Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

No dia 1º de agosto, o Sepe realizou uma plenária híbrida para discutir o Plano Nacional de Educação (PNE) – meta 2026 a 2036 -, com a participação de cerca de 40 pessoas. A professora Fabiana Rodrigues representou o Fórum Estadual de Educação (FEERJ) – assim como o presidente licenciado do FEERJ, professor Waldeck Carneiro; a Campanha Nacional foi representada pela professora Maria Tereza Avance. Os seguintes núcleos e regionais (capital) do Sepe participaram:

Barra do Piraí, Belford Roxo, Campos, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Lagos (Arraial, Búzios e Cabo Frio), Macaé, Magé, Niterói, Nova Iguaçu, Paraíba do Sul, Petrópolis, Queimados, Regional 2, Regional 3, São Gonçalo, São João de Meriti, Tanguá, Teresópolis e Três Rios.

Após os informes do Sepe, da Campanha Nacional e do FEERJ sobre o processo de construção dos planos estadual e municipais, cujos prazos para a finalização são, respectivamente, abril de 2027 e julho de 2027, os municípios presentes apresentaram o andamento e dificuldades que enfrentam.

Ao lado, o quadro do FEERJ com a situação dos municípios.

Também ocorreu um debate, em que foram apontados os desafios políticos e organizativos. Três pontos do PNE foram destacados como importantes para aprofundamento: Financiamento; valorização e gestão. Dessa forma, algumas propostas foram levantadas como orientações na aprovação das estratégias nos Planos, tendo como referência o acúmulo do debate educacional que o Sepe construiu ao longo de seus quase 50 anos de existência.

Questões ressaltadas:

– Devemos nos pautar por incluir no plano as metas pelo teto, ou seja, sem rebaixa-las às dificuldades apresentadas pelos governos locais, acompanhando as metas nacionais;

– Ter atenção à estratégia 3.6 , da alfabetização, que induz a gratificações por desempenho;

– Não basta só falar em concurso, tem que ser concurso para o regime estatutário;

– Não aceitar as parcerias público-privado;

– Contratos só para ausências temporárias, por um ano e no máximo 20%;

– Não deixar de incluir na gestão democrática e nos conselhos a participação dos estudantes;

– Autonomia dos grêmios estudantis;

– Reafirmar os 25% dos orçamentos para a educação;

– Denuncia de improbidade administrativa para governos que não cumpram o Piso Nacional com multa e inegibilidade;

– Presidente de conselhos escolares não podem ser os diretores de escola;

– Determinar número de alunos do Ensino Médio em sala de aula;

– Plano de Carreira unificado (professores e funcionários) com pisos do Magistério e de funcionários e com progressão por tempo de serviço e formação (sem produtividade e/ou meritocracia);

– Eixos que devem ser profundamente debatidos: Financiamento, Gestão e valorização.

Encaminhamentos da plenária:

– Levantar problemas nos municípios e solicitar ajuda do Fórum;

– Solicitar ao FEERJ a inclusão do Sepe Cabo Frio no Fórum local;

– A SAE (Secretaria de Assuntos Educacionais do Sepe) organizará cartilha com os 3 eixos fundamentais (Financiamento, Gestão e valorização) e proposições dos setoriais do Sepe (Educação Infantil, funcionários, aposentados e outros);

– Entrar em contato com municípios que ainda não tem Fórum para ajudar na criação do mesmo;

– Realização de nova plenária em outubro.

 

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O projeto “Políticas Educacionais para a Formação e o Trabalho de Professores da Educação Básica: Leituras Críticas e Reflexões”, coordenado pela Faculdade de Educação da UFRJ, está com inscrições abertas para o curso de extensão “Políticas educacionais para a formação e o trabalho de professores da educação básica”. As inscrições vão até o dia 15 de agosto e podem ser feitas diretamente pelo formulário abaixo:

A formação é gratuita, presencial e voltada a professores em exercício na Educação Básica, promovendo um espaço de estudo e reflexão sobre políticas educacionais e o trabalho docente.

Seguem as principais informações sobre o curso:

  • Período: 1º de setembro a 24 de novembro de 2026 (terças-feiras);
  • Horário: das 18h30 às 21h;
  • Local: Faculdade de Educação – UFRJ (Campus Praia Vermelha);
  • Inscrições: até 15 de agosto, pelo formulário:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd5iy_Kd52c5VihXz4YsvPJACFW8QXA0Uhh3rtqHXPwbXuIYg/viewform

 

 

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O Sepe convida os profissionais de educação, estudantes e pesquisadores para uma mesa redonda sobre gerencialismo, gestão e experimentos empresariais na educação. O evento será realizado no próximo dia 26 de junho, às 16h, no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga 55 – 7º  andar).

Participarão da mesa do evento os seguintes especialistas:

Fernando Cássio — Professor da USP e autor de Pedagogia da incompetência: Negacionismo, evidências e experimentos empresariais na educação pública

Jonatan Martins — Professor da UFRJ

Marta Moraes – Representante do SEPE-RJ no GT do ensino médio do FEERJ

Atividade é aberta ao público aberta e gratuita e haverá certificado de participação.

 

 

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A Secretaria de Gênero e Defesa dos Direitos LGBTQIAPN+, do Sepe vai selecionar  propostas artístico-culturais destinadas à criação de um mural artivista do mês do orgulho LGBTQIAPN+. Para tanto, a Secretaria está selecionando, através do edital 002/2026, as propostas de educadores(as) filiado(as) – concursados(as) ou contratados(as) das redes públicas ou privadas de ensino, além de profissionais da educação fora de rede, desde que estejam em dia com a contribuição sindical do Sepe.

O objetivo do Sepe é a escolha de um projeto de confecção de um mural artivista com menção ao Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ diretamente associado às pautas do movimento em defesa da diversidade sexual e de identidade de gênero no Brasil. Queremos valorizar projetos que dialoguem com as pautas do movimento e com o enfrentamento à violência de gênero em nosso país.

As inscrições serão realizadas entre os dias 15 e 30 de junho de 2026.

O projeto vencedor receberá subsídio para a execução do mural, que será instalado em local a ser definido pelo sindicato.

Todas as etapas do processo seletivo e os resultados serão divulgados no site e nas redes sociais oficiais do Sepe.

Veja todos os detalhes sobre a seleção do mural artivista do mês do orgulho LGBTQIAPN+, com detalhes sobre os projetos, premiação e demais informações, além da ficha de cadastramento e inscrição pelo link do PDF do edital de convocação abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Edital-Mural-Artivista-Mes-do-Orgulho-LGBTQIAPN-Sepe-RJ_051555.pdf

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Nesta terça-feira, dia 19 de maio, o Sepe convida os profissionais de educação para assistirem a mais uma edição do TV Sepe. Desta vez, o programa vai falar sobre os “Nossos desafios no Plano Nacional de Educação (PNE 2026-2036) e contará com a participação dos seguintes debatedores: Paula Falcão, diretora do Sepe RJ e professora da rede municipal RJ. Tarcísio Motta, deputado federal (PSOL – RJ), integrante da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e professor do Colégio Pedro II (licenciado); e Waldeck Carneiro, presidente do Fórum Estadual de Educação do Rio de Janeiro (FEERJ), professora da Faculdade de Educação da UFF.

O nova PNE, sancionado em 14 de abril de 2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, instituído pela Lei nº 15.388/2026 entrou em vigor imediatamente e norteará as políticas educacionais no Brasil pelos próximos 10 anos. Sua construção envolveu uma série de mobilizações da categoria que participou das Conferências municipais e estaduais de Educação para a elaboração de propostas levadas ao MEC para a formulação do plano a ser enviado para votação no Congresso Nacional.

Você pode assistir ao TV Sepe, acessando o canal oficial do Sepe no You Tube; pelo facebook e pelo X.

Veja abaixo o link do You Tube:

https://www.youtube.com/@SepeRJoficial


Nossos desafios no Plano Nacional de Educação (PNE)
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As Secretarias de Saúde e Direitos Humanos e a Secretaria de Cultura, Formação e Assuntos Educacionais do Sepe convidam a categoria para o TV Sepe desta terça-feira, dia 28 de abril, às 19h, que terá como destaque o lançamento da cartilha sobre acidente de trabalho produzida pelo sindicato.

O programa contará com a participação do advogado do Departamento Jurídico do Sepe, Ítalo Aguiar, que colaborou com a cartilha e falará sobre o tema Segurança e saúde para os profissionais de educação.

Acesse a TV Sepe pelo link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=vix4Hm9VZo8

Faça o download da cartilha (PDF)

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No dia 8 de maio, o Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ (CBAE – UFRJ) sediará o lançamento do livro “Fazendo comuns na escola… construir um mundo outro”, resultado de anos de pesquisa dos projetos Combinação e Fazendo Comuns, ambos coordenados pela profª Lucia Rabello de Castro. Reunimos pesquisadores, colaboradores e crianças no debate acerca da importância do fazer político das crianças dentro e fora da escola na elaboração e defesa de suas demandas.

O evento contará com palestrantes de diversos segmentos envolvidos nas pautas da infância, visando apresentar a proposta do livro e discutir os tensionamentos que a demanda infantil produz na sociedade.

Data: 08/05/2026

Horário: 14h às 18h

Local: Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ (CBAE-UFRJ)

Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

Veja a programação do evento pelo link abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Flyer-evento.pdf

Para mais informações:

https://www.instagram.com/p/DXK5JVeiexA/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

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Cultura, Formação Sindical e Assuntos Educacionais, destaque-home, Saúde e Direitos Humanos, Todas

No sábado, dia 11 de abril, o Núcleo de Estudos de Educação Inclusiva (NEEDINC) realizou uma reunião, no auditório do Sinpro-Rio. O tema do encontro, que reuniu duas dezenas de profissionais de educação e convidados, foi a discussão sobre a política nacional de inclusão e a situação da inclusão na rede pública de ensino: Diagnóstico geral do Rio de Janeiro, onde as exigências e leis da inclusão não são cumpridas.

Durante o evento foram realizadas falas das seguintes participantes: Cládice Diniz (UNIRIO); Dani Leal (MOABE RJ); e Izabel Costa (CME RJ).

Ao final da reunião, foram tirados os seguintes encaminhamentos:

– Abrir grupo de WhatsApp do NEEDINC;

– Formação de Grupo de Trabalho (GT) em conjunto com a SAE para estudo específico e sistematização das discussões sobre: os cargos e a carreira dos profissionais da educação inclusiva; levantamento de experiências positivas existentes no país (BH, Goiânia, Angra nos anos 90 e CPII, CAP UERJ e ISERJ); diagnóstico das políticas de inclusão – PNE, Política Nacional, deliberações locais e da situação da rede pública; pesquisa sobre o censo escolar;

– GT: Carol Sepe; Fatima Lima Regional 1, Isabela AAEE Regional 3, Paula Falcão, Simone Regional 9.

– Realização de TV SEPE sobre o tema da inclusão;

– Reunião com a equipe da FIOCRUZ – grupo de pesquisa sobre a inclusão na rede municipal do Rio – indicação 04/05;

– O Sepe RJ deve solicitar dados da inclusão ao IHA;

– Sobre acidente de trabalho envolvendo agressões de crianças/ estudantes incluídos:  consulta ao jurídico sobre como proceder;

– Lutar pelo retorno do COC INTEGRAL e dos CENTROS DE ESTUDOS INTEGRAIS no calendário para discutir a inclusão;

– Representante do Sepe junto ao FUNDEB solicitar informações sobre o uso de mais 23% de recursos financeiros enviados pelo governo federal voltados para a inclusão;

– Discutir no Sepe a importância da criação de núcleo de estudos da educação inclusiva nas diversas redes municipais;

– Indicar a construção de um encontro estadual sobre a educação inclusiva nas redes públicas de ensino;

– Discutir propostas para a inclusão como: a constituição e/ou ampliação das equipes multidisciplinares; a ampliação das salas de recursos com pelo menos 1 em cada escola pública; discutir a carreira e a formação inicial mínima para os profissionais do atendimento educacional especializado: eles exercem função docente ou apoio técnico?; discussão sobre a redução do quantitativo de crianças/estudantes em cada agrupamento/turma nas escolas públicas.

Durante a reunião ainda foram tocadas as seguintes questões:

– Necessidade de discussão sobre a precarização e desvalorização dos profissionais do atendimento especializado e do profissional da educação em geral;

– Discutir as experiências de Niterói e São Gonçalo onde o atendimento especializado direcionado à criança/ estudante é realizado por profissional do Magistério concursado. Debater também a proposta de flexibilização com a criação de um profissional da educação voltado apenas para os cuidados, um cuidador;

– Discutir a necessidade de atendimento especializado aos estudantes com deficiência, pelo poder público, também após o horário da escola, muitas em turno parcial;

– Fazer a discussão conceitual da educação inclusiva a partir de concepções como da escola unitária de Gramsci e do Desenvolvimento universal de aprendizagem (DUA);

– Fazer a discussão sobre a inclusão a partir de outro modelo de sociedade, não pautada no neoliberalismo e conservadorismo;

– Utilizar o mapeamento da inclusão, por escola, realizado no mandato da ex-vereadora Luciana Boiteux;

– Indicar ao Sepe Central estudos e ações voltadas também para a rede estadual;

– Propostas de políticas públicas voltadas para famílias e/ou responsáveis de crianças e estudantes com deficiência;

– No setor público, lutar para que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente à educação pública;

– Discutir a importância da presença das escolas especiais;

– Destacar a importância do estudo da educação inclusiva nas licenciaturas e graduações;

Foram indicadas as seguintes ações a curto prazo:

. Solicitação oficial dos dados acerca da educação inclusiva no município do RJ para o IHA

. Construção de uma orientação em relação a acidentes relacionados a agressão sofridas a partir da intervenção na Educação especial/Inclusiva (abertura de NAT)

. Luta pela retomada pelo tempo integral do COC

. Retorno dos CEs com foco nos casos de inclusão, organizados a partir das unidades escolares, referenciado nas suas demandas

. Construção de diálogos junto a comunidade escolar a partir dos CECs, no sentido de fortalecer a unidade em torno dos direitos da família, da criança e dos profissionais de educação.

. Campanha pelo cumprimento da modulação (relação aluno/AAEE) previsto em lei e prometido pelo prefeito durante a campanha

. Campanha pela sala de recursos em cada escola.


 

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O Sepe, juntamente com uma série de outras entidades realizará, no dia 03 de dezembro, uma oficina sobre a Lei de Acesso à Informação e como utilizá-la para monitoramento de políticas educacionais no Rio de Janeiro. A oficina será ministrada pelo professor Fernando Cássio (USP / Rede Escola Pública e Universidade), com foco na utilização da Lei de Acesso à Informação (12.527/2011).

O minicurso irá ensinar como redigir um pedido de informação, quais são as instâncias às quais recorrer quando um pedido é negado e como redigir esses recursos. A solicitação de dados do poder público é um mecanismo central para investigar a atuação do Estado no desenho e na implementação de políticas públicas em todos os campos.

A oficina é gratuita e aberta a todas as pessoas interessadas no tema.

Inscrições em: https://forms.gle/PER3ZpVpu3kuaFqH9

Data: 3/12, (4ª feira)

Horário: 17h

Local: Sepe-RJ

Rua Evaristo da Veiga, 55 / 7° andar – Centro

Palestrante

Fernando Cássio é professor de políticas educacionais da Faculdade de Educação da USP, membro do comitê diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e da Rede Escola Pública e Universidade. Tem realizado suas pesquisas em financiamento da educação, direito à educação, desigualdades escolares, políticas de ensino médio e militarização escolar.

Organização

◼ Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS)

◼ Associação de Professoras e Professores de Filosofia do Rio de Janeiro (APROFIL)

◼ Comitê Rio da Campanha Nacional pelo Direito à Educação

◼ Fórum Estadual de Educação do Rio de Janeiro (FEERJ)

◼ Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/es (ONVE)

◼ Sepe-RJ

◼ Sepe RJ- Regional 3

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O Sepe enviou ofícios para a SEEDUC cobrando transparência e respeito à comunidade escolar na implementação do processo de Consulta Colaborativa para escolha da matriz curricular e sobre a implementação do chamado Programa “Segunda Chance”, regulamentado – também sem consulta à comunidade escolar – pela Portaria SEEDUC/SUGEN nº 1091/2025 e pela Resolução SEEDUC nº 6331/2025, que tratam da aplicação de exames de certificação para estudantes com idade superior à regular, matriculados nos ensinos fundamental e médio.

No caso da Consulta, o sindicato argumenta no documento enviado à Secretaria que a ausência de uma escuta efetiva das propostas apresentadas por fóruns de discussão da categoria, como o GT do Ensino Médio do Sepe e entidades representativas estudantis, fere o direito da população à educação de qualidade e compromete a justiça educacional no estado do Rio de Janeiro.

O Sepe denuncia também no ofício problemas na realização desta consulta, tais como: divulgação precária e prazos incompatíveis com a realidade escolar; discussão curricular descolada da estrutura de implementação; e o caráter colaboracionista e não democrático da consulta. O documento solicita que a SEEDUC explique quais os critérios e metodologia usados para sistematização das contribuições recebidas na consulta pública; o nome dos responsáveis pela análise das propostas recebidas; qual o cronograma de análise, devolutiva e nova apresentação da proposta curricular; quais os mecanismos adotados para garantir a participação qualificada de escolas, docentes e estudantes.

Por fim, perguntamos o porquê da proposta de matriz curricular elaborada pelo Sepe não foi incorporada ou apresentada entre as referências utilizadas e recomendamos a inclusão imediata da mesma na etapa de sistematização da consulta pública, além da divulgação integral de todos os documentos orientadores e ampliação dos prazos e canais de escuta qualificada, com reuniões presenciais nas escolas e escuta das representações coletivas, entre outras recomendações.

Veja o inteiro teor do ofício enviado pelo Sepe à SEEDUC sobre a Consulta Pública pelo link abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2025/04/ESCUTA-COLABORATIVA.docx

Ofício do Segunda Chance pede o cancelamento da prova e o fim do programa

No tocante ao exame de certificação Segunda Chance, o Sepe pediu informações e o cancelamento da aplicação da prova para os alunos das escolas estaduais. O ofício deixa clara a profunda preocupação dos profissionais de educação com os impactos negativos decorrentes da implantação do Segunda Chance que a nosso ver, se configura numa grave ameaça ao direito à educação como direito humano, integral, contínuo e permanente garantido pela Constituição e pela LDB.

O ofício chama atenção para o processo de desescolarização compulsória e violação da permanência escolar, com a substituição da formação contínua por exames de certificação em massa do tipo proposto pela Secretaria de Educação. Também denuncia a desresponsabilização do Estado, que induz os estudantes a buscarem o diploma fora do percurso regular.

O sindicato também chama a atenção para a baixa efetividade e alto custo social da iniciativa, lembrando que experiências semelhantes como o ENCEJA mostram uma baixa taxa de aprovação, especialmente entre a população de baixa renda.

O Sepe solicita no ofício a suspensão imediata da aplicação da prova de certificação, com revogação da Resolução e da Portaria que criam o programa e o fortalecimento do EJA como política pública e permanente, além da ampliação de matrículas e estruturação pedagógica da modalidade.

Veja o ofício enviado para a SEEDUC pelo Sepe sobre o Segunda Chance no link abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2025/04/SEGUNDA-CHANCE.docx

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