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Num processo que se anuncia como a provável saída da atual secretária de Educação, Roberta Barreto, o Diário Oficial do Estado publicou ontem (27) 23 exonerações de cargos de comissão na Subsecretaria de Gestão e Ensino. Segundo a imprensa, a saída desses assessores ocorre em meio a uma disputa pelo comando do órgão, já que o governador Cláudio Castro estaria preparando a troca da atual secretária, que foi indicada pelo ex-presidente da ALERJ, deputado Rodrigo Bacellar (União), rompido com o governador desde o ano passado e afastado do cargo por decisão do STF por suspeita de vazamento de informações sobre operações policiais no caso da prisão do ex-deputado TH Jóias.

As atuais demissões não atingem o primeiro escalão da SEEDUC, mas dizem muito no tocante ao processo em curso de substituição de Roberta Barreto por uma nova gestora, o que é negado pela titular da pasta. Segundo o Jornal O Globo, em reportagem publicada hoje (28), os aliados do governador defendem a nomeação de Luciana Martins Calaça, atual presidente da Fundação Leão XIII para assumir a pasta da Educação: ela faria parte do partido de Castro, o PL.

O Sepe tem acompanhado a movimentação em torno da possível substituição da atual secretária. Roberta Barreto marcou sua gestão à frente da pasta por uma sucessão de escândalos envolvendo questionamentos do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas do Estado sobre processos de compra de materiais e equipamentos com dispensa de licitação. Um destes casos foi a compra de livros paradidáticos para as escolas estaduais ao custo de centenas milhões de reais com preços superfaturados.

Outro caso, entre outros, que também ganhou as páginas dos jornais foi o dos gastos com o aluguel da nova sede da Secretaria, no Bairro do Estácio, a um custo de R$ 500 mil mensais, também feito sem licitação ou tomada de preços e questionado pelo TCE.

Para o sindicato, não é admissível que o governo do estado, que já não faz nada pela educação estadual e nem pela valorização dos profissionais que trabalham na rede do estado, coloque a troca de comando da SEEDUC na cesta das inúmeras barganhas políticas envolvendo as eleições gerais que serão realizadas em outubro deste ano.  

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O Sepe convoca para a Plenária online dos professores de Arte da rede estadual, que será realizada no dia 05 de fevereiro, a partir das 18h.
Veja os eixos que serão discutidos: grade curricular e professores excedentes.

link da reunião (Zoom)
https://us02web.zoom.us/j/82288121596?pwd=UOZHKIJp3kK5Iaozb6Un6Qq8yQGHND.1

Reunião: 822 8812 1596
Senha: 678395

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A Coluna do Servidor do Jornal Extra (20/1) publicou matéria mostrando que o governo do Estado do Rio de Janeiro abriu processo seletivo para a contratação de professores temporários. Segundo a nota do jornal, serão ofertadas até 1.750 vagas para atuar nos anos iniciais e finais dos ensinos Fundamental e Médio, nos anos letivos de 2026 e 2027.

Para o Sepe, trata-se de mais uma prova sobre o avanço da precarização que o govenador Cláudio Castro vem fazendo na educação estadual e de que ele é contra a realização de concurso público para suprir as demandas de vagas de professores e funcionários nas escolas da rede estadual. Castro já tinha aprovado na ALERJ no ano de 2024 uma lei, permitindo que a SEEDUC realize contratações de até 30% em relação ao total do número de docentes na rede.

Para o sindicato, a instituição do concurso público é necessária por causa da estabilidade que oferece à categoria, como também por causa dos vínculos mais profundos criados com a comunidade escolar – e há dez anos não há concursos públicos na rede. Por isso, a importância da realização, urgente, de novos concursos públicos. Por outro lado, as contratações temporárias não garantem a permanência do profissional e não resolvem o crônico problema da carência de profissionais.

O Sepe também chama a atenção para a existência de aprovados no último concurso, que aguardam há anos a convocação da SEEDUC, e a possibilidade de ampla migração dos professores efetivos de 18h para a carga horária de 30h. Além disso, a contratação temporária de profissionais ameaça o próprio sistema de previdência dos servidores públicos estaduais.

O edital do processo foi divulgado na edição do Diário Oficial do Estado de segunda-feira (dia 19). O documento informa que a contratação será por meio de um processo de seleção simplificado, com etapa única, de caráter eliminatório e classificatório. Ele consistirá na avaliação de títulos e experiência do candidato como regente de turmas dos níveis fundamental e médio.

Leia matéria completa do Extra no link abaixo:
https://extra.globo.com/economia/emprego/concursos/noticia/2026/01/governo-do-estado-do-rj-abre-1750-vagas-para-professores-temporarios.ghtml

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Com a divulgação no início do ano do novo salário mínimo, que passou de R$ 1.518 para R$ 1.621 a partir do dia 1º de janeiro, os vencimentos-base de diversos segmentos de profissionais da rede estadual do Rio de Janeiro ficaram abaixo do mínimo, o que é proibido pela Constituição Federal.

O Sepe já entrou em contato com a SEEDUC, solicitando uma audiência para discutir o problema e aguardamos a confirmação da marcação do encontro para apresentar ao governo do estado as tabelas que apresentam uma série de profissionais recebendo um vencimento abaixo do salário mínimo.

O problema com os vencimentos dos funcionários administrativos já é antigo e alvo de uma série de denúncias do sindicato, que até hoje não foram solucionadas pela SEEDUC. Hoje, os funcionários do nível elementar, fundamental, ensino médio e até a referência III de ensino superior recebem vencimentos que ficam abaixo dos R$ 1.6021 do novo salário mínimo (do elementar à referência III do ensino superior os vencimentos variam de R$ 802,66 a R$ 1.604,53)

No caso da animação cultural, além dos vencimentos de R$ 1.260, este segmento ainda luta para ver regularizada sua situação funcional e garantir seus empregos, além de enfrentarem problemas na hora da aposentadoria, já que contribuem sobre um salário abaixo do mínimo.

Com os professores, encontramos os seguintes segmentos que também se encontram com salários inferiores ao mínimo nacional:

– Os professores docentes II, com carga horária de 22 horas, do nível 1 ao nível 4 tem uma defasagem em relação ao novo mínimo. (do nível 1 ao nível 4, os vencimentos vão de  R$ 1.125,55 a R$ 1.581,31 respectivamente)

– Os professores docentes I, com carga horária de 16 horas, nos níveis 3 e 4 também ficaram com vencimentos abaixo do novo mínimo nacional. (nível 3: R$ 1.411,92; nível 2: R$ 1.581,31)

– O mesmo ocorre com os professores docentes I, com carga horária de 18 horas, os quais, tem no nível 3 um vencimento-base menor que o salário mínimo nacional (R$ 1.588,39)

O Sepe lembra que a desvalorização salarial dos profissionais de educação da rede estadual é fruto do descaso e de políticas que entram governos e saem governos mantém a prática do arrocho e de não concessão de reajustes que garantam, no mínimo, a reposição das perdas com a inflação, que na rede estadual beiram os 30%. Na audiência, iremos lembrar, mais uma vez, a situação vergonhosa dos salários dos funcionários administrativos que, com o reajuste do mínimo deste ano, estão com vencimentos quase 50% abaixo do mesmo.

No caso dos professores, vamos continuar cobrando de Cláudio Castro a aplicação do plano de carreira no cálculo do piso nacional do magistério. Também vamos cobrar o pagamento das duas parcelas restantes do acordo de recomposição salarial feito com a ALERJ em 2021. No orçamento aprovado para 2026, a Lei Orçamentária aprovada e sancionada pelo governo do estado (Lei 11.098/2026) que estima a receita e fixa a despesa do estado do Rio de Janeiro para o exercício financeiro deste ano autoriza o estado a pagar a recomposição salarial e dar reajuste salarial. O Sepe vai cobrar uma posição oficial do governo a respeito disto.

Veja no PDF abaixo a tabela comparativa dos vencimentos atuais da rede estadual e como eles ficariam se Cláudio Castro respeitasse a Lei do Piso Nacional e o plano de cargos:

https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tabela-para-assembleia-final-11maio2023-1.pdf

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O Sepe vê com assombro a confirmação da suspensão de verbas do FUNDEB no estado do Rio de janeiro por culpa do descaso e da irresponsabilidade do governador Cláudio Castro. Castro, que já provou diversas vezes para a categoria que não gosta e não tem nenhum compromisso para com a escola pública e os profissionais e alunos que nelas trabalham e estudam, desta vez ultrapassa os limites do razoável e por não cumprir o calendário do Novo FUNDEB e criar o chamado Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Educacional (ICMS Educacional) no prazo determinado pela legislação aprovada no Congresso em outubro de 2020, levou o Ministério da Educação e o da Fazenda a publicarem a exclusão dos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro da divisão do VAAR (Valor Aluno Ano Resultado).

O VAAR é uma complementação financeira da União ao FUNDEB e é uma das inovações do Novo FUNDEB. Ela não é automática e funciona como um incentivo para redes de ensino que demonstram melhoria na gestão e resultados educacionais, focando na redução das desigualdades entre diferentes grupos (raça, renda, etc.). Ele premia a evolução na aprendizagem e atendimento escolar, com base em condicionalidades e indicadores de desempenho, diferente das outras complementações do FUNDEB que são mais automáticas.

A sanção foi publicada no dia 29 de dezembro de 2025 e já vale para o ano de 2026, com uma perda estimada no valor de R$ 117 milhões. Se o impasse persistir, a previsão é de que, em 2027, as perdas totais atinjam a cifra de R$ 700 milhões em dinheiro que poderia ser investido na melhoria e valorização do magistério e da educação dos alunos fluminenses.

Deste modo, Cláudio Castro, que já se sobressaía entre os demais governadores por ser um dos que pagam um dos menores pisos salariais do país, agora passa a ser o governante do único estado brasileiro que não aprovou o ICMS Educacional até hoje e, portanto, o responsável pela verdadeira hecatombe que desabará sobre os municípios neste ano, já que os recursos provenientes do FUNDEB são uma importante fonte de recursos para as prefeituras gerirem as suas redes escolares municipais.

Um dos princípios que norteiam o Novo FUNDEB, aprovado em agosto de 2025 no Congresso, após muita luta dos educadores contra as manobras do então governo Bolsonaro para atacar o Fundo Nacional da Educação Básica, é o chamado ICMS Educacional. Trata-se de um adicional concedido a estados e municípios que alcançarem melhores índices de gestão educacional e reduzirem as desigualdades. O prazo dado para os estados se adaptarem às novas determinações foi de dois anos, a partir de 2020.

Segundo o governo federal, dois anos depois da criação do Novo Fundeb, em 2022, somente Rio de Janeiro e Minas Gerais ainda não tinham aprovado o ICMS Educacional em seus legislativos. Mas Minas Gerais, que chegou a perder recursos do Fundo em 2023, corrigiu o problema e ficou regularizado em 2024. No Rio de Janeiro um projeto chegou a tramitar na ALERJ e não vingou e o estado teve que garantir a manutenção dos repasses do Fundo ne Justiça. A pandemia foi utilizada como um dos motivos para a não promulgação da nova lei.

Assim, apesar das determinações do novo FUNDEB e dos alertas e da ameaça de corte dos repasses, nada foi feito no Rio de Janeiro. No ano passado, em outubro, a Comissão Intergovernamental de Financiamento do Fundeb (CIF) fez um alerta para o problema e a SEEDUC apontou uma perspectiva de solução do problema até o dia 15 de novembro do mesmo ano.

Dessa maneira, como podemos verificar agora, tanto o govenador como a ALERJ e a SEEDUC se mantiveram omissos e a Educação em todos os 92 municípios do estado sofrerá as consequências de tamanha falta de compromisso e descaso do governo do estado.  

O Sepe lembra que o estado do Rio de Janeiro se encontra em penúltimo lugar no IDEB (26º lugar), um dos principais índices de aferição do FUNDEB em relação ao rateio das verbas oriundas do ICMS Educacional. O governador Cláudio Castro tem feito uso de políticas midiáticas e superficiais para tentar mascarar o fracasso da sua política educacional. Como exemplo da implantação de medidas deste tipo, tivemos agora no final de 2025 a questão da implementação da aprovação automática como tentativa desesperada e midiática do govenador para sair dos últimos lugares do IDEB.

O sindicato convoca a categoria a se manter atenta e pronta para continuar lutando contra este governo e seus ataques e omissões no que diz respeito à Educação pública, gratuita e de qualidade e à valorização dos profissionais que trabalham nas escolas das redes públicas no estado do Rio de Janeiro.

 

 

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Numa vitória da mobilização do Sepe junto à Justiça, o governo do estado reconheceu o direito dos profissionais de educação da rede estadual a terem o recesso de 15 dias de julho reconhecidos como parte das férias da categoria, conforme determinava, há anos o estatuto dos servidores estaduais. Assim, o 1/3 proporcional de férias referente ao período de 15 dias do recesso de julho começou a ser pago aos profissionais com regência de turma no vencimento de dezembro (creditado agora em janeiro).

Com o ganho na Justiça desta ação, a luta agora continua para definir se o pagamento deste benefício deverá ser retroativo aos anos em que ele deixou de ser pago ou não. O sindicato também continuará lutando para que o govenador Cláudio Castro pague os profissionais em cargos de direção  e os demais que não tenham regência de turma, os quais ficaram de fora do recebimento deste benefício.

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Entre novembro e dezembro deste ano, o SEPE-RJ veiculou anúncios em rádios e ônibus, com uma campanha de defesa dos profissionais da Educação estadual, denunciando as perdas salariais e exigindo o pagamento do piso nacional do magistério e a recomposição salarial. Os anúncios cobraram do governador Cláudio Castro a devolução dos salários corroídos pela inflação. Em maio, os salários da Educação Estadual já precisavam de 45% de reajuste para recuperar o poder de compra.

A campanha foi veiculada nas rádios CBN, Globo e Antena 1, durante um período de 20 dias, com inserções diárias iniciadas em 19 de novembro. A peça de 30 segundos, assinada pelo Sepe, dizia: “Mais um ano está terminando sem reajuste para professores e funcionários das escolas do Estado do Rio. Nunca fomos tão desvalorizados e o nosso poder de compra já caiu pela metade! O governo estadual não paga o piso nacional do magistério e não cumpre a lei da recomposição. Sem educação não dá! Devolvam os nossos salários.”  .As três rádios atingem públicos diversos e possuem grande audiência. A Antena 1 tem, em média, 31 mil ouvintes por minuto; a CBN, 213 mil; e a Rádio Globo — a mais ouvida entre as emissoras que veicularam a campanha — mantém média de 1,49 milhão de ouvintes por minuto. Com isso, segundo dados das emissoras, apenas os anúncios na CBN e na Rádio Globo teriam alcançado um impacto de 4,75 milhões de pessoas no estado.

Assim como já havia feito na campanha da rede municipal do Rio de Janeiro, o Sepe também veiculou anúncios em ônibus (busdoor). Ao todo, 209 ônibus circularam com a campanha durante um mês, até o domingo, 14 de dezembro. Foram atingidos 37 municípios, além da capital, onde 25 ônibus foram adesivados.



A campanha também está presente na internet, com cards e vídeos denunciando a falta de reajuste, patrocinados pelo sindicato para ampliar o alcance das mensagens.

Continuidade
A campanha “Sem Educação Não Dá. Governador, devolva o meu salário” permanecerá nas redes sociais — incluindo também a denúncia contra a aprovação automática — e será retomada em 2026. Em fevereiro, o Sepe voltará a veicular anúncios em rádios.

Para as escolas, o sindicato preparou um kit de campanha com cartazes, leques, adesivos e bottons, disponíveis para cada núcleo e regional. Pegue o seu material e junte-se à luta para dobrar este governo e arrancar o reajuste e a valorização dos profissionais da Educação.
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A ALERJ aprovou, no dia 18 de dezembro, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 e a revisão para 2026 do Plano Plurianual (PPA) 2024 a 2027, que estabelece diretrizes, objetivos e metas a serem alcançados pelo Executivo ao longo de quatro anos. A LOA para o ano que vem prevê uma receita liquida estimada de R$ 107,64 bilhões, enquanto as despesas previstas somam R$ 126,57 bilhões. Também prevê um déficit de R$ 18,93 bilhões no orçamento do ano que vem — que poderá ser reduzido com a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados, o Propag, cuja adesão foi autorizada nesta quinta-feira.
Nesta mesma votação os deputados da ALERJ aprovaram o Projeto de Lei (PL) 6.932/2025, que autoriza o governo do Rio de Janeiro a aderir ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (PROPAG). O PROPAG foi criado pela Lei Federal Complementar 212/25 para permitir os estados com dívidas com a União buscar a repactuação. No caso do Rio de Janeiro esta última se encontra na casa dos R$ 193 bilhões. Com a adesão o estado pode sair do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que, desde 2016, tem sido utilizado pelos sucessivos governadores para arrochar e retirar direitos do funcionalismo.
Emendas que garantiriam recomposição salarial e volta do pagamento dos triênios ficaram de fora
Mas a aprovação se deu em meio à exclusão de 32 das 34 emendas apresentadas, rejeitando uma série de propostas que beneficiavam os servidores e o setor da Educação. No texto aprovado ficaram de fora o retorno do pagamento dos triênios dos servidores e mecanismos para tornar possível o cumprimento da Lei 9436/21 (da recomposição das perdas), que prevê um reajuste salarial acumulado e 26,11%, dos quais apenas a primeira parcela de 13,5% foi paga ainda em 2022 e o subsequente calote do governador Cláudio Castro nas parcelas restantes de 2023 e 2024.
As despesas previstas pelo PLOA de 2026 somam R$ 126,57 bilhões. Os gastos, são bastante semelhantes ao do orçamento de 2025, com o governo do estado destinando para o setor de segurança no ano que vem R$ 19,15 bilhões, quase o dobro do dinheiro reservado para outros setores fundamentais para o bem-estar da população fluminense como Saúde (R$ 13,44 bilhões) e Educação (R$ 10,53 bilhões).Ou seja, mais uma vez o governador Cláudio Castro mantém os gastos bilionários em armamentos e caveirões para manter a sua política eleitoreira de matança da parte menos favorecida da população. Ao mesmo tempo, de forma curiosa, ele se faz de cego e surdo aos clamores dos especialistas e deixa de investir em setores que garantiriam mais bem-estar, paz e segurança para a sociedade fluminense.
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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe RJ está lançando uma cartilha sobre acidente de trabalho. Nela, os profissionais de educação podem ter acesso a informações úteis sobre prevenção, fiscalização, proteção e direitos dos servidores públicos a um ambiente de trabalho saudável.

A cartilha é dividida em três módulos: no primeiro, denominado “O servidor público também é trabalhador”, é explicado que tanto os que labutam na iniciativa privada e os do setor público podem ser considerados todos trabalhadores, portanto, têm direito a um ambiente de trabalho seguro e saudável. Com isso, a relação daqueles que trabalham no setor público com os seus empregadores, ou seja, o poder público, leva a que este último seja obrigado a cumprir aquilo que está determinado pela legislação trabalhista e pela Constituição Federal: o oferecimento de condições seguras de trabalho. Neste módulo, ainda é explicado o que configura um acidente de trabalho e em quais situações a lei equipara as ocorrências a este tipo de caso.

No segundo módulo, a cartilha fala sobre o direito à licença para tratamento de saúde por acidentes em serviço e quais os direitos trabalhistas e previdenciários dos servidores públicos em casos como estes, tais como: remuneração integral; contagem de tempo; direitos previdenciários, como aposentadoria por incapacidade permanente e auxílio acidente.

Já o terceiro módulo contém informações sobre a importância do registro do acidente e os passos que os servidores devem tomar para informar corretamente tais situações.

A cartilha já está disponível  em formato virtual no nosso site e seu modelo em PDF pode ser acessado aqui.

Em breve, o material será disponibilizado na forma de impresso, disponível para núcleos e regionais do Sepe e posterior distribuição para a categoria.  

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