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Os profissionais da educação de São Gonçalo realizaram dia 6 uma paralisação de 24 horas. Nesse dia, o Sepe e o Ministério Público Estadual se reuniram com o prefeito José Luiz Nanci discutiram a equiparação salarial dos vencimentos da categoria ao piso nacional do magistério. Com a pressão da categoria, foi conquistado 11,5% a partir de julho (para chegar ao piso nacional de 2015).

Os profissionais também querem que o governo apresente uma proposta de aumento salarial para o pessoal administrativo da rede municipal, que há dois anos está sem reajuste salarial.

Também na terça foi realizada uma assembleia, que deliberou o seguinte calendário de lutas:

– Estado de greve com redução de carga horária
– Ato em 19 de fevereiro, “Dia nacional de luta contra a reforma da Previdência”, na Praça do Rodo, às 11h
– Paralisação de 24 horas no dia 6 de março
– Ato em frente ao prédio do MPE, em Santa Catarina, dia 6 de março, a partir das 13h30, onde acontecerá nova audiência entre representantes da categoria, do MPE e do governo municipal
– Assembleia geral no dia 7, às 16h, no Colégio Municipal Castello Branco
– Ato em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, na Praça do Rodo, Centro 

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