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Em audiência com o Sepe, o governador em exercício Ricardo Couto anunciou que irá pagar as duas parcelas pendentes da recomposição salarial (2017-2021), somando 11,56%. Uma primeira e importante vitória da nossa luta e dos servidores públicos estaduais!

Mas as perdas são muito grandes. O índice de reajuste necessário para recuperar nosso poder de compra supera os 60%. E boa parte da categoria, em especial funcionários, recebe um vencimento-base inferior ao valor do salário mínimo.

No dia 27 de maio, a Educação estadual irá parar novamente, em uma greve de 24 horas pelo reajuste das perdas acumuladas, pelo pagamento do piso na carreira e em defesa da aposentadoria. O ex-governador Cláudio Castro foi responsável por destinar quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência para o Banco Master.

No dia 27/5, pare e participe das atividades.
Às 10h, teremos assembleia geral no Club Municipal (Tijuca)
Às 14h, teremos um ato no Palácio Guanabara.

 
 
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A assembleia da rede estadual dia 09/03 será no CLUBE DE ENGENHARIA – Edifício Edison Passos (Clube de Engenharia), Avenida Rio Branco, nº 124 (Centro do Rio de Janeiro), às 10h.

No dia 9 de abril, os profissionais da rede estadual farão a segunda paralisação de 24 horas no ano, por valorização e defesa dos nossos direitos, reajuste salarial e implementação do Piso Nacional. Além da assembleia geral, a categoria fará um ato de protesto em frente à ALERJ.

Segundo o Sepe-DIEESE, para que os salários em 1º de fevereiro de 2026 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de julho de 2014, o reajuste necessário sobre os salários de janeiro de 2026 seria de 55,96% pelo INPC-IBGE e de 56,74% de acordo com o IPCA-IBGE.

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