Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O RJ TV2, da TV Globo noticiou, nos dias 12 e 13 de fevereiro de fevereiro, mais uma série de denúncias envolvendo a SEEDUC no escândalo da contratação de empresas de fachada para a realização de obras superfaturadas nas escolas estaduais, através do Sistema Descentralizado de Pagamentos que contratou empresas de construção civil e reformas que participaram e concorrem nos processos licitatórios, entre elas algumas que possuem o mesmo dono, endereço, consultor e engenheiro.

Segundo a TV Globo, uma figura importante nos bastidores da Secretaria, apesar de não trabalhar lá oficialmente, é o bombeiro Yurie Lopes Fonseca Ormond Andre, genro da secretária Roberta Barreto. Yurie é apontado em investigação deputado Flávio Serafini (PSOL), da Comissão de Educação e Cultura da ALERJ, como uma espécie de chefe de gabinete que não ocupou formalmente o cargo na SEEDUC.

Além do genro de Roberta Barreto, outro bombeiro também participou do esquema: o capitão bombeiro Marcelo da Silva Reis, que assina como responsável por 14 empresas que realizaram obras em colégios da rede estadual. Estas firmas sob a responsabilidade do oficial possuem os mesmos endereço, dono, consultor e engenheiro e que abocanharam milhões de reais nas obras realizadas através do Sistema Descentralizado de Pagamento que recebeu R$ 1 bilhão de reais nos últimos dois anos.

O Sepe espera o prosseguimento desta e outras muitas investigações envolvendo a gestão da secretária Roberta Barreto à frente da SEEDUC. Não é admissível que num momento grave como estamos vivendo, no qual os servidores do estado penam há mais de três anos sem reajuste e recomposição salarial e no qual as escolas estaduais e os profissionais que nelas trabalham têm que luta no seu dia a dia contra a fatal condições de trabalho, o órgão responsável pelo planejamento e gestão do sistema estadual de ensino funcione como um balcão de negócios à margem da lei e da sociedade e ninguém seja penalizado por isso.

Veja as reportagens completas do RJ TV2 pelos links abaixo:

12 de fevereiro:

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/rj2/video/edicao-de-12022026-14342564.ghtml

13 de fevereiro:

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/rj2/video/edicao-de-13022026-14346532.ghtml

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O Sepe informa à categoria que provocou o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, no dia 11/02, a respeito da Resolução 6424/2026 (lançamentos no Novo Diário de Classe Eletrônico), com a seguinte REPRESENTAÇÃO:

“O Sepe entende que referida Resolução e demais atos normativos a ela vinculados violam a legalidade, a juridicidade e, sobretudo, a gestão democrática do ensino, princípio fundamental constitucional (…), motivo que nos leva a oferecer a presente Representação, pelo que solicitamos audiência para data o mais breve possível com a Promotoria responsável, aguardando confirmação e contando com a boa parceria sempre presente com este órgão em defesa da educação pública de qualidade do Estado do Rio de Janeiro”.

Informamos que o Sepe oficiou a SEEDUC para a realização de audiência, em caráter urgente, para tratar das pautas pedagógicas, incluindo a questão do Diário online.

Com respeito às pressões sobre os professores da rede estadual em relação às determinações contidas na resolução, o Sepe traz como orientações preliminares à categoria:

1- Como medida preventiva e de forma a assegurar os direitos da categoria, o corpo docente deve reivindicar que sejam realizadas, urgentemente, reuniões com a direção da escola e o Conselho Escolar, e que se registre em ata o fato de a unidade escolar não possuir estrutura viável, como internet e computadores, em cada sala, para a realização do preenchimento do diário virtual. Importante: os professores participantes da reunião com a direção devem obter uma cópia da ata.

2- O(a) professor(a) deverá redigir um documento pessoal sobre as condições estruturais da escola, para ser apresentado à direção, com o respectivo recibo de recebimento, e cópia pessoal. A seguir, uma sugestão de texto:

À Direção do Colégio Estadual ____

Pelo presente instrumento, eu, ______, abaixo-assinado(a), Prof. Doc I/II, XXh, ID Funcional________, solicito à direção que seja encaminhado à Secretaria de Educação o pedido de informação de como serão feitos os lançamentos no Diário online na unidade escolar da minha lotação, que não dispõe dos recursos tecnológicos necessários (computadores, Internet etc), em cada sala. Informo que estarei aguardando resposta com as devidas orientações, de forma oficial, para que possa cumprir as determinações contidas na resolução 6424/2026, pois não disponho de recursos pessoais para efetivar os lançamentos.

3-
O sindicato orienta os(as) professores(as) a informarem, no formulário eletrônico do Sepe, o tipo de estrutura disponível (conexão de internet, computadores, redes etc) – o formulário servirá para que o Sepe tenha mais informações para apresentar à SEEDUC e ao MP – acesse aqui o formulário do Sepe.

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Comunicamos que, em virtude do feriado de Carnaval (17/2) e dos pontos facultativos (13 e 16/2), concedidos tanto pelo estado quanto pelo município do Rio de Janeiro, o Sepe Central terá expediente normal até o dia 12 de fevereiro (quinta-feira), e tendo depois o seguinte calendário:

– 13 (sexta-feira) a 18 de fevereiro (quarta-feira): NÃO HAVERÁ EXPEDIENTE NESTES DIAS;

– 19 de fevereiro (quinta-feira): RETORNO AO EXPEDIENTE NORMAL.
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Há poucos dias, o Sepe publicou uma nota sobre a pressão que a SEEDUC vem fazendo nas unidades escolares, visando à implementação de mais uma ferramenta para uso diário dos(as) professores(as). Nesta quarta-feira, dia 11, nossa apreensão se tornou realidade: a Secretaria publicou no Diário Oficial do Estado a Resolução nº 6424/2026, tornando obrigatório o uso da nova ferramenta online, o “Diário de Classe Eletrônico”, que passa a ser o único instrumento oficial de registro da frequência escolar na rede estadual do Rio de Janeiro, a partir do primeiro dia letivo de 2026.

O Sepe preparou um formulário eletrônico em nosso site para que a categoria possa informar qual a estrutura de informática, Internet nas unidades escolares, e se já sofreu algum tipo de assédio em relação ao uso da ferramenta de lançamento de notas e presença dos alunos – o sindicato irá levar os dados para a SEEDUC – clique aqui para acessar e responder às perguntas.

Clique no link a seguir para acessar o Levantamento sobre o Diário Eletrônico na rede estadual.

ALERTAS DO SEPE

O Sepe faz alguns alertas sobre a nova ferramenta: com a implementação do novo diário online, certamente ocorrerá uma duplicidade de funções em relação ao atual sistema Conexão RJ, o que poderá impossibilitar o cumprimento dos prazos descritos na publicação e sobrecarregar ainda mais a categoria.

Lembramos também que o prazo de apenas cinco dias para o professor realizar o lançamento das notas no sistema é insuficiente, e isso aumenta a pressão sobre os profissionais.

O sindicato já vinha recebendo uma série de denúncias de profissionais da rede estadual sobre o assédio sofrido para que preencham, no prazo, o diário online – isso sem o devido oferecimento de ferramentas técnicas e suporte tecnológico para que a categoria possa lançar notas, presenças e faltas na ferramenta. Segundo as queixas enviadas ao sindicato, a pressão pelo preenchimento parte das direções das unidades escolares que, por sua vez, também são pressionadas pelas Diretorias Regionais Metropolitanas.

Desde o ano passado, o sistema Conexão RJ tem sofrido com instabilidades, tendo ficado fora do ar por diversos dias, inclusive durante o período de lançamento de notas. Dessa forma, com o novo sistema, a preocupação da categoria só faz crescer.

A resolução também detalha as responsabilidades da SEEDUC, das diretorias regionais, da direção escolar, da secretaria e dos professores – no seu artigo 23, a resolução ameaça especificamente o(a) professor(a): “A omissão recorrente, sem justificativa formal, ensejará apuração de responsabilidade conforme os normativos vigentes”.

A ameaça se repete ao final, no Art. 24: “O descumprimento das normas estabelecidas nesta Resolução sujeitará os servidores às penalidades previstas”.

O Sepe irá analisar as prováveis consequências do uso dessa nova ferramenta e reivindicará uma audiência com a SEEDUC, visando, em um primeiro momento, diminuir a pressão sobre a categoria e exigir melhores condições de trabalho.

Principais pontos da Resolução nº 6424/2026 (Diário de Classe Eletrônico):

– O registro da frequência deve ser feito no mesmo dia da aula ou em até 5 dias úteis.

– A frequência mínima para aprovação continua sendo de 75%.

– O sistema calculará automaticamente o percentual de presença.

– Os dados servirão para relatórios, políticas públicas e controle da evasão escolar.

– O descumprimento pode gerar processo administrativo disciplinar.

Faça o download da Resolução nº 6424
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É com imenso pesar que o Sepe comunica o falecimento, nesta segunda-feira (09), da professora Amanda Guerra de Carvalho.

Ela trabalhava no Colégio Estadual Paulo de Frontin, na Tijuca.

O velório será nesta terça-feira (10), a partir de 13h, no Cemitério São Francisco Xavier – Rua Monsenhor Manuel Gomes, nº 155 (Caju), Capela H.

O sepultamento será às 15h45.

O Sepe se solidariza com os familiares e amigos – professora Amanda, presente!

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O Sepe tem recebido uma série de denúncias de profissionais da rede estadual sobre o assédio sofrido para que eles preencham diário online implementado pela @seeducrj sem o oferecimento de ferramentas técnicas e suporte tecnológico para que a categoria possa lançar notas, presenças e faltas no mesmo. Segundo as queixas enviadas pelo sindicato, a pressão pelo preenchimento parte das direções das unidades escolares que, por sua vez, também são pressionadas pelas Diretorias Regionais Metropolitanas.

Desde o ano passado o sistema Conexão tem sofrido com instabilidades, tendo ficado fora do ar diversos dias, inclusive, durante o período de lançamento de notas. Como acessar o sistema e obrigar o professor a lançar se ele permanece fora do ar em diversas ocasiões?

O sindicato está entrando em contato com a SEEDUC para questionar a pressão sobre a categoria e verificar que tipo de critério foi utilizado pelo órgão para a implementação de mais uma ferramenta para uso diário dos profissionais nas escolas sem o devido suporte tecnológico e condições técnicas para sua utilização. O Sepe também vai lembrar que os professores já lançam suas notas pelo sistema do Conexão 3.0 e que com a implementação do novo diário online temos uma duplicidade de funções, que sobrecarrega ainda mais a categoria. O Sepe lembra também, que apenas cinco dias para o professor fazer correção no sistema é muito pouco e isto aumenta a pressão sobre os profissionais que já enfrentam a sobrecarga de trabalho nas escolas.

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Em mais um escândalo envolvendo a SEEDUC, a TV Globo veiculou matéria no RJ TV2, no dia 05 de fevereiro, mostrando a total falta de fiscalização e controle dos gastos no órgão, envolvendo contratações de empresas, muitas delas com endereços fantasmas, para execução de obras em escolas a preços superfaturados e, em alguns casos, que nem chegaram a ser executadas em sua totalidade.

Veja a matéria do RJTV2

A matéria mostra como a Secretaria vem se utilizando das Associações de Apoio à Escola (AAEs), um sistema criado para agilizar compras emergenciais nas unidades escolares e para a realização de pequenos reparos, para pressionar as direções a fazerem uso de empresas previamente escolhidas e a um custo muito alto. Esta ação virou alvo de denúncia no Ministério Público Estadual (MPE) e no Tribunal de Contas do Estado (TCE) por suspeitas de falta de transparência e de controle dos gastos.

Segundo apuração do RJ2, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) passou a usar o sistema também para grandes obras estruturais, prática que aumentou em muito o volume de recursos utilizados, como ocorreu nos anos de 2024 e 2025, quando foram gastos R$ 630 milhões e R$ 513 milhões respectivamente. Só para ter uma amostra comparativa, no ano de 2018, estes gastos foram de R$ 58,6 milhões.

A Globo mostrou como exemplo do problema das contratações de empresas de fachada para obras nas escolas uma com endereço registrado numa casa em Quintino: A Flademma, com endereço registrado na Receita Federal naquele local. Seu dono, Anderson José da Silva Monteiro, chegou a receber auxílio emergencial durante a pandemia e não soube explicar por que a sua firma funcionava naquele local sem condições mínimas de habitabilidade, quanto mais de sediar uma empreiteira ou firma de engenharia. A empresa foi aberta em outubro de 2023 e começou a prestar serviços à Secretaria naquele ano. A partir de 2023, a Flademma foi escolhida em pelo menos nove processos de reforma em colégios estaduais e recebeu um total de R$ 7,7 milhões.

A matéria identificou 23 empresas que participaram de cotações e obras em escolas estaduais, dessas. Dentre todas, 14 tem donos que já receberam auxílio emergencial.

Deputado Flávio Serafini denunciou o problema para o MP e para o TCE

O deputado estadual Flávio Serafini (PSOL), autor de uma denúncia enviada para o MPE e o TCE, que aparece na matéria da TV Globo, revelou que um levantamento realizado pelo seu gabinete estima que os repasses da Secretaria de Educação para as Associações de Apoio à Escola (AAEs), responsáveis pelo pagamento das reformas, pularam dos R$ 58,6 milhões em 2018 para R$ 630 milhões em 2024 e R$ 513 milhões em 2025. Segundo o deputado, que é também da Comissão de Educação da ALERJ, são mais de R$ 1 bilhão em gastos nestas obras somente nos últimos dois anos.

Em sua denúncia aos órgãos fiscalizadores do estado, o deputado apresentou a suspeita de utilização de empresas de fachada e de superfaturamento de obras. Ele revela, que a Secretaria estaria pressionando as direções das unidades escolares para contratação deste tipo de empresa, sem transparência e sob o disfarce da descentralização orçamentária. E a coisa só piora, quando ele afirma que as “reformas” não correspondem ao que está previsto nos memoriais descritivos e que estariam sendo utilizados materiais de baixa qualidade.

A reportagem confirmou a pressão da SEEDUC sobre as direções das escolas com o depoimento de uma diretora que afirmou que a cúpula do órgão passou a concentrar as cotações de preços ao invés de deixar a tarefa com a direção das unidades. Ela disse que a qualidade das obras caiu, enquanto o número de intervenções aumentou sem motivo aparente.

Enquanto os gastos crescem de forma exponencial, o seu valor exato não é divulgado no Sistema Integrado de Gestão Orçamentária do governo do Estado. Isto impede saber o quanto cada empresa recebeu no total.

Em sua denúncia enviada para o Ministério Público, Serafini afirma que a SEEDUC descumpre as determinações da Lei Estadual 3067/1998, que instituiu o regime de autonomia administrativa e financeira das unidades da rede estadual, conferindo às AAEs, entre outras atribuições, a responsabilidade pela execução de pequenos reparos e intervenções emergenciais nas escolas. Segundo Serafini, a SEEDUC vem passando à frente das AAEs e impondo às escolas a execução de obras de grande vulto financeiro que extrapolam em muito o conceito de pequenos reparos ou intervenção emergencial.

Como exemplo de casos concretos do descumprimento da lei e das irregularidades no processo, ele cita na denúncia algumas obras realizadas em escolas que são um verdadeiro escândalo e pedem investigação criminal. Um deles, com base em denúncias da comunidade escolar é a contratação para a reforma de um muro e do calçamento de uma escola, com valores de R$3,8 milhões, da empresa Resolve Soluções de Engenharia. Uma diligência realizada na unidade, constatou que o muro tem metade de sua extensão composta por grades metálicas reaproveitada da estrutura anterior e não houve demolição integral do muro preexistente, tampouco sua reconstrução total, mas somente intervenções pontuais de reforma incompatíveis com o valor gasto com a suposta reforma.

Com base em exemplos como este, o deputado solicitou ao MPE a instauração de um inquérito e a realização de busca de apreensão de documentos. Além disso ele também pediu uma auditoria independente e suspensão cautelar dos contratos de obras, encaminhamento ao MPF, TCER RJ e CGE-RJ, além de auditoria patrimonial dos agentes públicos citados e garantia de proteção às direções escolares para prevenção de represálias.

Diante da gravidade de mais esta denúncia contra a gestão da secretária de Estado de Educação Roberta Barreto, o Sepe exige das autoridades competentes e do governo estadual as medidas cabíveis para investigar, apurar e punir todos os envolvidos em mais um escândalo envolvendo a Secretaria de Educação.

Como temos visto nos últimos anos, a SEEDUC tem sido alvo de várias denúncias de irregularidades no trato da coisa pública que partiram de órgãos como o MP e o TCE sobre gastos superfaturados em compras de materiais e equipamentos com dispensa de licitação como aquisição de livros paradidáticos, kits de robótica, aluguel da nova sede do órgão entre outras transações envolvendo milhões de reais. E, até agora, o governo estadual nada fez para apurar e punir os responsáveis pelas irregularidades apontadas pelos órgãos de controle do Estado.

O sindicato entende que a não responsabilização e a não punição dos envolvidos nessas atividades que ultrapassam o bom senso e a legalidade indispensáveis ao trato da coisa pública não pode continuar, enquanto os profissionais da rede estadual sofrem com salários defasados e as unidades escolares não funcionam por conta da falta de condições de infraestrutura.

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O Departamento Jurídico informa aos profissionais de educação que foi realizado este mês o pagamento referente ao acordo relacionado à gratificação Nova Escola 2005, discutida no mandado de segurança interposto em 2005 contra descontos pretendidos pelo Estado. Isso ocorreu diante do atraso na avaliação da gratificação Nova Escola para pagamento no ano de 2005, quando o Estado tratou de reaver valores por meio de descontos sucessivos nos contracheques dos servidores que tiveram queda na avaliação das suas escolas. O acordo foi assinado no final do ano passado com a Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGERJ), por meio da Procuradoria de Pessoal e da Câmara Administrativa de Solução de Controvérsias (CASC), onde assinou um Termo de Autocomposição.

Todos os profissionais de educação que foram descontados na época e que estejam vinculados a folha de pagamento receberam a quantia por meio de folha suplementar na presente data, seja servidor ativo do Estado ou inativo vinculado ao Rioprevidência.

Os servidores que se desvincularam da folha por motivos diversos deverão procurar o sindicato para tratar do pagamento através de comunicação junto aos autos do processo.

SAIBA MAIS
Nova Escola 2005: Quem tem direito
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O Sepe convoca os profissionais da rede estadual para a assembleia geral híbrida, que será realizada no sábado, dia 07 de março, às 10h, com a parte presencial na sede do SEPE-RJ (Evaristo da Veiga, 55, 7 andar – Auditório Marco Tulio Paolino). As inscrições para o formato online podem ser feitas pelo link abaixo:
https://redeestadual.seperj.info

A assembleia irá discutir a luta deste ano na rede estadual em defesa dos salários e da aposentadoria, após três anos sem nenhum tipo de reajuste e com perdas acumuladas que exigiriam 56,22% de reajuste nos salários para repor nosso poder de compra, corroído pela inflação, segundo o Sepe/Dieese.

O governador Cláudio Castro vai concluindo o mandato com congelamento de salários e muito sofrimento do funcionalismo e da educação estadual. Nem as duas parcelas restantes da recomposição salarial, fruto de um acordo com a ALERJ e que deveriam ter sido pagas em fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024 o governador pagou.

O piso do magistério também não é cumprido, fazendo com que recebamos um dos piores salários do País. Chegando ao ponto de parte da categoria – funcionários e professores – iniciarem 2026 recebendo vencimentos-base menores do que o salário mínimo.

Para piorar, na gestão de Castro, o Rioprevidência conseguiu aplicar quase R$ 1 bilhão no Banco Master, um banco falido, sendo o segundo estado do País com mais investimentos neste banco, o que já rendeu a prisão do ex-presidente do instituto. É preciso defender nossa aposentadoria, ameaçada por operações como esta e por saques aprovados pela Alerj.

No dia 7, participe da assembleia da rede estadual. Vamos à luta em defesa dos nossos salários e da aposentadoria.

Faça o download do boletim do Sepe para a rede estadual

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Já está disponível para download a nova edição do Boletim do Sepe (nº 71), com importantes informações para os profissionais da Rede Estadual. O informativo traz a convocação para a assembleia geral da rede estadual, no dia 07 de março, que discutirá a luta por reajuste salarial e recomposição das perdas, com destaque para a situação absurda de vários segmentos da categoria que hoje recebem vencimentos abaixo do salário mínimo.

O boletim aborda ainda o reajuste de 5,4% do piso nacional do magistério em 2026, decretado pelo presidente Lula, e a pressão para que o governador Claúdio Castro cumpra a lei, pagando o piso na carreira. 
A edição denuncia a precarização na SEEDUC, com o anúncio de novas 1.750 contratações temporárias, e o escândalo envolvendo o Rioprevidência e o Banco Master.

Por último, a cobertura da participação do Sepe no Congresso da CNTE, além de outras lutas da categoria e informes jurídicos.

👉 Baixe o arquivo do boletim, em PDF (versão redes)

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