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Rede estadual RJ fará assembleia geral nesta quarta-feira (21/6) na São Clemente

Os profissionais da rede estadual, que completam 35 dias de greve amanhã, realizarão uma assembleia geral, na Quadra da São Clemente (Avenida Presidente Vargas, 1302 – Cidade Nova), a partir das 13h. Na plenária, a categoria irá discutir os rumos da paralisação por tempo indeterminado. Após a assembleia, está prevista a realização de ato público, no Centro do Rio.

O Sepe solicitou da secretária de Estado de Educação, Roberta Barreto, em reunião realizada no dia 16/6, para que ela agendasse uma audiência urgente com as presenças da própria SEEDUC, de representantes das Secretarias de Fazenda, da Casa Civil, Presidência da Alerj e das suas comissões de Educação e Servidores Públicos, além do governador Cláudio Castro. Nesta nova audiência, o sindicato pretende apresentar números e dados do Dieese para embasar as reivindicações da categoria em greve.

Veja as principais reivindicações da Educação estadual em greve:

Os profissionais da rede estadual, que completam 35 dias de greve amanhã, realizarão uma assembleia geral, na Quadra da São Clemente (Avenida Presidente Vargas, 1302 – Cidade Nova), a partir das 13h. Na plenária, a categoria irá discutir os rumos da paralisação por tempo indeterminado. Após a assembleia, está prevista a realização de ato público, no Centro do Rio.

O Sepe solicitou da secretária de Estado de Educação, Roberta Barreto, em reunião realizada no dia 16/6, para que ela agendasse uma audiência urgente com as presenças da própria SEEDUC, de representantes das Secretarias de Fazenda, da Casa Civil, Presidência da Alerj e das suas comissões de Educação e Servidores Públicos, além do governador Cláudio Castro. Nesta nova audiência, o sindicato pretende apresentar números e dados do Dieese para embasar as reivindicações da categoria em greve.

Veja as principais reivindicações da Educação estadual em greve:

1) Revogação pelo governo do decreto nº 48.521/2023. O decreto do governo, publicado dia 29/05, descumpre o Plano de Cargos, Carreiras e salários (PCCS) da educação (Lei 1.614/1990), atinge apenas uma minoria dos professores e exclui totalmente os funcionários administrativos;

2) Aplicação do piso nacional do magistério, a partir do nível 1 do PCCS da educação, como determina a referida lei 1.614/1990 – ou seja, reivindicamos a garantia de que o nosso plano de carreira seja cumprido;

3) Aposentados e funcionários administrativos têm que estar contemplados no piso. No caso dos funcionários, a referência seria o salário mínimo nacional – nenhum funcionário deve ganhar menos que o salário mínimo de piso;

4) Nenhuma disciplina deve ter menos de 2 tempos no ensino médio;

5) Sem desconto dos dias de greve;

6) Abono das faltas por greve desde 2016.

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