Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

Em sentença proferida pelo juiz da 2° Vara do Fórum de Barra do Piraí (Proc.0003702-96.2021.19.0006), no dia 20 de janeiro, atendendo a pedido formulado em ação coletiva movida pelo Departamento Jurídico do Sepe, a prefeitura de Barra do Piraí foi condenada a cumprir integralmente o que dispõe o plano de carreira do magistério municipal assegurando a diferença remuneratória de 12% entre os níveis da carreira, bem como a pagar os valores atrasados referentes às diferenças salariais não respeitadas e seus reflexos.

Ainda cabe recurso ao governo municipal.

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A direção do SEPE Queimados esteve, em duas ocasiões, buscando informações da prefeitura sobre a data do pagamento do 1/3 das férias. O governo municipal apresentou duas datas e nenhuma foi cumprida.

Nesta segunda-feira (19), buscamos novamente uma resposta junto ao secretário de Educação com um ato na prefeitura pelo pagamento imediato do 1/3 de férias e tivemos como retorno a previsão do depósito do benefício para o dia 22/01. Não podemos aceitar essa demonstração clara de desrespeito com a nossa categoria e vamos continuar mobilizados pelo nosso direito.

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O Sepe Duque de Caxias esteve na prefeitura, protocolando ofícios importantes para a luta da categoria no início do ano de 2026 para garantir direitos e conquistas. Veja abaixo o que foi protocolado:

– Pedido de audiência com o prefeito.

– Pedido de audiência na Secretaria Municipal de Educação, lembrando que na audiência em dezembro no Ministério Público, a SME confirmou audiência no dia 4 de fevereiro.

– Inclusão dos auxiliares administrativos no Plano de Carreira da Educação e reajuste do salário mínimo.

– Parecer técnico da Procuradoria Geral do Município sobre a inclusão das estimuladoras materno-infantis no Plano de Carreira da Educação, Lei Federal 15.326/2026.

– Pedido de aposentadoria especial para os professores especialistas.

– Pagamento do 1/3 de férias ainda no mês de janeiro.

– Listagem e calendário do pagamento dos passivos que o governo deve aos servidores da educação.

– Pagamento dos retroativos dos direitos congelados na pandemia. Lei Complementar Federal 226/2026.
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Os profissionais da rede municipal de Teresópolis realizaram um protesto contra o atraso no pagamento dos salários de dezembro, problemas com o pagamento do 13º salário e o 1/3 de férias da categoria. O protesto mobilizou servidores ativos e aposentados, para denunciar o desrespeito da prefeitura que, todos os anos desrespeita o calendário de pagamentos. O ato foi realizado na porta da prefeitura.

 

Para o Sepe Teresópolis, o atraso no pagamento é um desrespeito com quem sustenta a educação pública todos os dias, com trabalho, dedicação e compromisso. Professores, professoras, funcionários, ativos e aposentados não podem continuar pagando a conta da incompetência e do descaso da gestão municipal.

 

A categoria seguirá mobilizada até que todos os direitos sejam garantidos.

Veja pelo link abaixo matéria veiculada pela InterTV e TV Globo sobre a mobilização dos profissionais das escolas municipais de Teresópolis:
https://globoplay.globo.com/v/14247262/

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A Regional VI do Sepe convoca os profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro para um protocolaço que será realizado nesta terça-feira, dia 13 de janeiro, na 7ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) da SME RJ, na Barra da Tijuca, a partir das 10h. O protocolaço dos requerimentos dos profissionais que não foram contemplados com o 14º salário visa exigir que a prefeitura e a SME paguem a bonificação para todos os profissionais e pare com as punições e represálias contra aqueles que lutam pela escola pública municipal de qualidade.

No dia 7 de janeiro, o Sepe RJ já tinha organizado um outro protocolaço, desta vez na prefeitura, com dezenas de profissionais das escolas municipais, que protestaram e entregaram seus requerimentos solicitando o 14º no setor de protocolo do Centro Administrativo São Sebastião. Neste dia, uma comissão formada por diretores do sindicato chegou a ser recebida por um assessor do gabinete da SME, que não apresentou respostas às questões levantadas sobre o porquê o benefício não foi pago para toda a categoria.

O protocolaço de amanhã é a continuidade da luta e da pressão da categoria e do Sepe para que Eduardo Paes e Ferreirinha pague o 14º salário para todos.

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A direção do Sepe RJ enviou, no dia 9 de janeiro, um ofício endereçado ao prefeito Eduardo Paes e ao secretário de Educação, Renan Ferreirinha, solicitando com urgência informações sobre a data de implementação da Lei 15.326/2026 (antigo PL 2387/2023), que determina a inclusão das agentes da educação infantil (AEIs) entre as profissionais do magistério.

No documento, o sindicato lembra que esta foi uma conquista histórica para as profissionais da educação infantil. A lei foi sancionada pelo presidente Lula no dia 06 de janeiro. O Sepe também destaca no ofício que a nova lei permite que os professores que atuam em creches, por exemplo, terão direito ao piso nacional do magistério e ao enquadramento em planos de carreira.

O Sepe lembra que os núcleos municipais do sindicato serão orientados a enviar ofícios para as respectivas secretarias municipais de educação cobrando a data de implementação da nova lei e a garantia de todos os direitos para estas profissionais da educação infantil.

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O Sepe disponibiliza aqui um modelo de texto para o requerimento a ser protocolado nas Coordenadoria Regionais de Educação (CREs), requisitando o imediato pagamento do Acordo de Resultado de 2024. O documento pode ser acessado por aqui para impressão e preenchimento pelo profissional de educação e ser devidamente protocolado no setor de protocolo da sua respectiva CRE. O PDF para impressão do texto pode ser acessado no link abaixo:

https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/01/SEPE-RJ-REDE-MUNICIPAL-RJ-14-REQUERIMENTO-INDIVIDUAL.pdf
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O Sepe reuniu dezenas de profissionais das escolas municipais do Rio que ficaram de fora do pagamento do Acordo de Resultados de 2024, também denominado por muitos servidores como um suposto 14º salário, para realizar um protesto sob forma de Protocolaço hoje pela manhã na frente do Centro Administrativo São Sebastião. Desde o início da manhã desta quarta-feira (7), dezenas de profissionais se reuniram para protestar e se encaminhar para o setor de protocolo para entregar o requerimento solicitando do prefeito Eduardo Paes, do secretário Renan Ferreirinha e da Comissão de Premiação de Resultados encarregada de elaborar a lista de servidores a serem contemplados pelo benefício, esclarecimentos sobre o porquê desta parcela de professores e funcionários não terem direito ao crédito efetuado no dia 30 de dezembro de 2025.

Também participaram do protesto, merendeiras terceirizadas pela empresa prestadora de Serviços Agile, que receberam aviso prévio nas vésperas do ano novo através de WhatsApp, e que foram convocadas pelo Sepe para participar do ato e denunciar o absurdo da sua situação. As merendeiras, também denunciaram a pressão exercida sobre as outras profissionais que estão sendo colocadas no seu lugar para que gravem vídeos, com elogios a políticos e futuros candidatos nas eleições de outubro deste ano. A empresa Agile, antiga Mazan, que já atuou para o governo do estado e o município do Rio e outros municípios já foi envolvida em investigações do Tribunal de Contas e do Ministério Público por causa de suspeita de irregularidades.

As assistentes sociais da Secretaria Municipal de Assistência Social também se encontrava na porta da prefeitura realizando protesto contra o desmantelamento da prestação de assistência e se juntaram ao protesto dos educadores na rede municipal, condenando a política de terceirização e destruição dos serviços públicos no município do Rio de Janeiro, promovida pelo prefeito Eduardo Paes. As assistentes sociais também denunciaram que parte da categoria também ficou de fora do Acordo de resultados.

Durante o protesto uma comissão de representantes do sindicato e da categoria subiu para solicitar uma audiência com o secretário Renan Ferreirinha e foi recebida pela assessoria do seu gabinete. O Sepe entregou um requerimento solicitando informações a respeito do não-pagamento para parte da categoria. Durante a reunião, o sindicato também questionou o não pagamento do Acordo para as escolas que atendem a educação infantil, fundamental I e fundamental II, cujos profissionais também não recebem o 14º. O gabinete do secretário não apresentou respostas concretas e se comprometeu a avaliar as questões e apresentar em cinco dias uma resposta para o sindicato.

Leia matérias pelos links abaixo para saber mais sobre esta questão:
https://seperj.org.br/veja-estudo-do-departamento-juridico-do-sepe-sobre-a-entrada-na-justica-para-garantir-o-pagamento-do-acordo-de-resultados-de-2024/

https://seperj.org.br/nota-do-sepe-rj-de-repudio-a-politica-de-exclusao-de-paes-e-ferreirinha-que-pune-quem-luta-aposentados-e-quem-adoece-no-exercicio-do-trabalho/



 

 

 

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O Sepe RJ comunica com pesar o falecimento da Agente de Educação Infantil da rede municipal do Rio de Janeiro, Juracy Mourilhe, ocorrido na segunda-feira, dia 05 de janeiro. Juracy era filiada ao Sepe RJ e marcou sua vida profissional pela luta aguerrida na defesa da educação pública e de qualidade para todos, na defesa dos direitos e a valorização dos profissionais de educação no chão da escola.

O sindicato lamenta o falecimento da profissional e se coloca ao lado dos amigos e familiares dela neste momento de luto e pesar.

Juracy, Presente!

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O Sepe RJ manifesta indignação e repúdio à decisão da Prefeitura do Rio de Janeiro de não pagar o 14º salário aos profissionais da educação municipal, utilizando como justificativa a greve da rede pública em 2024.

Trata-se de uma retaliação ao direito constitucional de greve, especialmente em um contexto de desvalorização profissional agravado pela arbitrária tramitação e aprovação do PLC 186, que aumentou a carga horária dos professores sem a devida valorização salarial. A greve de dezembro de 2024 foi legítima e motivada pela defesa da escola pública, dos direitos da categoria e de melhores condições de trabalho.
Penalizar trabalhadores por exercerem um direito constitucional configura perseguição política.

Diante disso, o Sepe-RJ exige:
  • Pagamento imediato do 14º salário aos profissionais que aderiram à greve;
  • Abertura de negociação urgente com a categoria;
  • Fim das práticas de retaliação e perseguição aos profissionais da educação.


É fundamental, ainda, evidenciar que ao longo de 2025 o SEPE teve diversas iniciativas em busca de diálogo com a prefeitura, todas sem resposta.
Foi solicitado, por exemplo, o abono das faltas relativas à greve tanto à justiça quanto ao executivo em vários ofícios. Todos sem resposta.

Essa ausência do código de greve, que o Estado possui, mas o município não, é de responsabilidade exclusiva da Prefeitura que se nega a garantir esse direito aos servidores municipais.

Pontuamos, ainda, que durante o ano de 2025, o Sepe por diversos meios institucionais entregou a pauta de negociação junto à Prefeitura e jamais obteve qualquer resposta.

Por fim, ressaltamos que a ação judicial continua correndo. Nosso jurídico agora se prepara para recorrer à segunda instância.

O Sepe RJ seguirá mobilizado para garantir que nenhum direito seja retirado e que a educação pública seja tratada com dignidade.

Nenhum direito a menos!
Greve é direito!
Valorização já!

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe
-RJ)

 

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