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Nesta quinta-feira (10/05), os profissionais das escolas municipais do Rio vão paralisar suas atividades por 24 horas e realizarão, às 9h, assembleia na Quadra da São Clemente (Avenida Presidente Vargas, nº 3102, próximo ao Metrô Cidade Nova), onde decidirão se a categoria irá entrar em estado de greve contra a retirada de direitos, a taxação dos aposentados e a falta de reajuste salarial por parte do prefeito Marcelo Crivella. Logo após a assembleia a categoria participará do ato em frente à prefeitura do Rio em conjunto com os demais servidores convocados pelo Movimento Unificado em defesa do Serviço Público Municipal-RJ (MUDSPM-RJ).

Depois de muitos anos, o prefeito não concedeu o reajuste em 2017 para o funcionalismo municipal, quebrando uma obrigação com o funcionalismo. E agora caminha para o meio do segundo ano do mandato sem anunciar o reajuste em 2018 – os profissionais de educação reivindicam 13% de reajuste.

Ou seja, os servidores municipais podem ficar dois anos sem reajuste, “pagando” por uma crise econômica e fiscal do município que foi criada por anos de gestões irresponsáveis com o dinheiro público.

Alegando essa crise na prefeitura, Crivella mudou o calendário de pagamento dos salários do 2º dia para o 5º dia útil dos ativos – os aposentados recebiam no 1º dia útil e agora recebem junto com os demais; ele também mudou, via decreto, as regras do abono permanência e acabou com a integralidade de proventos na aposentadoria (o direito do funcionário se aposentar com o salário integral).

Além disso, o prefeito até hoje não recebeu as entidades representativas dos funcionários, incluindo o Sepe.

Por isso os profissionais de educação das escolas municipais realizam a paralisação com assembleia, na quinta-feira, dia 10/05. Vamos discutir a deflagração do estado de greve para exigir que o prefeito nos receba em audiência e volte atrás nos ataques aos servidores.

Conheça os eixos de lutas da categoria:

– Índice de reajuste: 13% (Dieese);

– Contra a reforma da Previdência de Crivella;

– Retorno do calendário de pagamento para o 2º dia útil;

– Convocação imediata de concursados;

– Imediata implementação do 1/3 de atividades extraclasse (cumprimento da Lei federal nº 11.738/2008 – “Lei do Piso”);

– Jornada de 30 horas para funcionários;

– Correção da escolaridade e enquadramento no quadro do magistério, como professor de cargo AEI;

– Respeito à paridade e integralidade dos aposentados;

– Fim das perseguições políticas na rede municipal do Rio.

Observação: foto da capa de Samuel Tosta.

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