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O Sepe repudia com veemência a intenção do prefeito Crivella de reabrir as escolas da rede municipal do Rio de Janeiro no dia 1º de agosto, sem a menor base científica e na contramão das recomendações sanitárias. Se a mesma for confirmada, os profissionais da educação irão à greve.

Reafirmamos que os profissionais de educação só devem voltar ao trabalho presencial e as escolas serem reabertas a partir da devida autorização das autoridades de saúde e científicas, tendo como base a queda dos índices de contaminação, o acerto da política de isolamento social, a testagem em massa da população, entre outras condições.

Lembramos inclusive que na audiência pública on-line da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores-RJ do dia 22 a secretária municipal de Saúde, Ana Beatriz Busch, e a secretária municipal de Educação, professora Talma, afirmaram que as escolas municipais só deverão reabrir quando as condições relativas ao combate à pandemia permitirem.

Fora prometido um decreto a ser publicado essa semana com essas determinações, o que não ocorreu.

O Sepe-RJ está extremamente preocupado com a situação. Ao contrário do que o prefeito alardeia, todas as informações dão conta que a taxa de contágio e número de óbitos no estado do Rio voltaram a subir e os especialistas culpam exatamente a flexibilização das regras de isolamento por isso.

Somente nas últimas 24 horas, a capital registrou 103 óbitos (6.264 no total) por Covid-19, com 55 mil casos (50% do total do estado) – números oficiais (dados retirados de O Globo).

O Sepe-RJ reivindica que seja mantido o compromisso de manter as escolas e creches municipais fechadas enquanto a doença não estiver, de fato, controlada.

Mais que nunca é válida a frase: nessa pandemia, as escolas são as primeiras a fecharem e as últimas a reabrirem.

Diretoria do Sepe-RJ

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