de certificação em massa do tipo proposto pela Secretaria de Educação. Também denuncia a desresponsabilização do Estado, que induz os estudantes a buscarem o diploma fora do percurso regular.

O sindicato também chama a atenção para a baixa efetividade e alto custo social da iniciativa, lembrando que experiências semelhantes como o ENCEJA mostram uma baixa taxa de aprovação, especialmente entre a população de baixa renda.

O Sepe solicita no ofício a suspensão imediata da aplicação da prova de certificação, com revogação da Resolução e da Portaria que criam o programa e o fortalecimento do EJA como política pública e permanente, além da ampliação de matrículas e estruturação pedagógica da modalidade.

Veja o ofício enviado para a SEEDUC pelo Sepe sobre o Segunda Chance no link abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2025/04/SEGUNDA-CHANCE.docx

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O Sepe RJ enviou um pedido de audiência urgente com a secretária de Estado de Educação, visando a discussão do processo de implementação da Matriz Curricular para o ano letivo de 2025 nas escolas da rede estadual de educação. O sindicato pediu celeridade na marcação da reunião, já que o próximo ano letivo tem início em fevereiro e a questão da grade curricular é de fundamental importância para o oferecimento de uma educação de qualidade para todos os alunos da rede.

No ofício, o Sepe lembra a SEEDUC um compromisso firmado no acordo da greve no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que prevê a garantia de oferecimento de, no mínimo, dois tempos de aula semanais para todas as disciplinas em todas as séries do Ensino Médio. O descumprimento deste acordo compromete o avanço das discussões sobre a implementação da Lei Federal 14.945, de 31 de julho de 2024, do Novo Ensino Médio (NEM) e a construção de uma matriz curricular que contemple as reais necessidades das escolas públicas.

Preocupado com o prejuízo pedagógico que a não implementação dos termos do acordo e da Lei do NEM causará aos estudantes, o Sepe criou um Grupo de Trabalho (GT do Ensino Médio) para analisar os graves problemas da aplicação do NEM na rede estadual do Rio de Janeiro. Para denunciar este verdadeiro “roubo de conhecimento” contra os alunos do ensino médio da rede estadual, o Sepe organizou um ato na ABI em defesa de uma nova grade curricular que garanta a equidade do ensino médio entre as escolas da rede pública e privada. O ato será realizado na próxima segunda-feira, dia 9 de dezembro, às 14h, no auditório da ABI (Rua Araújo Porto Alegre 71 – auditório do 7º andar).

Com o nome: “Que grade curricular queremos em 2025”, o ato também vai denunciar a negativa do governo do Estado de se adequar à nova legislação do ensino médio aprovada pelo Congresso este ano. O governo iniciou a aplicação do NEM em 2021, mas já anunciou que não poderá aplicar a nova lei ano que vem.

Neste evento, o Grupo de Trabalho do Sepe (GT Ensino Médio) apresentará o resultado de um plebiscito online organizado pelo sindicato,  em que é perguntado à comunidade escolar das escolas públicas e demais cidadãos sobre as duas propostas de matriz curricular para o Ensino Médio: a do Sepe, apresentada inúmeras vezes à Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC), que garante todas as disciplinas essenciais com, no mínimo, dois tempos em todas as séries; e a grade curricular feita pela SEEDUC, que não preenche os requisitos mínimos para que os estudantes tenham uma formação de qualidade, prejudicando sua capacidade de prestar o vestibular e, consequentemente, seu acesso ao ensino superior, além de tornar mais precário o ensino público.

Mais de 3 mil pessoas já votaram no plebiscito online, que pode ser acessado pelo link abaixo até o dia 8 de dezembro:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScb4jfFQH4Ou3w15s5BRTLEr_dm45L-dWot3B0i81Lk-Q7v1A/viewform?pli=1

O GT do Sepe, na atividade do dia 9, além de apresentar os dados do plebiscito, vai comparar a matriz curricular de estudantes da rede estadual RJ com colégios privados de excelência e outras redes estaduais do País.

NOVO ENSINO MÉDIO PREJUDICOU PERFORMANCE DE ALUNOS DAS ESCOLAS PÚBLICAS NO ENEM

 

A redução da matriz curricular causada pelo NEM impactou fortemente o ensino da rede estadual, provocando enorme defasagem do conteúdo que é oferecido aos alunos, se comparado aos estudantes da rede privada. Esta situação é comprovada principalmente quando da realização do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). Com a redução da matriz, os alunos da escola pública competem de forma desigual por causa da perda de conteúdos importantes para sua formação pedagógica.

O Sepe pediu à direção da ABI para sediar o evento, tendo em vista a longa trajetória de lutas da entidade em defesa da soberania do País, um sentimento profundamente ligado à defesa da educação pública. O sindicato também irá convidar a imprensa a participar para receber os dados em primeira mão.

Foram convidados diversas personalidades e entidades do campo de defesa da educação pública para participarem da atividade, entre elas, já confirmadas: professora Malvina Tutman (Unirio/FEERJ); professor Waldeck Carneiro (UFF/ FEERJ); professora Marcia Alvarenga (FFP/UERJ); e a professora Alessandra Nicodemos (UFRJ).

Clique abaixo para ver o ofício do Sepe solicitando a audiência urgente com a secretária Roberta Barreto:

https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2024/12/OF-121-SEEDUC-SOLICITACAO-AUDIENCIA-MATRIZ-CURRICULAR-ENSINO-MEDIO-2025.doc.pdf

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Profissional da educação da rede estadual, pais, responsáveis e demais cidadãos: entre os dias 27 de novembro e 02 de dezembro irá ocorrer o plebiscito online organizado pelo Sepe, em defesa da Justiça Curricular na rede estadual do Rio de Janeiro.

Nele, você poderá decidir entre duas propostas para o Ensino Médio:

1) Grade curricular básica apresentada pelo Sepe, que garante todas as disciplinas essenciais com, no mínimo, dois tempos em todas as séries e que defende, também, que seja feita uma ampliação pela SEEDUC;

2) Grade curricular da exclusão, feita pela SEEDUC, que prejudica o acesso à universidade para os estudantes e torna ainda mais precário o ensino público.

Sua participação é fundamental para mostrar que os estudantes da rede pública merecem uma educação de qualidade, com igualdade de oportunidades.

O resultado será apresentado em data a ser confirmada, quando cobraremos do governo as mudanças necessárias para implementar uma matriz mais inclusiva e justa já em 2025.

Acesse a pesquisa:

https://forms.gle/bKhhYAFyN6pY2bPg6

 

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O Laboratório de Investigação Estado, Poder e Educação (LIEPE)  da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro convida para inscrição no curso “Educação e modelagem do comportamento da classe trabalhadora”. A aula de abertura será no dia 02 de outubro, a partir das 19h com a participação dos seguintes professores: Profª. Marcela Pronko (Fiocruz), Prof. Thiago Vasquinho (UFF) e mediação do Prof. Rodrigo Lamosa (UFRRJ).

Neste dia teremos o lançamento dos livros “Educação e modelagem do comportamento da classe trabalhadora no século XXI” e ” Educação, Autocracia e Economia Comportamental “, material do próprio curso.

Serão fornecidos certificados aos participantes!

Seguem abaixo os links da inscrição e acesso gratuito aos livros editados pela editora Terra Sem Amos.

🔗 Livros: bit.ly/livros-liepe

🔗 Inscrição: bit.ly/curso-liepe

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O Grupo de Pesquisa Militante Sepe/Faculdade de Formação de Professores/UERJ convida para o próximo da série de encontros mensais no formato híbrido, com a parte presencial sendo realizada no auditório do sindicato (Rua Evaristo da Veiga 55 -7º andar – Centro RJ), sempre das 18 às 20h, para debater temas importantes sobre a Educação. No dia 25 de setembro, o tema será “A nova face da escola básica: democracia em risco”. As inscrições podem ser feitas pelo link: 
https://forms.gle/uSBL5hcSeAtRchDk6


Veja mais detalhes deste encontro na imagem ao lado.


O curso oferecerá certificados de participação (a cada encontro e um geral, no final de todos os encontros).

 

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O Grupo de Pesquisa Militante Sepe/Faculdade de Formação de Professores/UERJ realizará uma série de encontros mensais no formato híbrido a partir do dia 28 de agosto, com a parte presencial sendo realizada no auditório do sindicato (Rua Evaristo da Veiga 55 -7º andar – Centro RJ), a partir das 18h.

As inscrições podem ser feitas pelo link abaixo:
https://forms.gle/uSBL5hcSeAtRchDk6

No encontro inaugural, no dia 28/8, o tema em discussão será: “Por que pesquisar, O que Pesquisar e Como Pesquisar”.

Veja a programação dos demais encontros nos meses seguintes:

▪️ 25/9: A nova face da escola básica: democracia em risco;
▪️ 30/10: Ataques ao trabalho docente: o autoritarismo em curso;
▪️ 22/11: Educação em perspectiva: Gênero, Classe e Raça;
O curso oferecerá certificados de participação (a cada encontro e um geral, no final de todos os encontros).
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