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  • 25 de julho, é o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha; no Brasil, o dia é considerado um marco da luta das mulheres afrodescendentes de todo o continente – a data inclusive faz 30 anos desde a sua instituição.

A data foi instituída a partir do primeiro Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, ocorrido em 1992, em Santo Domingo, na República Dominicana, como parte da luta contra o racismo, as injustiças, a desigualdade e a violência machista e racista. O evento reuniu mais de 300 representantes de 32 países para denunciar opressões e debater soluções para esta população.

No Brasil, desde 2014, o dia 25 de julho também é o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, que além de compartilhar dos princípios do Dia Internacional estabelecido em 1992, também tem o propósito de dar visibilidade para o papel da mulher negra na história brasileira, através da figura de Tereza de Benguela, liderança quilombola que organizou a resistência negra e indígena contra o regime escravista no Brasil no século XVIII.

O marco é importante para chamar à atenção para a situação de um dos setores mais oprimidos que é a mulher negra. Segundo o   IPEA o total de mulheres negras vítimas de homicídios subiu de 2.419 vítimas em 2009, para 2.468 em 2019. Já o número de mulheres não negras mortas caiu de 1.636 em 2009 para 1.196 em 2019 O risco de uma mulher negra ser vítima de homicídio em 2019 foi 1,7 vezes maior do que o de uma mulher não negra 2,5 4,1 Taxa de homicídios de mulheres negras (100 mil hab.) Taxa de homicídios de mulheres não negras (100 mil hab.).

Outros dados revelam que as mulheres negras têm 50% mais probabilidade ao desemprego do que outros grupos.

O caráter racista e machista do governo Bolsonaro reforça a permanência e aprofundamento destas estatísticas.

Estes dados assustadores têm que ser revertidos. Diversos coletivos de mulheres negras lutam há anos para garantir as mínimas demandas. A organização e mobilização permanentes são o caminho para enfrentar as políticas machistas e racistas dos governos para garantir direitos e avançar na pauta de reivindicações.

Nós, do SEPE, propomos um diálogo entre os diversos movimentos feministas para a construção de um novo #EleNão nas ruas no dia 29 de setembro, data em que completam quatro anos da histórica mobilização que tomou as ruas do país contra o machismo, o racismo e a misoginia de Bolsonaro e seus aliados.

Com isso, o Sepe, em sua atuação diária, apoia a luta contra o racismo em nossa sociedade. Por isso mesmo, temos que gritar:

Viva Teresa de Benguela!

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No próximo sábado, dia 30, o Núcleo de Estudos da Educação Infantil (NEEI) realiza, no auditório do Sepe RJ, Plenária, com o tema: “Antes, durante e depois da pandemia”, com a convidada Adriana Correia, professora da SMERJ, integrante do Grupo de Estudos Multiculturais da UFRJ.

A plenária será presencial. O auditório do Sepe fica na Rua Evaristo da Veiga, 55, 7ª andar.

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O Sepe convoca os profissionais das escolas municipais do Rio de Janeiro para que leiam a carta do sindicato e debatam o seu conteúdo, hoje, em todas as unidades da rede, nas reuniões de planejamento no retorno do recesso escolar.


Divulgue o documento, faça chegar a mais gente e mais escolas! A rede municipal está em estado de greve, e teremos nova paralisação dia 02 de agosto com assembleia as 9h e ato na porta da prefeitura.

O SEPE SOMOS NÓS,

NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!

veja o conteúdo da carta clicando no PDF abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2022/07/CARTA-SEPE.pdf

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